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Concursos públicos têm recorde de vagas

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Pelo menos três concursos federais com boa oferta de vagas devem ter editais publicados até o fim do ano. Um deles, do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS), foi autorizado pelo Ministério do Planejamento na semana passada. A seleção é voltada a preencher 800 vagas de técnico do seguro social e150 postos de analista do seguro social. O edital deve sair até dezembro.

Confira mais vagas

Outra seleção é para a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que deve oferecer cerca de 1,5 mil vagas tão logo o pedido de abertura de concurso seja aprovado no Ministério do Planejamento. As oportunidades exigem curso superior em qualquer área e carteira de habilitação B. A remuneração ultrapassa os R$ 7 mil. A corporação também pretende nomear aprovados na última seleção, de 2013.

O Banco do Brasil também gera expectativa, segundo a Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos (Anpac). A instituição financeira deve publicar edital a partir de 26 de setembro. As vagas, segundo decisão judicial do Ministério do Trabalho, deverão ser preenchidas no prazo de validade do processo seletivo, e não ser voltadas a cadastro reserva.

A expectativa da Anpac é que 2015 registre recorde de vagas abertas em concursos públicos, algo em torno de 215 mil nos níveis municipal, estadual e federal.

Fonte: Zero Hora

Mercado de trabalho formal fecha 97 mil vagas em abril, mostra Caged

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Tenho dito, e não é de hoje, que o emprego no Brasil está em risco. Muitos desacreditavam, afinal, minha empresa vive de gerar empregos. Essa é minha especialidade e criamos mais de 20 mil empregos diretos nos últimos anos. Mas, justamente por viver essa realidade, por conhecer a economia e seus sinais, o alerta era claro e preciso. Números não mentem. A forma como são interpretados podem mentir, depende da intenção e do objetivo de quem os lê. O governo Dilma queria mentir, precisava mentir para se reeleger. Disseram que não havia crise, que havia pleno emprego, que não haveria recessão, que a inflação estava controlada, que a Petrobras daria lucro… Quem conhece um pouco mais essas áreas, sabia que eles mentiam. O resultado é esse que o jornal Estadão nos mostra: 97 mil vagas fechadas apenas em abril.
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A geração de empregos em abril veio negativa, em um resultado raro para este período do ano. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta sexta-feira, 22, foram fechados 97.828 postos de trabalho no mês passado. O número informado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) é o pior da série histórica, iniciada em 1992.

No mesmo mês do ano passado, o saldo foi positivo em 105.384 pela série sem ajuste. O resultado de abril ficou muito abaixo das expectativas do mercado, coletadas pelo AE Projeções. O levantamento com 13 participantes apontava para um número que iria de 5 mil negativos a um total positivo de 95 mil, com mediana indicando a geração de 66 mil vagas de emprego, sem ajuste sazonal.

A série sem ajuste considera apenas o envio de dados pelas empresas dentro do prazo determinado pelo MTE. Após esse período, há um ajuste da série histórica, quando os empregadores enviam as informações atualizadas para o governo.

Emprego na indústria
Refletindo o cenário de deterioração da economia, a indústria de transformação foi a responsável pelo maior número de fechamento de vagas formais de trabalho em abril, segundo dados do Caged. No total, foram fechados 53.850 postos no setor, resultado de 267.759 admissões e 321.609 desligamentos no período.

Em segundo lugar como destaque negativo, a construção civil reduziu 23.048 postos, com 163.471 admissões e 186.519 demissões. O comércio fechou 20.882 vagas e o setor de serviços encerrou 7.530 empregos no mês.

O único setor com saldo positivo em abril foi a agricultura, com 8.470 novas vagas.

Ajustes
Segundo o economista-sênior do Besi Brasil, Flávio Serrano, o resultado do Caged de abril é “bastante negativo”. “(O resultado) Mostra que há uma intensificação do ajuste no mercado trabalho, o movimento em si era esperado, mas surpreende pela intensidade”, afirmou.

Serrano acredita que o processo de alta no desemprego vai ajudar no processo “de correção do desequilíbrio da inflação”. “Uma parcela é inflação de serviços que era resultado de mercado de trabalho em patamares elevados. Ou seja, está havendo um ajuste”, disse.

