Em editorial, The New York Times aponta Brasil como campeão da corrupção

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Continuamos sendo notícia internacional. Ruim. Muito ruim, aliás. Um dos mais importantes jornais do mundo, o norte-americano The New York Times nos coloca como campeões mundiais da corrupção. Somos medalha de ouro em uma das piores práticas do mundo.

E, claro, todos nos sentimos ofendidos. Com razão. Mas será que todos podemos, mesmo, criticar a corrupção? Pense nas suas ações e cotidiano. Vamos refletir juntos. Veja se você costuma fazer algo da lista abaixo:

– furar fila

– ficar com o troco a mais que recebe

– colar nas provas

– falar ao celular enquanto dirige

– ultrapassar o limite de velocidade nas estradas

– beber e dirigir

– falsificar carteira de estudante para ter desconto em shows e eventos

– usar atestado médico falso

– roubas TV a cabo (aquela “net cat”)

– sonegar imposto

– comprar produtos piratas

Precisamos dar nosso exemplo pessoalmente.

Desenvolvimento econômico, social e sustentável para Porto Alegre

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O modelo de desenvolvimento econômico, social e sustentável que Porto Alegre deve adotar é o desenvolvimento “integrado”: um modelo de desenvolvimento que leva em conta a necessidade de articulação entre todos os atores que interagem no âmbito local, como também a necessidade de articulação entre os diversos fatores que interferem no desenvolvimento (fatores econômicos, sociais, culturais, político – institucionais, físico – territoriais , científico – tecnológicos). A questão de participação dos agentes sócio-econômicos (comunidade local, poder público, organizações da sociedade civil pertinentes e empresas) é fundamental.

O eixo industrial de Porto Alegre, ao longo de algumas décadas, migrou para região metropolitana. Com isso a capital tornou-se altamente concentrada no setor de  serviços. Ao longo do tempo, os municípios vizinhos como Canoas, Gravataí e Cachoeirinha e outros, com o avanço do processo industrial, passaram a criar suas próprias alternativas de serviços, o que levou a diminuição da dependência de alguns serviços providos por Porto Alegre. Esse é um movimento tão forte no país que municípios/capitais, ao notarem a perda deste potencial, buscaram alternativas em outras área complementares, tais como pequenos arranjos produtivos, maior interação dos pequenos empreendedores com as iniciativas locais de desenvolvimento, criação de centros de pesquisa e desenvolvimento de empresas de tecnologia dos mais variados setores.

Para isso, buscaram identificar suas potencialidades, trabalhando o conjunto de instrumentos que propiciam uma melhor compreensão do que fazer e como fazer. Começaram a apresentar-se, no cenário nacional e internacional, não mais como coadjuvante do Estado indutor do desenvolvimento local, mas como os protagonistas  do desenvolvimento, demonstrando seus planos coerentes e concisos para atração dos investimentos. O mais importante foi definir o plano estratégico e executar o plano estratégico, seja na forma de um agente publico ou de um agente misto, mas sempre com a certeza de concretizar o planejado.

Utilizam como objetivos básicos:
Promoção Comercial

Criar / manter o portal do investidor na web como ferramenta de captação e informação para investidores

Identificar as oportunidades de investimentos

Executar campanhas comerciais e promocionais setoriais

Facilitação

Acompanhar as etapas de concretização e implementação dos negócios

Auxiliar o relacionamento institucional com autoridades e administração pública Identificar assessorias às empresas: financeira, jurídica, imobiliária, etc.

Inteligência de Negócios

Consolidar informações relevantes nos setores estratégicos Desenvolver diagnósticos setoriais customizados

Ambiente de Negócios

Indicar aprimoramentos sugeridos pelos investidores

Engajar empresas locais para apoiar as atividades de atração de negócios

 

Mais propostas para POA seguir avançando

Porto Alegre - Rio Grande do Sul - 2002

Porto Alegre – Rio Grande do Sul – 2002

Porto Alegre está colocada diante de uma nova matriz econômica, não mais como protagonista na prestação de serviços, tão pouco com um projeto de industrialização e atração de investimento definido.

Como fatores característicos das transformações sociais, notamos no cenário nacional a difusão de novos padrões tecnológicos e processos de reestruturação produtiva e de trabalho. A urgência das questões de desenvolvimento local, econômico e político vêm ocorrendo no mundo contemporâneo, demonstrando que há necessidade de um novo quadro referencial nas definições para criar processos de formulação e operacionalização de políticas públicas de investimentos de forma mais conjunta.

