Sou pré-candidato a vereador de POA em 2016

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Não é à toa que hoje estou aqui com vocês. É o dia do AMIGO e estamos entre tantos amigos para dar a largada oficial a um sonho coletivo. Um desejo coletivo de mudança.Quando decidi entrar para a política em 2012, me somei à campanha da deputada Manuela, que concorria à prefeitura de Porto Alegre. De lá para cá já se passaram quatro anos. A vontade de ajudar a mudar a política, desde então, só fez aumentar.

Decidi enfrentar o desafio, porque é isso que faço desde que me conheço por gente. O meu melhor exemplo, minha mãe, me ensinou que se temos vontade, então podemos e devemos seguir em frente. Conversei, então, com diversos partidos. Recebi alguns convites. Um dos mais recentes me levaria para Brasilia, para contribuir com o País. Optei pelo PSB, partido que tem se mostrado bastante democrático e plural. Acredito ter feito a escolha certa.

Concorri pela primeira vez em 2014. Disputei uma vaga na Assembleia Legislativa. Foi um grande aprendizado. Com acertos erros. Aprendizados e algumas decepções. Tudo, porém, me deixou mais forte e mais disposto a seguir na luta.Aquela foi uma eleição especial. Tínhamos Eduardo Campos nos inspirando e falando da urgente coragem pra mudar. Perdemos aquele que seria o melhor presidente da nossa história. Tinha potencial para isso. Herdamos o legado e a ousadia de acreditar em uma política coletiva, diferente, feita com coragem de enfrentar os velhos nomes e os velhos feudos.

Aliás, vocês lembram em quem vocês votaram para vereador em 2012? Acompanharam o que os vereadores fizeram desde então? Somos tão responsáveis pela péssima qualidade política que vivemos hoje quanto os políticos. Ainda vemos gente vendendo voto, trocando por asfalto, cargos, remédios, favores… Ou mudamos nossa postura, ou seremos reféns dessa velha política. Ao nos permitirmos trocar nosso voto por um remédio, isentamos o Estado de sua responsabilidade.  Saúde é direito constitucional. Não pode ser moeda de troca. Assim como a educação, assim como a segurança, assim como o desenvolvimento econômico e social.

Lembro que na campanha de 2014 eu falava muito de geração de emprego e renda. É o que tenho feito há mais de 20 anos no mercado de trabalho. Direta e indiretamente, já ajudei a criar quase 50 mil empregos. Há dois anos isso parecia loucura. Uns diziam que a economia ia bem demais! Que não havia crise. Que vivíamos o pleno emprego. Deu no que deu!

Sigo coerente e lutando pelo desenvolvimento econômico e social de Porto Alegre, pelo desenvolvimento das vocações regionais, pela geração de emprego e renda para todos os níveis de qualificação. Quero porto-alegrenses independentes, com dignidade garantida. E dignidade só se garante com emprego e renda. Ao ter isso, o pai e a mãe de família podem manter seus filhos na escola, podem lhes dar segurança, educação, exemplo. Dignidade não se compra. Se conquista. Está na hora disso: de tornar o povo independente! Autônomo! Capaz de tomar suas próprias decisões. Quando formos assim, teremos a política  a serviço do povo que é o que ela deveria ser desde sempre e para sempre.

Obrigado a todos por terem vindo hoje aqui, por estarem comigo nessa caminhada. É duro o caminho. Mas quem acreditaria que o menino pobre, crescido no morro, criado apenas pela mãe iria se transformar em um empresário bem sucedido, professor, mestre? Pois sigo o mesmo menino daquela época: cheio de sonhos, de coragem e de verdade no coração.

E lembrem-se: 1 AMIGO VALE 10. Não teremos uma campanha com muitos recursos. Mas a minha verdade e a tua verdade podem fazer a diferença. Conquista o voto de mais 10 amigos e iremos de braços dados para o Plenário da Câmara de Vereadores. Não para ser mais um. Mas para ser, de verdade, a voz daqueles que são parte desse processo e desse sonho.

 

O Facebook testou o poder político que tem

Meus amigos, li há pouco, um texto que fala sobre a influência do Facebook nas eleições norte-americanas. A maior rede social do mundo fez um teste secreto com mais de 60 milhões de eleitores para testar o poder de influenciar as pessoas a votar. Claro, lá o voto não é obrigatório. Mas vale a pena pensarmos sobre a influência de cada um de nós nas redes sociais. Até porque, lá, esse estudo fez com que 340 mil pessoas que não queriam votar, votassem.

