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Jardel e a política

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Tem uma frase de Monteiro Lobato, se não me engano, que diz: “a ocasião não faz o ladrão; o ladrão nasce pronto; a ocasião faz o roubo”. Triste essa frase. Mais triste ainda é que ela pode ser um bom resumo da política brasileira. Não de agora, de sempre!

Há, hoje, quem defenda os militares e uma nova intervenção. Se esquecem que a dívida externa foi multiplicada por eles.  Eles roubaram, torturaram, mataram, mas o povo, de memória os quer de volta. Hoje, pagamos caro pelas ações dos militares. Pensem isso!

Voltando ao hoje. Jardel é o reflexo de um sistema político falido. Carente de novas lideranças. Que aposta em famosos para ter votos.  Não tem ideologia, projeto de futuro, plano de governo, ideais. É o poder pelo poder!

Mas a culpa não é apenas dos partidos – que, aliás, se multiplicam a cada ano. A culpa é, também, dos eleitores. Quem votou no Jardel sabe alguma proposta dele? Ou votou porque ele foi um ídolo gremista? Futebol é futebol! política é política!

Enquanto o povo não aprender a votar, teremos diariamente escândalos como os de Jardel, Cunha, Delcídio, Renan, Collor… Eles estão onde estão pelo voto, foram conduzidos pelo povo aos seus cargos. Botem a mão na consciência!

Sabe que não fico tão espantado com casos como este, fico triste, pois perdemos mais uma chance de votar correto, moralizar a política e melhorar nosso futuro!

Espero de coração que nas eleições municipais 2016 façamos a coisa correta, votar por popularidade ou por protesto é jogar a chance de um município melhor para nossos filhos!

2015 promete ser muito difícil

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Passado o período eleitoral, passado o período de nomeações de ministros e secretários, passado o período das posses, é hora de trabalhar. Será um ano duro. Cortes bilionários de recursos são o tom do governo federal e de muitos governos estaduais. O Rio Grande do Sul não foge à regra. E nós, o que podemos fazer? Como isso vai impactar nossa vida??

O corte de gastos significa, na prática, menos dinheiro investido em infraestrutura, em educação, em saúde, em segurança… Significa que nós teremos de fazer mais por nós mesmos, pois o poder público, como um carro que apresenta problemas, já falha e não anda mais como antes. Os governos, se não acharem soluções, correm o risco de, assim como carros sem manutenção, parar na estrada e gerar grandes problemas.

Se é preciso ajustar as contas, é preciso, antes de tudo, combater a corrupção, os desvios de recursos e a falta de transparência. Não pode um governo, como o que deixou o Palácio Piratini, pintar uma realidade que não existe. O RS vive uma tragédia nas contas públicas, mas para eles – a turma que deixou o poder há pouco – está tudo bem, entregaram o melhor de todos os governos. Eu me pergunto: onde estão os dados? Onde está a transparência? Como eu, cidadão comum, posso ter acesso aos dados reais da nossa economia? Lei da transparência! Mas ainda estamos longe do ideal.

Já no governo federal… as promessas de campanha já ruíram mesmo antes do segundo mandato de Dilma começar. Cortes, mudanças econômicas, direitos retirados, arrocho… vem aí uma turma da pesada. Ou melhor, vem aí a continuidade de um governo que há anos mente e esconde a situação do país, que finge estar bem diante do cenário mundial, que adota medidas ineficazes na economia. Com economia em crise, não há saúde, educação, segurança, aeroportos, estradas, portos… não há nada!

Mas há corrupção! A Petrobrás está aí e não nos deixa mentir… É, 2015 promete ser de muito trabalho. Teremos que fazer o nosso trabalho e trabalhar mais um pouco para garantir o que o Estado deveria nos garantir e simplesmente ignora. Teremos de dar as mãos com os cidadãos e construir nossa própria unidade.

 

Os caras-pintadas não foram ouvidos

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Lentidão da Justiça brasileira provocou a absolvição do ex-presidente da República, e hoje senador, Fernando Collor. Lembro como se fosse hoje dos caras-pintadas que saíram às ruas, pedindo o impeachment dele, em 1992. Mais de 20 anos depois, a absolvição é a prova de que nossa voz não foi ouvida.