Desta forma, a proposta da uma nova Agência de Desenvolvimento deve ser  idealizada como uma alternativa institucional de organizar processos inovadores para formulação e operacionalização de políticas públicas voltada ao desenvolvimento, que objetive a geração de emprego e renda e também auxilie nas diversas politicas públicas.

Não há mais espaço para ser uma simples agência focada no desenvolvimento local, terá também como objetivo auxiliar a prefeitura como escritório de projetos para captação de recursos junto a governos estaduais, federais, Ministérios e instituições internacionais, bem como, aproveitar as emendas parlamentares que chegam aos municípios e muitas vezes não tem um projeto definido para utilizá-la, o que leva em muitos casos a perda destes recursos.

Este arcabouço multidisciplinar servirá como barreira a criação exagerada de cargos e instituições que cuidem de assuntos com similaridades e que visam o mesmo objetivo.

A maximização das utilidades da agência, como órgão técnico de projetos, leva a uma melhor compreensão das politicas públicas conjuntas em diversas áreas como saúde, educação e segurança, entre outras, que necessitam de auxilio técnico na busca de alternativas para melhorar suas gestões, que em muitos casos possui bons projetos, mas sua implantação não acontece pela escassez de recursos.

Este modelo de agência não é uma linguagem figurativa ou um sonho utópico, existe  de fato e esta sendo testado com ótimos resultados em municípios pequenos e  grandes pelo Brasil, principalmente em municípios dos Estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, onde o gestor público conscientizou-se da necessidade de criar órgão multidisciplinar para melhorar a performance de sua gestão.

Propostas para POA seguir avançando

 

Todos sabem do carinho que tenho por Porto Alegre. Cidade em que nasci, em que criei minha família, me formei e vivo até hoje. Todos sabem, também, que divido meu dia a dia entre POA e o Rio de Janeiro. Lá na capital carioca fiz minha empresa crescer e se expandir para o Brasil. E, quanto mais trabalho pelo Brasil, por diversas cidades, mais vontade tenho de contribuir com a minha Porto Alegre.

Entendi, com o passar dos anos, que é preciso mais que vontade. É preciso ir além. Ingressei na política para pode ajudar mais e de forma concreta na geração de emprego e renda, no desenvolvimento econômico e social de Porto Alegre. Hoje, estou muito orgulhoso de fazer parte do PSB e poder sugerir ideias para o vice-prefeito e pré-candidato a prefeito Sebastião Melo. Esta semana, vou dividir com vocês algumas dessas ideias.

DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO: DIGNIDADE PARA POPULAÇÃO

Um dos objetivos a ser alcançado por um gestor público, entre outros, é construir a capacidade econômica de uma determinada área para melhorar a qualidade de vida da população. Este deve ser tratado como um projeto contínuo, pelo qual os agentes públicos, o setor empresarial e os não governamentais trabalham coletivamente para gerar condições de crescimento econômico, geração de emprego e renda.

Em um olhar mais profundo, verifica-se que em suas bases econômicas, as comunidades adquiriram uma compreensão das oportunidades para aumentar o crescimento e atrair mais investimentos. Também, conseguiram compreender melhor  os obstáculos que impedem o crescimento e os novos investimentos.

Com esta visão é evidente a necessidade de criar um órgão multidisciplinar e técnico, que vise efetivamente atuar no dia a dia do empresariado local, bem como, dar suporte adequado aos novos investimentos. A constituição de uma Agência de Desenvolvimento deve ser condição única para uma melhor gestão deste ambiente e buscar maximizar as potencialidades e conhecimentos local.

Esta agência será essencialmente baseada no conhecimento técnico das características da economia local, pois o conhecimento é ponto crítico para que o planejamento seja exequível. Contemplará em seu planejamento a quebra de velhos paradigmas que pairam nos processos políticos da Prefeitura, desenvolvendo formas  de trabalhar com outros níveis governamentais e principalmente revisando os procedimentos atuais que afetem os negócios no município.

A agência receberá avaliações periódicas quanto a sua relevância, desempenho, eficiência em relação aos seus objetivos, para que seja possível realizar os ajustes que tornem a agência atualizada perante as mudanças na economia e que possam traçar novos planos visando atingir seus objetivos.