Destaco alguns pontos para nosso debate:

1. Amigos dizendo que votaram serviram de incentivo para mais votos
2. 60 mil foi o número de votos a mais que o experimento gerou diretamente.
3. Ao ver as fotos de amigos que afirmavam ter votado, houve contribuição significativa para votações no mundo real. Ou seja: mostrar rostos familiares aos usuários pode melhorar a efetividade de uma mensagem.
4. A mobilização social foi o grande influenciador do comportamento político prático
5. A influência sobre os amigos gerou ainda mais votos.
6. 282 mil votos a mais foram gerados a partir da influência de amigos próximos, segundo o Facebook.
7. Amizades próximas responderam, na prática, por todo o contágio dos votos. Os laços mais fortes provavelmente existem fora da rede social, mas têm uma representação online.

E você, vai ser um influenciador dos seus amigos? Está em nossas mãos a mudança da política. Um amigo vale 10!

 

Fora os corruptos; bem-vinda, esperança!

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Milhões foram às ruas ontem em todo o Brasil. Outros milhões ficaram em frente à televisão e aos computadores tentando minimizar os milhões nas ruas. Quem está certo? Quem está errado? Não há certo e errado. Há esperança!

E por que digo isso? Porque a foto que escolhi par o post de hoje mostra que não é apenas contra o PT a manifestação. É contra a corrupção! Praticada por quem for, parece que o brasileiro redescobriu sua voz e voltou às ruas. Cansados de tanta roubalheira descarada, vestimos o verde e amarelo, nos cobrimos de esperança.

Alguns, claro, tentarão imputar aos que se manifestam, a pecha de golpistas, de elite… Têm isso? Tem! Mas tem gente pobre, gente humilde, da periferia; tem classe média; tem pai, mãe, jovem; tem aposentado; tem adolescente; tem de tudo.

E defendo a saída de Cunha, de Renan, de Maluf, de Collor, de Dilma, de Lula, de Aécio, de Alckmin e de todos que tiverem algum envolvimento com escândalos de corrupção. Seja na Petrobras, no metrô ou nas merendas escolares. Sou contra o conservadorismo. Sou contra a volta dos militares.

Sou a favor do país, do povo forte, da voz sendo ouvida! Sou a favor da esperança! A favor da mudança! A favor de uma nova política! Com caras novas, com novos líderes, com novas pautas!

Cansei do: rouba, mas faz; quem começou o petrolão não fomos nós; se o FHC podia, eu também posso. BASTA! Corruptos na cadeia já! Eleitores atentos e conscientes já!

 

Mais de 100 milhões não possuem rede de esgoto

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Quando saneamento básico for prioridade para os políticos brasileiros, tenho convicção de que muitos problemas serão superados. Não há como vencer a guerra contra o mosquito da dengue, por exemplo, se não temos rede de esgoto universal.

O Brasil é gigante em números: 100 milhões não possuem rede de esgoto e 13 milhões são analfabetos. Talvez esses dados mostrem o tamanho do nosso desafio! Nosso, sim, porque somos nós que elegemos quem governa, quem legisla, quem determina onde será gasto o NOSSO dinheiro!

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Um total de 156,4 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas tinha acesso à rede pública de abastecimento de água em 2014. O número equivale a 93% dos moradores das áreas urbanas do País. No quesito saneamento, 57,6% eram atendidos por redes coletoras de esgoto, o que significa 96,8 milhões de habitantes. Considerando que o Brasil tem mais de 205 milhões de habitantes, isso significa que mais de 100 milhões de brasileiros não possuem acesso à rede de esgoto.

 
Os dados são da 20ª edição do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos referentes ao ano de 2014. O levantamento do Ministério das Cidades buscou informações sobre o abastecimento de água em 5.114 municípios, que abrangem 168 milhões de pessoas (98% da população urbana do País). Sobre o esgoto sanitário, o estudo obteve dados de 4.030 cidades, nas quais vivem 158,5 milhões de brasileiros (92,5% da população urbana).
Segundo o diagnóstico, R$ 12,2 bilhões foram investidos efetivamente nos serviços de água e esgoto em 2014. O número representa um crescimento de 16,7% em relação a 2013. Os serviços de esgoto receberam 46% do total investido. No mesmo ano, mais de 2,4 milhões de pessoas foram incluídas no serviço de abastecimento e 3,5 milhões na área de saneamento.

