Desemprego atinge mais de meio milhão de gaúchos

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Reportagem do jornal Zero Hora traz dados muito ruins para o RS. Com avanço do desemprego em todo o país, atingimos, aqui, 8,7% de desempregados. É a maior da região sul. São 530 mil pessoas em busca de trabalho. Segundo o jornal, é como se toda a população de Santa Maria e de Novo Hamburgo estivessem sem emprego. Outro dado que assusta, é a comparação com o primeiro trimestre deste ano. De lá pra cá, mais 75 mil pessoas perderam o emprego no Rio Grande do Sul. Já com relação ao período de abril a junho de 2015, o aumento foi de 180 mil desempregados.

Volto, então, à campanha de 2014, quando falávamos nisso: no desemprego. Negavam. Me chamavam de pessimista. Minha experiência, porém, me mostrava que estava certo. E que o alerta era urgente. Mas não é tempo de olharmos para o passado. É tempo de mudarmos o futuro. Entre as propostas de nossa campanha está a geração de emprego e renda de forma planejada. Porto Alegre precisa voltar a crescer e gerar emprego. Um País forte depende de municípios fortes.

A crise vai passar? Vai. Os empregos serão gerados? Sim. Mas não num curto prazo de tempo. Acredito que a partir de 2017 as coisas devem começar – devagar – a melhorar. Desde que haja, claro, planejamento.

Confira nossos compromissos assumidos

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Não basta prometer. É preciso assumir compromissos. E assumir compromissos verdadeiros e cabíveis. Muito candidato promete o que não é de sua competência. Outros, apresentam dezenas de propostas. Eu tenho cinco propostas claras:

1. Propor o Plano Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social;

2. Propor o plano de Geração de Emprego e Renda;

3. Propor o Plano Municipal da Juventude Empreendedora;

4. Movimentar a economia da zona sul e do extremo sul de Porto Alegre;

5. Consolidar a zona leste de Porto Alegre como um pólo de tecnologia.

Peço teu apoio, tua confiança e teu voto

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Hoje inicia mais um desafio em minha vida: a campanha para vereador de Porto Alegre. E como tantos outros, este desafio quero dividir com todos os meus amigos e simpatizantes, pois esta batalha não será vencida sem muito apoio e sem a compreensão de todos. Aliás, a política é prática coletiva. Se não for assim, acaba mal.

Quero, portanto, deixar aqui minha mensagem como candidato: Porto alegre há muito tempo perdeu o protagonismo no desenvolvimento econômico-social. Vivemos um momento de muitas demandas se sobressaem e poucas soluções. Todos buscamos melhor saúde, segurança e educação. Mas não vemos caminhos para isso. Há anos, muito se promete e pouco, muito pouco se entrega.

É hora de mudança! A política não pode ser mais feita pelas pequenas demandas. Deve ser, sim, de projetos. Temos que criar uma política de desenvolvimento econômico-social, com geração de emprego e renda para nossas famílias. Esse é o primeiro passo para resgatarmos a dignidade e a autonomia dos núcleos familiares. A partir disso, os outro problemas podem ser superados.

Nossa proposição – e digo nossa porque conversei com centenas de pessoas – é trabalhar com projetos de geração de emprego e renda. Claro que vamos tratar das pequenas demandas do cotidiano. Isso é obrigação de todo vereador. Mas propomos ir além. Precisamos mudar nosso foco. Chega da troca de favores, de conseguir a vaga na creche ou no hospital em troca de apoio. Vamos, sim, trabalhar por projetos que façam do cidadão um ser independente e que possa cobrar dos vereadores o seu papel e as suas obrigações.

Acredito que ter emprego e renda é dar melhor alimento ao filho e assim usar menos o sistema de saúde publica; ter emprego e renda é poder manter nossos filhos próximos a nós e não vivermos a angústia de os vermos sendo levado pelo tráfico;  ter emprego e renda é mostrar aos nossos filhos que o estudo liberta e dá uma vida melhor e que o conhecimento é a única coisa que jamais vão nos tirar.