Para Serrano, o processo de queda no rendimento real também reforça esse cenário de correção de inflação. “É a parte dolorosa, infelizmente.” Além disse, ele destaca que a queda no emprego terá como reflexo a desaceleração do consumo.

Nas estimativas do economista, o desemprego deve caminhar para a faixa dos 7%. “Esperávamos esse patamar no ano que vem, mas pode ser até neste ano, caso continue essa intensidade”, afirmou.

Para o economista da Gradual Investimentos, André Perfeito, o resultado vem em linha com o objetivo implícito do governo de mexer nos salários. “É claro que o governo não vai admitir isso explicitamente, mas ao reduzir o mercado de trabalho, ele consegue mexer nos salários. Essa é a forma de se ajudar no processo de arrefecimento da inflação para levá-la ao centro da meta em 2016″, disse o economista.

Perfeito lembra que o Caged está reproduzindo o que a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE já havia mostrado no mesmo mês do ano passado, quando a taxa de desemprego subiu de 6,20%, em março, a 6,40%. Para o economista, dependendo do quanto o mercado de trabalho ajudar na redução da inflação, talvez, o ajuste da economia possa ser um pouco menos rigoroso.
(Colaborou Carla Araújo e Francisco Carlos de Assis)

Fonte: Estadão (http://goo.gl/ERzWVm)

Dia do trabalho!

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Há quase uma década meu trabalho tem sido criar empregos pelo Brasil. Já foram mais de 15 mil! No dia do trabalho, divido esse meu orgulho com cada um desses trabalhadores, que tiveram uma nova chance e a agarraram com força e dedicação, mudando o rumo de suas vidas e fortalecendo suas famílias. Trabalho é sinônimo de dignidade! Não há desenvolvimento do Estado sem o trabalhador, que é o verdadeiro motor do Brasil.

Resultado de anos de trabalho: orgulho

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Há alguns anos, o meu sonho de transformar tudo o que estudei em trabalho, renda e dignidade para as pessoas começou a se desenhar. Tive que sair do RS, meu estado, ficar longe de minha família, para provar que desenvolvimento econômico e geração de renda são possíveis.

Hoje, lendo a revista Veja, tenho o maior orgulho de ter arriscado, ter escolhido seguir atrás de meu sonho. A reportagem fala sobre as cidades onde estão os melhores empregos. Saquarema, no Rio de Janeiro, está entre essas 10 cidades. Algo impossível de ser pensado há poucos anos. Realidade que foi construída com muito trabalho, estudo, dedicação, vontade política e parceria dos cidadãos. Com a Rosa,Naibert, pudemos transformar a realidade de milhares de pessoas. Com um trabalho árduo, revertemos uma situação de estagnação para uma realidade próspera e um futuro promissor.

Me emociona ver isso em uma das principais revistas do País. É sinal de que caminhamos no rumo certo, buscamos as melhores parcerias, acreditamos no potencial das pessoas. Que sirva de exemplo do Rio Grande do Sul. E aos meus parceiros nesse trabalho, minha gratidão. Mudar a vida das pessoas para melhor, dando a elas dignidade, perspectiva e um presente melhor é a maior recompensa de anos de trabalho.

 

Os desafios da economia municipal seguem os mesmos

No fim de 2012, escrevi um artigo alertando para os desafios dos prefeitos. Fazer dos municípios protagonistas na tarefa de atrair investimentos é necessário para a saúde financeira e social das cidades. Naquele artigo, fiz uma provocação afirmando que era necessário mais vontade, mais protagonismo e mais visão empreendedora por parte dos gestores públicos. Disse que eles deveriam acompanhar o ritmo da economia para serem menos dependentes dos recursos federais e estaduais. Passados 12 meses, vejo os municípios vivendo um período de economia instável e dependente das politicas de estímulo econômico do governo federal. Além de não haver atração de investimentos adequada, no Rio Grande do Sul, alguns municípios tiveram uma queda de até 22% na arrecadação. Pesquisa divulgada nesse domingo mostra que esse cenário é nacional: só 8% dos municípios brasileiros arrecadam mais do que gastam. Ou seja, 92% gastam mais do que arrecadam. É cada vez mais necessária a atração de investimentos adequada com a realidade de cada município, além da descoberta e da potencialização de vocações locais.