O índice médio de dejetos coletados no Brasil chega a 70,9% do total gerado. Entretanto, quando se fala em esgoto tratado, esse percentual cai para 40,8%. O trabalho mostra que houve uma discreta evolução nesse ponto. O volume de esgotos tratados saltou de 3,624 bilhões de metros cúbicos em 2013 para 3,764 bilhões em 2014, um aumento de 3,9%.

O levantamento revelou que o consumo médio per capita de água no País foi de 162 litros por habitante ao dia, queda de 2,6% em relação a 2013. A população do Nordeste consumiu em média 118,9 litros (menor quantia do País), enquanto, no Sudeste, o consumo foi de 187,9 litros (maior do Brasil).

No Rio Grande do Sul, o consumo médio de água em 2014 foi de 162,9 litros por habitante. Nos últimos três anos, a média foi de 154,9 litros. O Estado, juntamente com Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rondônia, Acre, Distrito Federal e Amazonas, é um dos que consome mais que a média do País, de 162 litros por habitante ao dia.

Dos 497 municípios gaúchos, só 108 têm redes coletoras

A condição do atendimento de esgoto sanitário no Rio Grande do Sul ainda é precária. Das 497 cidades gaúchas, somente 108 possuem redes coletoras. Na prática, isso significa que 3,1 milhões dos mais de 11,2 milhões de gaúchos têm acesso a uma rede de esgoto. Apenas os moradores de 28% dos municípios gaúchos são atendidos por esgotamento sanitário.

Nas áreas urbanas, o índice sobe para 32%. Ainda assim, só 28,67% do esgoto gerado é coletado, e apenas 49,54% dos dejetos são devidamente tratados. É um dos piores índices do Brasil, ficando à frente dos estados do Pará (15,36%), do Maranhão (37,15%) e de Minas Gerais (49,34%).

Quanto ao abastecimento de água, a situação é melhor. No total, 450 municípios possuem acesso, o que corresponde a mais de 9,3 milhões de gaúchos. No total, 85% das cidades são atendidas. Quando o recorte se refere às áreas urbanas, o índice cresce para 94,96%.

O Estado apresentou queda no percentual de investimentos para a área de saneamento básico. Em 2013, foram R$ 428,3 milhões, o equivalente a 4,1% do total aplicado, contabilizando todas as áreas. Em 2014, embora o valor bruto tenha aumentado para R$ 431,3 milhões, o percentual caiu para 3,54%. Além disso, a tarifa cobrada por metro cúbico de água no Rio Grande do Sul em 2014, de R$ 4,52, foi a maior do País, fato que já tinha ocorrido em 2013.
Fonte: Jornal do Comércio

Jardel e a política

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Tem uma frase de Monteiro Lobato, se não me engano, que diz: “a ocasião não faz o ladrão; o ladrão nasce pronto; a ocasião faz o roubo”. Triste essa frase. Mais triste ainda é que ela pode ser um bom resumo da política brasileira. Não de agora, de sempre!

Há, hoje, quem defenda os militares e uma nova intervenção. Se esquecem que a dívida externa foi multiplicada por eles.  Eles roubaram, torturaram, mataram, mas o povo, de memória os quer de volta. Hoje, pagamos caro pelas ações dos militares. Pensem isso!

Voltando ao hoje. Jardel é o reflexo de um sistema político falido. Carente de novas lideranças. Que aposta em famosos para ter votos.  Não tem ideologia, projeto de futuro, plano de governo, ideais. É o poder pelo poder!

Mas a culpa não é apenas dos partidos – que, aliás, se multiplicam a cada ano. A culpa é, também, dos eleitores. Quem votou no Jardel sabe alguma proposta dele? Ou votou porque ele foi um ídolo gremista? Futebol é futebol! política é política!

Enquanto o povo não aprender a votar, teremos diariamente escândalos como os de Jardel, Cunha, Delcídio, Renan, Collor… Eles estão onde estão pelo voto, foram conduzidos pelo povo aos seus cargos. Botem a mão na consciência!

Sabe que não fico tão espantado com casos como este, fico triste, pois perdemos mais uma chance de votar correto, moralizar a política e melhorar nosso futuro!