A gestão pública não pode mais fechar os olhos para questões importantes como o desenvolvimento econômico local, deve ter em sua plataforma estratégias sólidas,  com forte conteúdo técnico, que visem de fato inserir o município no cenário econômico  atual e futuro.

Na luta por Porto Alegre

Ontem foi um momento especial para mim. Pela primeira vez fui eleito para participar da Executiva Municipal do PSB de Porto Alegre. Uma honra e um desafio grande, ainda mais nesse momento político que vivemos.

Quase 90% dos brasileiros não acreditam na política. Na contramão deles, cada vez mais mergulho nesse mundo. Por quê? Porque acredito que essa é a hora que quem quer fazer diferente! É hora da mudança! E não mudaremos um sistema com imposição ou apenas reclamando. Mudaremos sendo parte dele, apontando caminhos, soluções.

Felizmente, enquanto ocorria a reunião que elegeu a nova Executiva municipal, na Assembleia Legislativa a bancada do PSB honrou nosso partido e nosso compromisso. Votaram contra o aumento salarial dos servidores do Legislativo e do Judiciário. Fomos justos com a situação do Estado e dos servidores que recebem seus salários parcelados. É pra isso que serve a política: para buscar justiça e igualdade! É demagogia pura votar por um aumento como o proposto.

Agradeço aos companheiros do PSB. Me sinto honrado de fazer parte de um partido que escolhe ser diferente e não demagogo! Vamo que vamo que a luta é por Porto Alegre, pelo RS e pelo Brasil!

O que tem feito seu vereador em Porto Alegre

O jornal Zero Hora fez, hoje, uma matéria que há muito tempo gostaria de ler. Você lembra em quem votou? Sabe o que seu vereador fez de relevante? Pois eu estou triste e desapontado com o resultado da Câmara municipal. Em 2013, 2014 e 2015, o que mais teve foi: concessão de títulos e homenagens, aprovação de datas comemorativas, batismo de ruas, decisões sobre assuntos internos da Casa e permissões para viagens internacionais do prefeito ou do vice. Isso representou 75% das votações. Isso tudo sem contar no aumento que os vereadores se deram! Governos em crise, e os nobres parlamentares “repõem” a inflação para não terem perdas. Enquanto isso, no Brasil, além de perder para a inflação, não ter aumento, o trabalhador perde seu emprego, sua expectativa. Então, você acha que votou certo?

Abaixo a reportagem da ZH.

A Câmara Municipal de Porto Alegre não costuma ser assídua no noticiário ou nas conversas cotidianas, mas quando aparece é quase sempre de forma estrondosa, com potencial para provocar constrangimento ou indignação. Um exemplo emblemático, que gerou estupefação generalizada, foi a decisão dos vereadores de aprovar, em fevereiro, uma emenda que proibia os restaurantes de disponibilizar saleiros para uso de seus clientes. Não faltaram xingamentos e comentários sarcásticos nas redes sociais. Em outros casos, é o que se percebe como o baixo nível do debate ou o seu caráter supérfluo que irrita o cidadão.

No episódio mais recente desse gênero, no final de abril, os representantes do povo gastaram horas e horas de sessão, financiada pelo dinheiro do contribuinte, para discutir acaloradamente uma moção de repúdio a dirigentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por eles terem cedido espaço para a realização de um evento interpretado por alguns vereadores como de apoio ao governo federal. No final, a tal moção de repúdio foi aprovada. Consequência prática? Nenhuma.

A repetição de situações embaraçosas pode levar o eleitor a levantar uma questão: será que Porto Alegre tem um corpo de representantes à altura do seu porte e importância? A resposta não é tão simples. Se compararmos com a câmara de outras cidades, com as assembleias legislativas estaduais e mesmo com o Congresso Nacional (e a sessão de horrores em que os deputados federais aprovaram a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff é eloquente nesse sentido), não se pode dizer que a Capital gaúcha se destaque negativamente. Projetos de lei esdrúxulos e discursos desconexos parecem estar no DNA do legislativo brasileiro.