Assim que vejo a politica: de forma propositiva e que faça a diferença nas vidas das pessoas. Vamos que vamos. Conto com teu voto, tua confiança e teu apoio! #NelsonNaibert40010

Sou pré-candidato a vereador de POA em 2016

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Não é à toa que hoje estou aqui com vocês. É o dia do AMIGO e estamos entre tantos amigos para dar a largada oficial a um sonho coletivo. Um desejo coletivo de mudança.Quando decidi entrar para a política em 2012, me somei à campanha da deputada Manuela, que concorria à prefeitura de Porto Alegre. De lá para cá já se passaram quatro anos. A vontade de ajudar a mudar a política, desde então, só fez aumentar.

Decidi enfrentar o desafio, porque é isso que faço desde que me conheço por gente. O meu melhor exemplo, minha mãe, me ensinou que se temos vontade, então podemos e devemos seguir em frente. Conversei, então, com diversos partidos. Recebi alguns convites. Um dos mais recentes me levaria para Brasilia, para contribuir com o País. Optei pelo PSB, partido que tem se mostrado bastante democrático e plural. Acredito ter feito a escolha certa.

Concorri pela primeira vez em 2014. Disputei uma vaga na Assembleia Legislativa. Foi um grande aprendizado. Com acertos erros. Aprendizados e algumas decepções. Tudo, porém, me deixou mais forte e mais disposto a seguir na luta.Aquela foi uma eleição especial. Tínhamos Eduardo Campos nos inspirando e falando da urgente coragem pra mudar. Perdemos aquele que seria o melhor presidente da nossa história. Tinha potencial para isso. Herdamos o legado e a ousadia de acreditar em uma política coletiva, diferente, feita com coragem de enfrentar os velhos nomes e os velhos feudos.

Aliás, vocês lembram em quem vocês votaram para vereador em 2012? Acompanharam o que os vereadores fizeram desde então? Somos tão responsáveis pela péssima qualidade política que vivemos hoje quanto os políticos. Ainda vemos gente vendendo voto, trocando por asfalto, cargos, remédios, favores… Ou mudamos nossa postura, ou seremos reféns dessa velha política. Ao nos permitirmos trocar nosso voto por um remédio, isentamos o Estado de sua responsabilidade.  Saúde é direito constitucional. Não pode ser moeda de troca. Assim como a educação, assim como a segurança, assim como o desenvolvimento econômico e social.

Lembro que na campanha de 2014 eu falava muito de geração de emprego e renda. É o que tenho feito há mais de 20 anos no mercado de trabalho. Direta e indiretamente, já ajudei a criar quase 50 mil empregos. Há dois anos isso parecia loucura. Uns diziam que a economia ia bem demais! Que não havia crise. Que vivíamos o pleno emprego. Deu no que deu!

Sigo coerente e lutando pelo desenvolvimento econômico e social de Porto Alegre, pelo desenvolvimento das vocações regionais, pela geração de emprego e renda para todos os níveis de qualificação. Quero porto-alegrenses independentes, com dignidade garantida. E dignidade só se garante com emprego e renda. Ao ter isso, o pai e a mãe de família podem manter seus filhos na escola, podem lhes dar segurança, educação, exemplo. Dignidade não se compra. Se conquista. Está na hora disso: de tornar o povo independente! Autônomo! Capaz de tomar suas próprias decisões. Quando formos assim, teremos a política  a serviço do povo que é o que ela deveria ser desde sempre e para sempre.

Obrigado a todos por terem vindo hoje aqui, por estarem comigo nessa caminhada. É duro o caminho. Mas quem acreditaria que o menino pobre, crescido no morro, criado apenas pela mãe iria se transformar em um empresário bem sucedido, professor, mestre? Pois sigo o mesmo menino daquela época: cheio de sonhos, de coragem e de verdade no coração.