Espero de coração que nas eleições municipais 2016 façamos a coisa correta, votar por popularidade ou por protesto é jogar a chance de um município melhor para nossos filhos!

Uber em Porto Alegre: o velho dilema do avanço contra o retrocesso

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Nem chegou a ser realidade, mas a polêmica entre o analógico e o digital já toma conta de Porto Alegre. A questão agora é o UBER, que deve chegar em nossa capital em dezembro. Por trás dessa simples discussão, há outras muito m ais profundas! Sobre isso quero falar!

Aqui no Rio de Janeiro, o UBER tem funcionado. Em São Paulo e Brasília também. Acho justo o movimento. Acho adequado que as inovações surjam. Gosto da concorrência de mercado para melhorar os serviços, diminuir os preços e gerar concorrência. Portanto, sou a favor do UBER. Mas, mais do que isso, sou a favor do debate que o UBER nos força a ter.

Pena que, mais uma vez, a prefeitura de Porto Alegre não quer debater! E já se posiciona contra! Como ser contra algo que sequer existe?! Como ser contra algo que pode nos fazer dar um primeiro passo rumo à melhoria do transporte público? Como ser contra o movimento natural do mundo?!

Apesar de otimista, às vezes acho mesmo que temos a síndrome do caranguejo, que anda para o lado e não para a frente. Não evoluímos! Vejam o exemplo de Brasília: o governador de lá bancou uma decisão inédita e disse que vão regulamentar o serviço. Por que a EPTC é contra sem sequer ouvir a população?

Tenho medo dessa política ranzinza, retrógrada, que não pensa no bem do cidadão e da cidade. Se a EPTC se preocupasse em garantir a qualidade dos táxis, a postura adequada dos motoristas e coibisse os crimes que alguns cometem no exercício de sua profissão de taxista, não haveria a necessidade do UBER. Se ele existe, é porque o serviço prestado atualmente é ruim! Mas a EPTC não pensa nisso!

Transporte público e mobilidade urbana exigem pensamentos modernos, avançados. Quantos táxis adaptados para cadeirantes existem em POA? Não enchem uma mão! Quantos táxis velhos, centenas e centenas! Quantos taxisats fumam dentro dos carros? Centenas! Por que a EPTC, ao invés de vetar o UBER (uma ideia ainda) não cria um selo de BOM TAXISTA? Por que os taxistas não se aperfeiçoam? Conheço muitos que jamais serão trocados pelo UBER porque prestam serviço de ótima qualidade, responsável, ético, justo.

A concorrência não é desleal. Mas nos instiga, nos força ao movimento, ao pensamento. Infelizmente parece que alguns preferem que POA seja a capital do passado, do atraso…

Agora, para terminar, pensem: se você, empregado, for relapso, não fizer seu serviço bem feito, desrespeitar o seu chefe ou seu colega e, ainda, assim, tiver a certeza de que nada o tirará do emprego, mudará? É isso que alguns taxistas pensam: que podem tudo, porque são intocáveis! Lembrem da polêmica da criação das “teles”. Ela se repete hoje…

Sugestão de leitura: http://zh.clicrbs.com.br/rs/porto-alegre/noticia/2015/11/conheca-as-principais-diferencas-entre-o-servico-da-uber-e-o-de-taxistas-de-porto-alegre-4898831.html

Por que as pedaladas de Dilma são diferente da sua pedalada?

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Há alguns meses que os jornais de todo o país falam nas “pedaladas fiscais” de Dilma. As pedaladas nada mais são do que um jogo de cena, o famoso “empurrar as dívidas com a barriga”. Aquele jogo de cintura que o cidadão brasileiro faz todo mês, em especial nos últimos meses, já que a inflação voltou com tudo.

Acontece, porém, que há sérias (e injustas) diferenças entre as pedaladas de Dilma e as minhas, as suas. Dilma segue impune! A gente não! Dilma não paga os juros das suas pedaladas com o dinheiro dela, mas com o nosso dinheiro. A gente paga paga os juros com o nosso dinheiro. Ou seja, pagamos duas vezes!

Se atrasamos a conta de luz, celular, telefone, colégio, plano de saúde… eles cortam o serviço, certo? O que ocorre se Dilma pedala? Nada! Ela segue impune! Isso é injusto!