Estranho, porém, parte da população brasileira que o reconduziu ao Senado, ao poder. Hoje, Collor está entre os políticos mais poderosos e influentes do país. Também não fomos ouvidos por aqueles que o elegeram.

Qual o rumo queremos dar do Brasil com políticos assim? Qual rumo queremos tomar daqui pra frente? Culpar a Justiça pela morosidade é justo. Mas culpar aqueles que têm memória curta, também.

Reclamamos de corrupção e reelegemos os corruptos. Se há corruptores, há corrompidos. E se esses se mantêm no poder com aval do povo.

Collor não me representa. Sarney não me representa. Renan Calheiros não me representa. Boa parte dos que comandam o Brasil não me representam. Eles representam vocês? Representam o sonho de país que temos?

Está na nossa mão a chance de mudar isso tudo e fazer, hoje, o que a Justiça não fez em 20 anos.

Ganância, poder e corrupção: o seriado político e a realidade brasileira

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Hoje, sexta-feira (14) a segunda temporada do seriado “House of Cards” será liberada no Netflix e, após assistir todos os episódios da primeira temporada, fiquei pensando o que a política norte-americana tem a ver com a política brasileira. Dizer que corrupção só existe no Brasil é mentira. Estamos entre os países mais corruptos do mundo, mas não somos os únicos. Corrupção existe desde sempre, está ao lado do poder, são quase inseparáveis. Aliás, há alguns dias falei aqui sobre corruptores e corruptos… Um depende do outro.

Nos EUA, há algo bastante diferente do Brasil, além do volume de corrupção: lá o lobby é profissão. Alguém dizer nos EUA que é lobista é dizer sua profissão. No Brasil, lobistas são ilegais e talvez isso acentue ainda mais o poder devastador que têm quando decidem trabalhar e usar sua influência para pautas e ações negativas.

Mas vamos à serie. Ganância, poder, corrupção, troca de favores, jogo sujo, armadilhas… tudo faz parte da rotina do cenário político exibido na série. Parece não haver ingenuidade, parece não haver ideais. Todos têm um preço. Um preço que custa caro ao outro, seja aliado ou adversário. O individualismo fala mais alto, a vontade de ter mais poderoso e influente prevalece.

Não precisamos de um seriado para nos mostrar como isso acontece… Basta vermos de perto o que está havendo no Brasil… Uma guerra de informações, de dados distorcidos, de realidades inventadas. Talvez aqui o jogo não seja tão inteligente e sofisticado quanto nos mostram os personagens de “House of Cards“.  Mas existe e sabemos. A política não pode servir a interesses individuais, não pode ser pessoalizada. A política precisa ser vista como um meio de transformação da sociedade.

De toda forma, a série é ótima e vale a pena acompanharem!

Infraestrutura: por que tanta ineficiência?

O calor de mais de 40 graus que tem feito em Porto Alegre nas últimas semanas tem sido um dos grandes desafios dos gaúchos que vivem na capital. Não bastassem as altas temperaturas, graves problemas de infraestrutura pioram o cotidiano de milhares de famílias. Da zona sul à zona norte da capital, a falta de luz e água castiga ainda mais as pessoas. A cada vez que falta luz em minha casa penso: qual desculpa usarão? Se falta água, a culpa da ausência de energia elétrica… Se falta energia elétrica, a culpa é da sobrecarga… A sobrecarga é culpa dos moradores… E assim vamos: sendo, sempre, os culpados pela ineficiência de nossos governantes.

Há quantos anos falamos em apagão? Todo ano é a mesma coisa! Fica difícil entender as desculpas que as autoridades usam. Ouvindo uma rádio, na semana passada, conheci a história de um homem, que precisa de aparelhos para respirar. Ele sofre de muitos problemas de saúde. Está em casa, sob cuidados médicos e com a família. Quase não resistiu, pois a casa onde mora – assim como todo bairro – ficou sem luz. A cada ligação, sua família era informada de que no dia seguinte teriam a luz restabelecida… Quando uma vida é coloca em risco, é sinal de que estamos no limite.