E lembrem-se: 1 AMIGO VALE 10. Não teremos uma campanha com muitos recursos. Mas a minha verdade e a tua verdade podem fazer a diferença. Conquista o voto de mais 10 amigos e iremos de braços dados para o Plenário da Câmara de Vereadores. Não para ser mais um. Mas para ser, de verdade, a voz daqueles que são parte desse processo e desse sonho.

 

Choque de gestão para não virar estatística

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A labuta diária de pequenos empresários ficou mais árdua a partir de 2014, quando o desemprego deixou os consumidores sem dinheiro e a inflação esticou os gastos com mão- de-obra e matéria-prima. A cada cem empresas abertas no Brasil, 27 fecham nos primeiros dois anos, e quase metade não completa quatro anos.

Se a situação já é complicada para grandes companhias – C&A, Walmart e Marisa, por exemplo, tiveram de fechar lojas recentemente –, para os demais é pior. Com menor quantidade de clientes e opções restritas para tomar crédito, resta aos donos de pequenos negócios apostar na gestão para garantir fôlego à empresa.

– Na crise, é ainda mais importante ter planejamento. O empresário que não identificou desperdícios, resolveu as falhas na produção ou que ignora um plano de metas corre mais risco de quebrar – afirma o consultor de empresas Nelson Naibert, da Rosa Naibert Tributos & Finanças.

Para Naibert, os empreendedores precisam entender os próprios diferenciais, e, então, olhar para seus clientes e avaliar o que podem entregar. Quanto mais eficiente e inovadora for a solução, mais fácil será escapar da concorrência.

– Se a empresa vende quatro produtos, mas só um é realmente rentável, ela tem de investir no que dá lucro – exemplifica Naibert.

Leandro Vignochi, sócio da Exitus, empresa de Caxias do Sul que trabalha com gestão de projetos, acrescenta:

– O mais difícil para o ser humano é aderir a mudanças. Para as empresas, essa resistência pode ser fatal.

Vignochi pondera que as mudanças têm de ser cirúrgicas: um dos erros comuns dos empresários é cortar gastos sem critérios. Com isso, demitem bons profissionais – que podem ser importantes quando a economia voltar a crescer e a empresa se expandir no mercado – ou abrem mão de investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

A própria Exitus reforçou estratégias para atravessar a crise. Passou a chamar consultores renomados para oferecer cursos gratuitos aos seus parceiros. A capacitação ensina os fornecedores a avaliar riscos e melhorar produtividade.

– Se o fornecedor estiver capacitado, entregará um serviço melhor e por preço mais competitivo – ressalta Vignochi. – É uma relação ganha-ganha.

Fonte: Zero Hora

Os verdadeiros vilões da crise

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Hoje é debatido de forma errônea o problema das receitas dos estados e suas dívidas

Os estados vivem hoje uma das piores crises da história do país. A maioria acumula dívidas astronômicas em virtude de gestões políticas, que contrariam as normas da boa administração pública. Tomaram decisões míopes para satisfazer parceiros, ao invés de implementar uma gestão de qualidade. Usaram a visão financeira do imediatismo — e não a ponderada de médio e longo prazos —, torrando o dinheiro de receitas e empréstimos. Alguns estados (como o Rio) já se encontram em situação de calamidade.

Percebe-se que os estados mais endividados são os do Sul e do Sudeste. Hoje não proveem sequer os serviços básicos. Já os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste não têm grandes dívidas, pois começaram seu ciclo de desenvolvimento às custas de pacto federativo que serve somente à União. Por que essas questões ganham relevância?

Porque hoje é debatido de forma errônea o problema das receitas dos estados e suas dívidas. A culpa recai sobre a política de ‘incentivos fiscais’ e, consequentemente, sobre a indústria. Somente a indústria, nunca o Estado. Será mesmo este o problema?

A carga tributária no Brasil é uma das mais altas do mundo, chegando a absurdos 35% do PIB. Há uma legislação para cada ente da Federação (municípios, estados e União), na qual todos têm parcela de cobrança. Essa carga é imputada à indústria e aos cidadãos, pois existem diversas formas de apurar os valores. O custo final recai sobre o cidadão, que é o grande pagador destes tributos, mas para isso os preços são absurdamente altos.