Nós fazemos ginástica todo mês, porque o salário acaba cada vez mais cedo. Falta grana todo mês! Mas a gente não pode pedalar livremente. Já Dilma…

Pensem sobre isso! Dilma pedalou, mentiu, forjou dados para ganhar uma eleição. Cometeu um crime de responsabilidade fiscal. Se fosse um cidadão comum, pagaria por isso. Por que com ela é diferente?

 

Aos 76 anos, idosa faz Enem pela sétima vez: ‘nunca vou desistir’

Otimismo e persistência não faltam para a aposentada de 76 anos Osmarina Duarte de Sousa, que mora na Zona Sul de Teresina. Mesmo depois de participar de seis edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a idosa não desanimou e pela sétima vez vai enfrentar a maratona de provas do exame que será realizada neste fim de semana.

A aposentada que mora no bairro Deus Quer, Zona Sudeste da capital piauiense, esbanja descontração. Ela contou ao G1 que tem feito o que pode para se preparar para o exame. Além das aulas no turno da noite, ela divide os afazeres de casa e aproveita o tempo livre para revisar os conteúdos. É comum, segundo ela, ficar até tarde da noite estudando.

“Nunca vou desistir de estudar. Faço preparatório todos os anos, estudo muito e os professores me ajudam. As pessoas perguntam o que eu ainda estou fazendo na escola, mas a vida é assim não se pode parar de estudar. Acordo de manhã cedo e cuido dos afazeres de casa, depois volto aos estudos. Estudar muito é só o que eu tenho feito”, contou.

Osmarina Duarte foi alfabetizada ainda nos seus 60 anos e vê no Enem uma porta para um futuro melhor. Ela conta que seu sonho sempre foi entrar na faculdade e que não tira da cabeça o desejo e a vontade de ser professora de geografia.

“Eu era analfabeta. Trabalhei por muito tempo na roça com meus pais e não tive tempo para estudar como hoje os jovens têm. Vim morar no Piauí, terminei os estudos e aqui continuo me preparando para o vestibular. Meu sonho é esse, entrar na faculdade, e estou muito confiante de que vou conseguir esse ano, e se conseguir ficarei muito feliz”, disse.

Osmarina Duarte fez cursos preparatórios e estuda em casa sozinha (Foto: Fernando Brito/G1)

Questionada se sua história de determinação, por estar focada nos estudos, serve de exemplo para outros estudantes, ela foi modesta. Preocupada com candidatos que não tenham dado a importância necessária ao exame, ela aconselha e pede que os estudantes mais jovens aproveitem ao máximo o tempo que tiverem livre.

“Existem muitas pessoas que têm maior facilidade em aprender, tirar boas pontuações no Enem, e passar. Já outras, como eu (risos), têm dificuldade. O tempo e a idade não voltam mais. Quanto mais você puder aproveitar para estudar, melhor. Quando vai passando o tempo você vai perdendo o pique e tudo fica perdido. É preciso que os jovens se preocupem com os estudos”, contou dando conta que não para porque precisa exercitar a mente.

Realização das provas
As provas do Enem acontecem neste fim de semana, no sábado (24) e domingo (25). No primeiro dia, as provas com questões de ciências humanas e ciências da natureza terã duração máxima de 4 horas e 30 minutos. Já no segundo dia, o tempo de duração é de 5 horas e 30 minutos para serem respondidas questões de  linguagens, matemática e redação.

O candidato só pode sair do local das provas após duas horas do início do exame. Os candidatos que quiserem levar o caderno de questões para casa tem que esperar até 30 minutos antes do término da prova.

Abertura dos portões
Por conta do horário de verão, no Piauí, os portões dos locais de aplicação das provas serão abertos uma hora mais cedo porque a realização do exame segue o horário de Brasília. Enquanto nos estados que aderiram ao horário de verão os portões se abrem ao meio dia e fecham às 13h, no Piauí os portões serão abertos às 11h e fechados ao meio dia.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antedecência e que visitem o local de realização da prova dias antes para que o candidato não perca o caminho.

Cartão de inscrição do candidato
Neste ano o Inep não enviou pelos Correios o cartão de confirmação da inscrição. O acesso ao cartão do candidato está sendo feito através da internet. É através dele que o candidato fica sabendo em qual escola vai fazer o exame.

O cartão deve ser baixado ou consultado diretamente no site do Inep. Segundo o órgão, o cartão não é obrigatório ou requisito para fazer a prova, mas é preciso que o candidato leve anotado dados como o endereço, andar, número da sala e o número do candidato, além dos documentos de identificação.