Mas a gente conhece apenas essa história. Outras dezenas devem estar anônimas. Quantos verões mais teremos que ver vidas serem postas em risco? A vida é o que temos de mais precioso. Não dá para calar diante de irresponsabilidades que a coloque em risco. Pagamos nossos impostos, cumprimos nossa obrigação… e a resposta que temos é muito menor do que a mínima esperada. Me pergunto todo o ano: por que tanta ineficiência quando falamos em infraestrutura?

Tenho dito sempre: falta de água, falta de luz, greves, saúde pública caótica, estradas e ruas esburacas, insegurança e todos os demais problemas que vemos e vivemos, têm solução. E a solução está nas mãos do povo. Em outubro vamos escolher para onde seguir. Podemos escolher seguir com os graves problemas de infraestrutura que o Brasil vive. Ou podemos optar por um novo rumo. Precisamos acordar!

Nova lei anticorrupção passa a valer no Brasil

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A partir de hoje, no Brasil, passa a vigorar a nova lei anticorrupção (lei 12.846/2013).  Sancionada em agosto de 2013 pela presidente, a nova legislação é mais uma ferramenta que servirá de apoio na busca pelo fim da corrupção em nosso país. Sabemos que o Brasil aparece nas listas que apontam os países mis corruptos do mundo. Infelizmente essa marca é forte e temos que fazer de tudo para revertê-la. A nova lei responsabiliza e passa a permitir a punição de empresas envolvidas em atos de corrupção contra a administração pública nacional ou estrangeira.

É preciso, nesse debate, sempre termos claro que, para haver corrupção são necessários dois agentes: o que corrompe e o que é corrompido. Ou seja, duas pessoas (oi lados) precisam estar de acordo para haja corrupção. Quem perde? Milhões de brasileiros que veem o dinheiro pago ao governo em forma de imposto fugir por entre suas mãos. Sem saúde pública, sem segurança pública, sem transporte público de qualidade, sem educação universal, os brasileiros assistem todos os dias as notícias de gente que vende facilidades. Enquanto poucos ganham rios de dinheiro, milhões pagam a conta e vivem sem água, sem luz, sem direitos básicos. Por isso é tão importante essa nova legislação.

Até ontem, as empresas podiam alegar, nos casos de corrupção, que um funcionário havia agido por conta própria, sem autorização da empresa. O mesmo no serviço público, quando um servidor era responsabilizado. Sabemos que isso é fuga, que se escolhe alguém para pagar pelo crime e livrar os grandes corruptores. Antes, era muito difícil comprovar a culpa da companhia ou do empregado. Hoje isso muda! E as empresas pegas em fraudes responderão processos civis e administrativos. Também podem pagar multas altas, que variam de 0,1% a 20% do faturamento anual bruto. Em casos muitos graves, a companhia pode ser até mesmo fechada!

Posso estar errado, mas acredito no valor preventivo dessa lei. Empresários que antes achavam o velho “jeitinho” de conseguir favores e liberações, pensarão duas vezes. O risco de serem multados pesa em suas decisões. Para aqueles que funcionam dentro dos rigores da lei, a nova situação gera mais igualdade em disputas de mercado.

Espero, daqui pra frente, ouvir, ler e ver menos noticias de propinas, de dinheiro em cuecas, de compra de votos, de mensalão, de corrupção. Está mais do que na hora de darmos um basta nessa vergonha que é a corrupção no Brasil. Mudar a cultura das pessoas é essencial para que tenhamos um país sério, comprometido com seu povo, com suas leis, com seu desenvolvimento.

Para entenderem mais, sugiro leitura do G1: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/01/lei-anticorrupcao-entra-em-vigor-nesta-quarta-espera-de-regras.html

O mordomo da Casa Branca – dica de filme

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Hoje trago mais uma dica de filme: O mordomo da Casa Branca. O filme  – baseado livremente em uma história real – tem como protagonista  um negro que se torna mordomo na Casa Branca. Somente essa função na morada oficial dos presidentes norte-americanos seria um feito, pois o racismo era muito forte na época em que a história acontece. Mas o filme vai além. O mordomo foi ouvinte de reuniões extremamente importante, em que se decidiam os rumos dos EUA, pois Cecil Gaines (o mordomo) trabalhou com  oito diferentes presidentes, durante três décadas, entre eles Dwight Eisenhower, Richard Nixon, John Kennedy, Lyndon Johnson e Ronald Reagan.