Mas, como na vida, há quem reclame e espere pelas soluções paliativas e há aqueles que agem. No início de 2013, conversei com representantes de quatro municípios no Estado. Ouvi suas colocações sobre desenvolvimento, mas não ouvi nada sobre a implementação e medidas concretas. A economia, para eles, fica no campo das ideias, apenas. Viamão, porém, mostrou-se diferente, pois a visão do desenvolvimento econômico local é semelhante a que se vê em cidades que se colocaram como indutoras do desenvolvimento.

Entendemos, durante as conversas, que Viamão precisava criar o ambiente para atrair investimentos consistentes, com visão de sustentabilidade e geradores de emprego e renda (dado que pelo menos 60% das pessoas que vivem em Viamão trabalham e geram renda em municípios vizinhos, mas usam os serviços públicos locais). Viamão quis criar esse novo ambiente e tornou esse desafio o principal de 2013. O Poder Executivo agiu de forma rápida, elaborou a proposta legislativa necessária. A Câmara Municipal respondeu também com rapidez e a aprovou.

Em seis meses, foram analisados todas as propostas, cada processo recebeu uma resposta, as empresas foram visitadas e todos receberam as informações necessárias para a tomada de decisão precisa. Ao final de 2013, foram aprovados R$ 51 milhões em investimentos, com geração de 1200 empregos diretos e pelo menos 3 mil indiretos. Outros R$ 20 milhões serão investidos em uma segunda etapa. É possível, é viável, basta assumir o papel de protagonista.

Nelson Naibert
Economista

Jovens estão estudando mais e atrasando entrada no mercado de trabalho

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Reportagem do jornal Zero Hora dessa terça-feira traz um cenário sobre o qual precisamos refletir: nossos jovens estão se dedicando com exclusividade aos estudos e entram para o mercado de trabalho cada vez mais tarde. Isso tem o lado bom e uma parte complicada. De toda forma, o que temos que comemorar, sem dúvida, é que os jovens estão estudando. Meu trabalho me dá muito orgulho porque já ouvi de muitos pais que a melhor recompensa por terem um emprego e uma renda fixa é poder proporcionar aos seus filhos os estudos que não tiveram. Tem sido assim por todas as cidades que passo, ajudando na política de desenvolvimento econômico, ajudando na geração de renda e emprego.

Se nossos jovens estudam mais e com dedicação exclusiva, temos profissionais mais capacitados para o mercado de trabalho. Ao mesmo tempo, a taxa de desemprego diminui a cada ano. Porém, esse cenário acaba gerando falta de mão de obra no mercado e isso traz muitas dificuldades para aqueles que precisam contratar.

Vamos a alguns números: a geração de vagas tem crescido pouco (os dados são de outubro de cada ano):

2008 6,9% | 2009 -1,2% | 2010 3,4% | 2011 1,5% | 2012 -1,1% | 2013 1,1%

A quantidade de pessoas disputando vagas é menor

2008 4,7% | 2009 -1,4% | 2010 1% | 2011 0,3% | 2012 -1,2% | 2013 0,2%

O que precisamos entender é que o mercado precisa de pessoas qualificadas, sem dúvida. Mas não se pode projetar o futuro de grandes oportunidades se as que existem hoje não forem bem aproveitadas. Em outras palavras, precisamos de pessoas capazes atuando hoje para que o mercado siga em alta e proporcione a esses jovens boas oportunidades quando deixarem de estudar.

O Brasil precisa aprender a valorizar o ensino técnico, fundamental na trajetória de sucesso de países desenvolvidos. A economia de qualquer país precisa de técnicos. É tempo de olharmos para isso e corrigirmos o curso da nossa história. Estudar é fundamental, afinal, a educação é a melhor arma de transformação social. Precisamos saber usá-la a favor de nosso país, de nossa economia, de nosso desenvolvimento.