Documentos obrigatórios
Segundo o edital do Enem, os documentos de identidade previstos são: documento de cédula de identidade (RG) expedida pelas Secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, e pela Polícia Federal; identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros; identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenham validade como documento de identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), emitida após 27 de janeiro de 1997; Certificado de Dispensa de Incorporação; Certificado de Reservista; passaporte; Carteira Nacional de Habilitação com fotografia, na forma da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997; e identidade funcional em consonância com o Decreto nº 5.703, de 15 de fevereiro de 2006.

Alimentação
Água e comida não são proibidas. O candidato deve se preocupar com sua própria alimentação durante a prova.

Punição para faltas no Enem
Quem for liberado da taxa e faltar nos dois dias do exame em 2015 terá obrigatoriamente que pagar a inscrição em 2016.

Funções do Enem
O Enem é usado como critério de entrada em diversos programas federais. A prova substitui vestibulares no acesso a instituições federais de ensino superior. Também são exigidas as notas do Enem para o candidato que pretende uma bolsa de estudos pelo ProUni, para quem quer uma vaga gratuita no ensino técnico pelo Sisutec ou para quem vai tentar financiamento estudantil pelo Fies.

Quem tem mais de 18 anos pode usar o exame nacional para obter o diploma do ensino médio. E quem já está na faculdade precisa de boas notas no Enem para concorrer a bolsas de estudos no exterior pelo Ciência sem Fronteiras.

Fonte: G1

Aluno do Cruzeiro com leucemia provoca comoção na internet

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Um carioca de 11 anos tem emocionado pessoas tão diversas quanto jogadores de Fluminense e Botafogo, roqueiros do Skank e Jota Quest, atores como Marcello Antony e Francisco Cuoco, além de anônimos em todo o país. Todos se preocupam com ele, todos querem ajudá-lo, embora só o conheçam por uma única foto, em que o pequeno, com uma camisa de futebol e bandana na cabeça, faz um coração com as mãos cheias de espuma. O drama na vida de Henrique Gravatá, aluno do 6º ano do Colégio Cruzeiro, começou em 2014, quando a leucemia bateu à porta. Há três meses, ele e sua família estão à espera de um doador de medula óssea compatível. Criada há poucas semanas, uma página de apoio no Facebook tem quase 8 mil pessoas interessadas em acompanhar o caso. Até o juiz federal Sergio Moro gravou um vídeo para o menino, como antecipou segunda-feira a coluna de Ancelmo Gois.

— Essa é para o Henrique Gravatá. Muito trabalho por aqui, você nem pode imaginar. Mas hoje tirei um tempinho para me cadastrar como doador de medula. Isso pode salvar uma vida. Força, Henrique, estamos torcendo por você — disse o juiz, ao lado da mulher, Rosângela.

Henrique está internado, e seus pais, Raul e Marta, o acompanham no hospital. Não querem dar entrevista. Por mensagem, disseram apenas que o caçula dos dois filhos precisa de “paz e tranquilidade” para se recuperar. No Cruzeiro, professores e amigos estão apreensivos, fazendo o possível para ajudá-lo à distância. Assim como Moro, muitos se inscreveram no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), órgão vinculado ao Instituto Nacional do Câncer (Inca) e responsável por cadastrar todos os voluntários. Coordenador do Redome, o médico Luis Fernando Bouzas dá uma boa notícia: já foram encontrados dois doadores para Henrique, um no Brasil, outro no exterior. A compatibilidade de ambos ainda será testada. Se tudo der certo, em até dois meses o transplante será feito.

— Mas a campanha pelo Henrique não precisa parar, pois existem de 800 a 900 pacientes brasileiros à procura de doador compatível. As chances de encontrar um doador aumentaram muito nos últimos tempos. Em 2003, não passavam de 15%. Hoje, a probabilidade é de 80% — explica Bouzas.

O Brasil tem 3,8 milhões de pessoas cadastradas no Redome. É um número significativo, que torna o país o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo. Desde que o cadastro foi criado, o número de inscritos não para de aumentar — eram somente 30 mil no ano 2000. O Redome tem acesso aos outros bancos de doadores internacionais, que totalizam 27 milhões de pessoas no planeta. Do total de 272 transplantes feitos no Brasil no ano passado, 30% foi com material genético vindo do exterior — bem menos que há vinte anos, quando quase 90% dos procedimentos tinham origem em doações importadas. A mudança de panorama, no entanto, ainda tem um gargalo, segundo Nelson Hamerschlak, hematologista do Hospital Albert Einstein.