Não é a inflação que encarece os produtos, mas, sim, os tributos. Mas, então, como a indústria faz para se tornar seus preços competitivos? Busca numa troca com o estado uma forma de melhorar os preços. Existem contrapartidas, como investimentos e geração de emprego, fatores que movimentam a economia, o que o estado sozinho não consegue.

Além disso, os estados recebem parte da tributação da indústria, o que aumenta as receitas, já que incentivo fiscal não recai sobre 100% do valor tributado. Como podem ser os ‘incentivos fiscais’ os vilões, se os estados são incapazes de gerir suas contas, não geram emprego, tampouco atendem às necessidades básicas do povo? É mais uma desculpa para não assumir responsabilidade.

Nelson Naibert é economista, consultor e professor
Artigo publicado no jornal O DIA

A corrupção passada de pai para filho

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A operação Lava Jato tem dado inúmeros, intermináveis exemplos do que jamais fazer. O maior sistema de corrupção e desvio de recursos públicos do mundo espanta pela criatividade, inteligência e capilaridade. Os desvios não tinham limite, fossem feitos de grandes estatais ou mesmo diretamente do bolso do servidor público e seus empréstimos consignados.

A novidade desta segunda, porém, é a suspeita de que parte da propina que teria sido repassada ao ex-deputado e ex-tesoureiro do PT, Paulo Ferreira, beneficiou diretamente seus filhos. Como pai, tentei me colocar no lugar dele. Impossível.

Como eu poderia encarar minhas filhas se fosse um corrupto? Que coragem é necessária para bancar uma família com dinheiro sujo? Que espécie de família é esta? Certamente não é o modelo de família que eu tenho e o que vocês têm.

Imaginem a cena: “filho, depositei um dinheiro em sua conta. É ilícito, mas te ajudará a crescer na vida. Afinal, dinheiro é muito importante. Essa lição você precisa aprender desde sempre”. Será que era assim?

É decepcionante, repugnante. Como pai de família, dou duro para poder, de forma honesta, dar o que há de melhor para minhas filhas. E, antes de qualquer coisa material, ensino a terem valores, responsabilidades, amor, coragem. Coisa que esses pais e filhos corruptos jamais saberão o que significa.

Será que podemos dizer “tal pai, tal filho”? Vamos esperar a justiça dizer. Mas confesso que me surpreendeu essa onda de dinheiro sujo passar de pai para filho…

Por que adolescentes estão matando e roubando cada vez mais

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Foto: Júlio Cordeiro / Agencia RBS

O jornal Diário Gaúcho de hoje traz alguns dados impressionantes: em 10 anos, as internações de adolescentes por crimes violentos aumentaram 34% no RS. O número de internos por tentativa de homicídio subiu 70%, por homicídio, 55%, por roubo cresceu 27% e por latrocínio, 2%. Pela primeira vez em 10 anos, o número de internos por crimes violentos ultrapassou a marca dos mil. Historicamente, os roubos encabeçam as internações e, neste ano, também pela primeira vez, chegaram à marca dos 706. Cinco anos atrás, eram 310. Em relação a 2015, cresceram 31%.

Já o jornal Folha de S. Paulo, esta semana, afirma que 2 em cada 3 menores infratores em São Paulo não têm pai em casa.

O que podemos tirar de informação disso tudo? O que está escondido por trás desses números? O descaso, a falta de expectativa, a guerra perdida pelo Estado para a violência. Isso para citar alguns exemplos.

Eu sempre digo que sou exceção à regra. Cresci em uma casa sem pai. Minha mãe foi uma grande mulher, de fibra. Não cedemos. Não nos perdemos. Fomos firmes. Estudamos. Posso dizer o quanto é difícil isso tudo. E posso dizer, também, que é possível.