 

Viamão: Emprego como critério

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Estou muito feliz por começar 2014 com essa grande notícia para o município de Viamão. Em 2013 alertei, através de um artigo no jornal Zero Hora, sobre os desafios dos prefeitos gaúchos. Enquanto a economia ficar apenas no plano das ideias, sem ação, as cidades perderão investimentos e serão cada vez mais dependentes das políticas econômicas dos governos federal e estadual. Os municípios devem ser autônomos, protagonistas. Fico realmente feliz por poder ajudar Viamão a mudar o rumo de sua história.

Como bem disse a jornalista Maria Isabel Hammes, é cada vez maior o movimento das empresas em busca de espaços para crescer na Região Metropolitana. Viamão percebeu esse espaço e correu atrás. Resultado: R$ 51 milhões investidos agora e mais R$ 20 milhões num segundo momento. A cláusula básica é a geração de empregos. Serão mais de 1200 diretos e aproximadamente 3 mil indiretos. Isso, na prática, é dignidade para a vida das famílias dos trabalhadores. Os pais que estiverem trabalhando nesse novo polo de desenvolvimento poderão dar educação a seus filhos e, sabemos, educação é a base de tudo. Em algumas cidades do país, especialmente do estado do Rio de Janeiro, já ajudei a criar mais de 10 mil empregos diretos. Fico mais feliz ainda por poder fazerm em meu Rio Grande do Sul. Espero seguir trabalhando muito pelos gaúchos.

 

Empresários estão otimistas com a economia

Pesquisa realizada pelo Sebrae/RS junto a 800 micro e pequenos empreendedores (MPEs), durante os meses de novembro e dezembro, revela que 88% do segmento acredita que o País deve crescer mais em 2014, em comparação ao ano que se encerra. A expectativa é gerada pelo aceno de uma safra agrícola mais produtiva que a de 2013 e pelo aquecimento do comércio e dos serviços com a chegada de turistas ao Brasil, por conta da Copa do Mundo. “Também as eleições devem impactar positivamente, já que, tradicionalmente, os anos eleitorais são acompanhados de maior democratização do crédito e redução dos juros, alavancando o consumo”, opinou o presidente do Sebrae regional, Vitor Koch, durante balanço das ações desenvolvidas durante os últimos 12 meses.

De acordo com levantamento junto ao público-alvo do Sebrae, os microempreendedores individuais estão mais otimistas (61% dos entrevistados nesse segmento) em relação ao desempenho da economia brasileira. Outros 40% acreditam em crescimento moderado. A maior preocupação é com a elevação generalizada dos preços, em virtude do aumento da inflação, que, em 2014, deverá girar entre 5,6% e 6,5%, segundo o IPCA. “Temos histórico que assusta no País, que já viveu momentos de até 40% de inflação. Mas certamente o governo federal e o Banco Central deverão tomar medidas para controlar e fazer com que se mantenha o equilíbrio econômico”, ponderou Koch.

O dirigente lembrou que a Copa será uma oportunidade momentânea de negócios e ressaltou que as empresas que estão sendo capacitadas pelo Sebrae para receber os turistas do Mundial também estão recebendo orientações de gestão, controle de  negócios, e desenvolvimento de planos de marketing. “É uma gama de ferramentas disponíveis, que certamente continuarão dando resultados para esses empresários após o evento.” De acordo com Koch, o Sebrae identificou 780 oportunidades de negócios para pequenos empreendedores da área de souvenirs, que podem ser desenvolvidos para suprir a demanda dos visitantes por lembrancinhas, desde camisetas de Porto Alegre e do Laçador, até canecas e copos, entre outros.

O presidente da entidade também demonstrou otimismo frente ao ano que se inicia e destacou que “toda a economia deve se beneficiar” do campeonato, uma vez que os setores beneficiados diretamente também devem realizar uma série de melhorias em seus negócios nos próximos anos. Os dados da pesquisa da entidade confirmam que 30% das empresas pretendem investir em 2014. Destas, 68% querem ampliar ou reformar as instalações, 18% pretendem adquirir máquinas e equipamentos e 18% injetarão recursos em novos funcionários. “Aliando isso ao bom resultado estimado no agronegócio, em 2014, teremos crescimento igual ou melhor ao balanço apresentado neste ano.” Em 2013, o Sebrae teve um incremento de 23% nos atendimentos, em relação a 2012. No total, foram atendidos quase 153 mil empreendimentos formais. Também houve acréscimo de 35% no atendimento às empresas com soluções de inovação, totalizando mais de 12 mil. Conforme dados da entidade, as MPEs são responsáveis por 52% dos postos de trabalho formais do País e, a cada mês, contratam mais do que as grandes e médias empresas.