O filme é rico nos temas que suscita: do preconceito racial às relações familiares. Gaines enfrenta problemas com a esposa (alcóolatra) e dedica-se ao extremo ao trabalho. Deixa, assim, um vazio em casa. Ocupando uma posição que é essencial numa residência oficial, mas, ao mesmo tempo, de forma submissa, o mordomo vê o filho tornar-se um lutador pela igualdade racial e por direitos civis para os negros. Pode-se ver um certo antagonismo nas duas formas de ver e agir dos personagens. De toda forma, é sempre impactante ver a representação da sociedade norte-americana e o preconceito que vigorou lá por séculos (e que ainda existe, em menor grau, claro).

Fora a questão de preconceito, o filme me permitiu outro olhar, um que minha realidade me permite fazer melhor ainda. O olhar de quem vê uma oportunidade e corre atrás. Gaines fez isso a seu modo: ele tinha um objetivo, buscou da sua forma e conseguiu. O entorno do drama são os fatores que definem se os objetivos serão alcançados. Além disso, o filme nos mostra a família como o ponto forte das nossas vidas e os eternos conflitos internos que vivemos diariamente para entender a posição das pessoas.

O filme também mostra uma  causa naturalmente humanitária, sobretudo por lembrar-nos do valor da batalha diária, do quanto a união familiar é importante e, principalmente, que todos somos iguais e contribuímos de forma diferente para um país melhor, mas contribuímos.

Recomendo assistir e refletir.

Mais impostos e quem paga é você!

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Há tempos venho dizendo que precisamos alterar nossa política econômica. O trabalhador brasileiro está pagando cada dia mais e mais imposto. Em contrapartida, não recebe o mínimo em suas cidades e estados. Vivemos presos em casa, porque não temos segurança; mesmo com planos de saúde privados, enfrentamos horas nas filas de emergências; pagamos IPVA e pedágios e as estradas deixam a desejar… A inflação está aí, para quem quiser ver. Basta ir ao supermercado, à farmácia, ver a mensalidade escolar, tudo… Entre o ano de 2000 e 2013, os impostos cresceram 277%. Já parou para pensar quem está pagando essa conta?

Divido com vocês minha leitura de hoje, do Estadão.

A carga tributária per capita anual cresceu 277,3% entre 2000 (quando era de R$ 2.086,21) e 2013, quando chegou a R$ 7.872,14, de acordo com uma pesquisa do Instituto Assaf, que analisa a carga tributária brasileira, com base nos dados do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Segundo o levantamento, nos últimos 14 anos, a carga tributária brasileira saltou de R$ 350 milhões em 2000 para R$ 1,53 trilhão até 13 de dezembro de 2013. Um aumento de 334%.

Segundo o estudo, o Produto Interno Bruto (PIB) no período de 2000 a 2012 cresceu 273,3%. Na mesma base de comparação, o aumento na carga tributária per capita foi de 284,3%. “Se analisarmos a carga tributária como porcentual do PIB, esses impostos representam cerca de 35,3%. Em 2000 este porcentual era de 30,4%”, diz o levantamento.

De acordo com o Instituto Assaf, o arrocho promovido pela Receita Federal “no controle, checagem e confronto de informações cadastrais está contribuindo para que esses valores se mostrem cada vez mais altos tanto para os brasileiros quanto para as empresas”.

Em relação ao salário mínimo e levando em consideração de 2000 até o ano passado, o valor passou de R$ 151 para R$ 678, um aumento de 349%. No início deste ano, o mínimo subiu para R$ 724. O levantamento destaca que a inflação no mesmo período (2000 a 2013) medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 137,9%, “o que deixa o aumento real do salário mínimo em 88,8%”, diz.