— Aumentou o número de hospitais que fazem transplantes e, consequentemente, também a oferta de leitos, com maior número de procedimentos. Mas precisamos de mais leitos, especialmente no SUS — disse o especialista, que também integra o conselho científico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia.

São 85 centros de transplante credenciados no Brasil todo, mas apenas 32 fazem transplantes com doador não-aparentado, caso de todos os procedimentos que têm origem no banco de dados do Redome. O restante só faz transplantes com doador da mesma família ou quando no caso dos procedimentos autólogos, quando pacientes usam a medula óssea do próprio corpo, a exeplo do ator Reynaldo Gianecchini, recuperado de um linfoma. O número de leitos é baixo em relação ao de doadores e de pessoas à espera de transplante: menos de 100 estão disponíveis para procedimentos que não envolvam parentes.

— O ideal era que fizéssemos cerca de 640 transplantes por ano. Estamos identificando cada vez mais doadores, precisamos aumentar o número de leitos e também de equipes médicas. O Ministério da Saúde tem feito um esforço grande. A curva de transplantes não-aparentados aumenta 20% todos os anos — afirma Bouzas.

Cada doador custa ao governo R$ 400 só na etapa do cadastro, em que são realizados exames de sangue. Por ano, são 300 mil doadores a mais, motivados a curar pessoas com 80 tipos de doença diferentes — as mais comum, no caso dos transplantes de medula, são leucemia aguda, linfoma e anemia grave.

Enquanto o transplante de Henrique não acontece, os amigos do Cruzeiro continuam mobilizados. Lucimar Soares Motta, coordenadora pedagógica do Cruzeiro, contou por e-mail que “os alunos da escola se envolveram com bastante intensidade, desde o momento da primeira internação, com as doações de sangue e plaquetas, no retorno dele às aulas, com uma emocionante recepção e, agora, no cadastro no banco de medula óssea”. Henrique não é o primeiro aluno com leucemia da escola. “Em se tratando de ajudar uma causa tão nobre, que nos impacta diretamente, o colégio está sempre envolvido e engajado, como já aconteceu em outras situações, inclusive neste ano, envolvendo nossos alunos e colaboradores”, escreveu Lucimar.

Em sua página no Facebook, o advogado Raul Gravatá, pai de Henrique, escreveu palavras carregadas de esperança: “Quando ele adoeceu e recebeu o diagnóstico de leucemia, com o coração apertado por tamanha dor, nós agradecemos a Deus por ele poder se tratar, estar em um bom hospital, ter médicas que nos deram esperança. Nós agradecemos a Deus quando ele, já na manutenção do tratamento, recaiu. Choramos juntos, e depois agradecemos a Deus por ele estar de pé e assim também ficamos, com fé, acreditando em sua cura, em nada duvidando. Quando recebemos a notícia de que a cura somente virá pelo transplante de medula óssea, agradecemos a Deus por ter amigos como vocês. Obrigado àqueles que conhecemos desde sempre, àqueles que conhecemos em uma parte da nossa vida e àqueles que ainda iremos conhecer, todos conectados pelo bem à mais poderosa força do Universo, o Criador. Raul e Martinha.”

Fonte: O Globo

24 Toques para Ser Mais Feliz

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01 – Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

02 – Estude sempre e muito.
A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.

03 – Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado,curta a dor, mas se abra para outro amor.

04 – Seja grato(a) a quem participa de suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.

05 – Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: “isso não é para nós”. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

06 – Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.

07 – Tenha metas claras.
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras o sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.

08 – Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem também.

09 – Declare o seu amor.
Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11 – Seja simples.
Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.

12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.
Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.

13 – Tenha um orientador.
Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.

14 – Jogue fora o vício da preocupação.
Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem … Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.

15 – O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.

16 – Tenha amigos vencedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.

17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.
Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.

18 – Resolva!
A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.

19 – Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20 – Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21 – Perdoe!
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22 – Arrisque!
O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.

23 – Tenha uma vida espiritual.
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.

24 – Muita Paz, Harmonia e Amor… sempre!

Roberto Shinyashiki

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