Fonte: Jornal do Comércio

Mulheres no mercado de trabalho chegam a 50% na América Latina

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Os países da América Latina e do Caribe registraram em 2013, pela primeira vez, taxa média de 50% de participação feminina no mercado de trabalho. Ainda assim, as mulheres continuam sendo o grupo mais afetado pelo desemprego e pela informalidade. Os dados são do Panorama Laboral da América Latina e do Caribe 2013, relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta terça-feira (17).

“Uma análise sobre a evolução da taxa de participação por sexo no mercado de trabalho demonstra que se mantém a tendência positiva sobre a redução da brecha de gênero”, aponta trecho do documento.

De acordo com o relatório, a taxa média de participação das mulheres no mercado está relacionada ao comportamento da demanda por mão de obra. Essa taxa é um indicador que expressa a proporção de pessoas de cada gênero incorporadas ao mercado de trabalho como ocupadas. No caso dos homens, a participação total na região chegou a 71,1% em 2013.

No Brasil, foi registrada uma taxa de participação de mulheres um pouco inferior à média regional – 49,3%, apesar de ter sido superior ao resultado alcançado em 2012, de 49%. Entre os países, os que tiveram participação feminina mais baixa no mercado de trabalho em 2013 foram a República Dominicana (37,9%), o Equador (44,2%) e Honduras (44,7%). As mais altas, por outro lado, foram no Peru (64,7%), no Panamá (61,1%) e na Colômbia (60%).

Apesar da melhora em termos de participação, o estudo indica que o desemprego de mulheres é 35% maior do que o dos homens. Dos cerca de 14,8 milhões de pessoas sem trabalho na região, 7,7 milhões são do sexo feminino (52%). As taxas de desemprego feminino chegaram a 20,2% na Jamaica e 13% na Colômbia.

Quando se cruzam dados sobre mulheres e jovens, contata-se que jovens do sexo feminino são 70% dos desempregados na faixa etária dos 15 aos 24 anos de idade. As estimativas da OIT são a de que haja cerca de 6,6 milhões de jovens sem emprego em áreas urbanas da região – dos quais aproximadamente 4,6 milhões seriam do sexo feminino.

Entre 2012 e 2013, o desemprego de trabalhadores do sexo feminino na América Latina e no Caribe teve redução de três pontos percentuais – de 7,9% para 7,6%. A taxa de desemprego entre os homens, em contraponto, teve redução menor, passando de 5,7% para 5,6%. Para a OIT, isso demonstra que houve a intensificação da demanda pelo trabalho feminino no período.

Fonte: Agência Brasil

No polo naval, emprego é preocupação

Ainda sem confirmação oficial da visita da presidente Dilma Rousseff a Rio Grande amanhã, a cidade que começou a construir plataformas no Rio Grande do Sul se mobiliza para tentar organizar o mercado de trabalho local.

No foco, a preocupação com o contingente estimado entre 3 mil e 4 mil pessoas que deve ficar sem colocação por um prazo de três a cinco meses, exatamente por conta da conclusão da plataforma P-58, que Dilma deve “batizar” amanhã, caso a visita seja confirmada. Uma força-tarefa unindo diferentes entidades tentará encaminhar uma proposta para responsabilizar empresas subcontratadas para a montagem de plataformas no polo naval gaúcho.

Na segunda-feira, no Tribunal Regional do Trabalho (TRT), representantes da corte recebem integrantes da Secretaria do Trabalho e Ação Social, do Ministério do Trabalho, do Ministério Público do Trabalho, da Caixa e da Polícia Federal. Incentivador do encontro, o secretário do Trabalho, Luiz Augusto Lara, explica que há três pontos na agenda: regularização das rescisões de contrato, aceleração da liberação do seguro desemprego e recolocação da mão de obra que será liberada com a conclusão da P-58, prevista para o fim do mês. Também estão envolvidos sindicatos, centrais sindicais e Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social.

Fonte: Zero Hora

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