A maioria dos jovens, porém, não tem escolha. Alguns tornam-se violentos ao verem suas mães serem vítimas de violência doméstica. Como culpá-los por isso?

O que acredito ser preciso e urgente é garantir aos nossos jovens expectativa de vida. Isso se faz com educação, com trabalho, com dignidade, com segurança, com saúde. Ou seja, é papel do Estado. E quanto mais o Estado falhar, maiores serão os números da violência, mas, principalmente, das vidas perdidas para esse mal.

 

 

Tristeza: dono de empresa que demitiu 223 funcionários é encontrado morto

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A irresponsabilidade de um governo mata. A corrupção mata. A falta de diálogo mata. Não, nenhuma dessas frases é mentira ou retórica. Infelizmente, é verdade. A crise que o país vive, a ganância sem limites, a corrupção que nunca cessa (como temos visto na Lava Jato) fizeram mais uma vítima fatal: o empresário Luís Antônio Scussolino, de 66 anos. A Polícia Civil registrou o caso como suicídio.

Dono de uma empresa de sofás no interior de São Paulo, Luis Antônio teve que demitir 223 funcionários na semana passada. O motivo: a crise e a queda nas vendas.

Segundo a imprensa, a empresa apresentou uma proposta ao sindicato dos trabalhadores para evitar as demissões: uma redução de jornada e de 20% nos salários. A proposta foi rejeitada pela maioria dos empregados. Sem saída, houve demissões e uma vítima fatal.

Quando pedimos diálogo com sindicatos, não é à toa. Vivemos, infelizmente, um tempo em que ser empresário parece ser crime. Não, meus amigos! Ser empresário é gerar emprego, renda, dignidade, expectativas…

Não se pode mudar essa tragédia. Mas podemos mudar o futuro. Os responsáveis por essa crise serão punidos e julgados pelo povo, por nós, pela Justiça.

Como pai, filho, tio, amigo, entendo a dor e o desespero desse senhor. Como empresário, entendo a sua frustração e desespero ao não ter saída para a demissão de mais de 200 pessoas. Como cidadão, não entendo E NÃO ACEITO essa roubalheira sem fim, essa corrupção sem limite que o Brasil vive. É hora de mudarmos.

Sobre votar em ídolos e não em compromissos

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Como todos sabem, sou gremista. Um gremista apaixonado. Pedi em casamento minha esposa Cláudia em frente ao Olímpico. Vou ao jogos. Acompanho pela televisão. Torço. Comento. Sou um pouco técnico, como todo torcedor brasileiro. Tudo isso justifica meu respeito pelo ídolo Jardel! Ele foi, sem dúvida, um dos maiores ídolos gremistas. Honrou a camisa como poucos. Nos fez orgulhosos. Ganhou e perdeu. Mas, sobretudo, consagrou-se como gremista de coração. E ganhou o coração dos gremistas.

O que isso tem a ver com política? Nada! A não ser o fato de uma irresponsabilidade ter sido cometida. Os gaúchos elegeram Jardel seu representante no parlamento gaúcho. Como deputado estadual, Jardel não atuou em nada relevante. Apenas protagonizou alguns escândalos deprimentes.

Quem elegeu Jardel ajudou a afundar nosso ídolo dos campos. Quem elegeu Jardel, ajudou a aprofundar ainda mais a crise política e de representação.

Onde quero chegar? Que não podemos votar em ídolos. É preciso votar em pessoas que têm capacidade de nos representar. O voto é algo muito sério. Nós empoderamos alguém ao lhes conceder nosso voto. Quem votou em Jardel votou por que motivo? Pensem, reflitam!

Se há uma crise política grave, ela também é responsabilidade nossa, eleitores. Nós empoderamos as pessoas erradas e não trocamos nossa escolha. Se são mais do mesmo, são porque nós, eleitores, votamos no mais do mesmo repetidas vezes.

Não vote em ídolos. Vote em causas, propostas, ideias. Somente assim mudaremos nossa realidade.

 

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