LUPICÍNIO, CIDADÃO EMÉRITO COM 40 ANOS DE ATRASO

Mesmo assim, responder à questão sobre Porto Alegre é relevante porque, em dezembro deste ano, a atual legislatura chega ao fim, e o cidadão terá uma oportunidade para se pronunciar sobre ela nas urnas. A forma mais usual de fazer um balanço do desempenho, ainda que seja parcial e por vezes injusto, é analisar o que os vereadores aprovaram durante o seu exercício.

Zero Hora realizou esse esforço. Com base em informações presentes no site da Câmara, fez um levantamento daquilo que os vereadores aprovaram de 2013 para cá e que teve origem em propostas que vieram da própria Casa (os projetos que partiram do governo municipal foram deixados de fora).

O resultado mostra que, de um ponto de vista numérico, os vereadores ocuparam-se predominantemente com assuntos que podem ser considerados como de pouco impacto social. Nos três primeiros anos de seus mandatos, as concessões de títulos e homenagens, a aprovação de datas comemorativas, o batismo de ruas, as decisões sobre assuntos internos da Casa e permissões para viagens internacionais do prefeito ou do vice responderam por pelo menos três quartos do que foi aprovado. Em 2014, chegaram a representar 82% das decisões.

Entre as ruas batizadas, há uma em homenagem à mãe do prefeito José Fortunati. Nas homenagens, concedeu-se o título de cidadão emérito a Lupicínio Rodrigues (1914-1974) – talvez com 40 anos de atraso. No que diz respeito a efemérides, os vereadores colocaram no calendário da cidade a Festa do Ridículo e instituíram datas como o Dia Municipal dos Pretos Velhos e o Dia do Mestre-Sala, da Porta-Bandeira e do Porta-Estandarte.

Todos os demais projetos – aqueles com potencial para gerar maior impacto – representaram uma fatia modesta da produção. E, mesmo assim, uma proporção expressiva deles foi vetada total ou parcialmente pelo prefeito (o que ocorreu com a emenda do saleiro e também com outras esquisitices). Dos que sobraram, muitos são de relevância ou pertinência questionáveis: a criação de um programa de estímulo a campos de futebol amador, a obrigação de que bares e restaurantes concedam 50% de desconto a quem fez cirurgia para redução do estômago, a instituição de um memorial em homenagem ao chimarrão, e assim por diante.

Eduardo Carrion, professor titular de direito constitucional da UFRGS e da Fundação Escola Superior do Ministério Público, entende que os dados computados por ZH são um reflexo do “esvaziamento” das atribuições do legislativo no país, o que estaria relacionado a uma tradição de “presidencialismo imperial”, ou seja, em que o Executivo dá as cartas, e que acaba por se reproduzir nas esferas municipais e estaduais. No caso das câmaras municipais, isso se acentuaria em decorrência da centralização de poderes nos planos federal e estadual. Como resultado, o vereador encontraria pouco espaço para atuar, entregando-se ao clientelismo.

– Muitas vezes, preocupado em preparar a reeleição ou a candidatura a outro posto, o vereador é levado a propor a concessão de homenagens, que podem prestigiá-lo junto a determinada clientela, ou a apresentar projetos de baixa viabilidade ou baixa possibilidade de aprovação, com frequência flagrantemente inconstitucionais, também para dar resposta a interesses de clientelas. É o clientelismo – observa Carrion.

POUCA INOVAÇÃO NA REPRESENTAÇÃO POLÍTICA

Isso não é algo novo, afirma o professor, e, por esse motivo, não se deve considerar que os dados da atual legislatura da Capital signifiquem uma queda na qualidade dos vereadores. Entre os projetos esquisitos de legislaturas anteriores, podem ser encontradas preciosidades como a lei que obriga os médicos a escrever receitas com letra legível, a proposta que obrigava escolas infantis privadas a instalar câmeras e transmitir ao vivo as aulas e a que submetia à aprovação dos vereadores a instalação de obra de arte no espaço público.

– Isso revela que pouco se inova na política. Para se legitimarem, as câmaras precisariam implementar seu papel de controle e de fiscalização do Executivo, de que muitas vezes se omitem. Há prerrogativas de fiscalização e controle que não são utilizadas – diz Carrion.

Inscrições para o Enem começam nesta segunda-feira

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão abertas nesta segunda-feira, dia 9, às 10h, no horário de Brasília e terminarão às 23h59min do dia 20. As provas serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro. A taxa de inscrição será de R$ 68.