Nota fiscal eletrônica mais próxima dos porto-alegrenses

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Os porto-alegrenses têm um motivo para exercitarem a esperança. A Prefeitura Municipal anunciou que deve lançar no primeiro semestre de 2014 a nota fiscal eletrônica. Garanto que muitos de vocês já conhecem o sistema em função de cidades como São Paulo, que há anos utiliza o serviço, ou de Canoas, que também possui o sistema desde 2011. A receita é a mesma de sempre: incentivar o cidadão a exigir nota fiscal. Assim, a Prefeitura aumenta a arrecadação de tributos e pode, em função desse aumento, beneficiar o cidadão. Outro objetivo é combater a sonegação fiscal.

São dois os benefícios que o porto-alegrense que exigir a nota fiscal poderá ter: sorteio de prêmios e devolução de parte do ISS (Imposto Sobre Serviço). O valor referente à devolução poderá ser depositado direto na conta corrente do cidadão ou ele poderá usar como abatimento do IPTU. Já o empreendedor também é beneficiado, pois o custo da nota fiscal eletrônica é mais acessível.

A ideia não é nova, sabemos. Sempre me pergunto por que demoram tanto a implementar ações simples, bem sucedidas e que tem resultado positivo garantido para todos. Será que o poder público não olha para os exemplos que outras cidades dão? Será que não tínhamos pensado nisso nos últimos anos? Será que não achavam interessante?

Sem atração de investimentos em Porto Alegre, é preciso encontrar uma forma de aumentar a arrecadação sem prejudicar os empreendedores e os cidadãos. Nesse sentido, a nota fiscal eletrônica é uma solução que existe há anos. Mas, mesmo bastante atrasados, é um bom motivo para comemorarmos. Ou melhor, para aguardarmos. Vamos ficar de olho e atentos. Devemos cobrar da Prefeitura a implantação da nota fiscal eletrônica logo.

Para quem acha que o valor que receberá é baixo e não vale a pena, escolha doar o valor a uma instituição beneficente. Milhares de pessoas doando pouco mudará para melhor a vida das pessoas que dependem dessas instituições.

Para entender melhor

Salões de beleza, serviços de saúde e estacionamentos (façam as contas de quanto se gasta por mês em estacionamento em Porto Alegre!) estão entre os negócios que poderão emitir a nota fiscal eletrônica. Na capital gaúcha, 5% do total da nota fiscal é a alíquota do ISS.

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Dica de leitura:

Cansado de ouvir notícias sobre engarrafamento, trânsito pesado? Pois os norte-americanos estão vindo para a América Latina buscar soluções para os problemas de trânsito que também ocorrem por lá.

 

Findamos um ciclo para começarmos outro

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Chegamos à ultima segunda-feira de 2013. Um ano que marcou o Brasil, sem dúvida. Um ano em que paramos para ver e ouvir os brasileiros, que vimos tragédias inesquecíveis, que vimos imprudência e suas consequências… Um ano que vimos a força que temos diante do nos que é adverso. É sobre esse espírito que quero escrever aqui.

Durante todo o ano, usei o site para divulgar notícias importantes, para dividir informação e compartilhar dados. Nossa voz, para ser ouvida, precisa de conteúdo, de argumento. Isolados, não temos voz! Mas essa etapa se encerra para passarmos a uma nova. Quero dividir com vocês, diariamente, uma opinião crítica sobre o que lemos e vivemos.

Por quê? Porque 2014 pede isso, pede opinião, pede que sejamos atentos e críticos. 2014 é o ano que correrá mais que qualquer outro. É o ano da Copa do Mundo no Brasil, de eleições. Deve ser o ano que em as manifestações voltarão às ruas… A economia dá sinais de que precisa de rumo, é um ano decisivo para isso.

Então, ao invés de publicar as notícias, seguirei lendo (e as indicando com links) aqui. Mas dividirei com vocês minha impressão sobre o que acontece. Porque de nada adianta apenas lermos e estarmos informados. Temos que formar nossa opinião. E esse é um espaço para que todos possam fazer isso.

A todos, um feliz 2014. Que seja um ano de mudanças profundas, de reencontro com o que o Brasil tem de melhor, com mais desenvolvimento econômico e social, com menos violência e impunidade, com mais exemplos positivos, com mais manifestantes nass ruas, com menos vândalos nas ruas, com esperança renovada, com segurança e verdade em nossas palavras e ações.

 

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