A inscrição é feita pela internet, no site do Enem. O participante deve ter em mãos, no ato da inscrição, o CPF e o número do documento de identidade. Deve também informar um endereço de e-mail. Só é possível fazer uma inscrição por e-mail, assim, cada estudante deverá ter e-mail próprio. O nstituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, vai usar o endereço e o telefone celular informado para se comunicar com o participante.

Ao fazer a inscrição o participante informará se necessita de algum atendimento específico ou especializado e se é sabatista – aqueles que, por convicção religiosa, guardam o sábado, reservando o dia para descanso e oração. Eles podem fazer o exame após o pôr do sol.

Fonte: Ag

Tchau, Cunha

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O Brasil acordou com a esperança renovada. O afastamento de Eduardo Cunha de seu mandato e, portanto, da presidência da Câmara, nos aproxima da justiça. Ninguém está acima da lei. Nem mesmo quem faz a lei.

Pena que quem assume no lugar de Cunha é outro da laia dele. Mas tudo bem, um a um eles vão caindo.

E parece que o último suspiro petista, de que havia perseguição contra eles também está ruindo… Foi Cunha, logo deve ir Aécio…

 

 

Indústria tem pior 1º trimestre desde 2009

Dia após dia, as notícias ruins se acumulam. Hoje é a vez do jornal Valor nos dizer que, no primeiro trimestre, a queda da indústria brasileira foi de 11,7%. Com isso, tivemos o pior resultado para o período desde 2009 (recuo de 14,2%). Ainda segundo o jornal, em 12 meses, o setor acumula baixa de 9,7%, o maior declínio desde os 12 meses encerrados em outubro de 2009, de 10,3%.

Dos 24 segmentos avaliados entre fevereiro e março, a produção cresceu em metade. Entre os ramos que reduziram a produção em março, o desempenho de maior importância para a média global foi coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que recuou 6,5%, interrompendo três meses de taxas positivas consecutivas e que acumularam expansão de 8,1%. Outros impactos negativos significativos foram observados nos setores de celulose, papel e produtos de papel (­3,1%), de indústrias extrativas (­0,9%), de metalurgia (­2,1%), de produtos de borracha e de material plástico (­2,9%) e de móveis (­4,6%).

Na comparação com março de 2015, a produção industrial brasileira caiu 11,4%, 25ª taxa negativa consecutiva, com perfil disseminado de resultados negativos, afetando 22 dos 26 ramos, 65 dos 79 grupos e 75,5% dos 805 produtos avaliados. As maiores influências negativas partiram de veículos automotores, reboques e carrocerias (­23,8%) e indústrias extrativas (­16,6%).

Em relação a março de 2015, a produção de bens de capital teve forte queda, de 24,5%; a de bens intermediários apresentou decréscimo de 10,9%, a de bens duráveis diminuiu 24,3% e a de semi e não duráveis caiu 3,8%.

Nos 12 meses encerrados em março, a produção de bens de capital caiu 28,3%, a de bens intermediários diminuiu 7%, enquanto a de bens de consumo duráveis declinou 21,6% e a de bens semi e não duráveis cedeu 6,6%.

Enquanto isso, o Brasil segue discutindo ministeriáveis… E propostas, que é bom, nada…

DILMA ANUNCIA REAJUSTE DO BOLSA FAMÍLIA EM 9% E SEGUE MENTINDO

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Quem está golpeando quem, afinal? Ao apagar das luzes, depois de quebrar a economia, de fazer mais de 11 milhões de brasileiros perderem o emprego, Dilma dá o golpe final! Aumento do Bolsa Família e reajuste da tabela do Imposto de Renda. Por que ela não fez isso antes?

Dilma segue mentindo, falando em golpe e terceirizando sua responsabilidade. Um líder – coisa que ela nunca foi – assume a responsabilidade dos erros de sua equipe. Ela nunca! Ela segue culpando a oposição pela grave crise econômica que o Brasil está vivendo e disse que o movimento dos oposicionistas impediu que o País impedisse o agravamento da crise econômica e, consequentemente, limitasse o aumento da taxa de desemprego. “O mais grave que eles (os oposicionistas) fizeram foi impedir que o País combatesse a crise e o desemprego”, disse.

Dilma mentiu, durante a campanha, que Eduardo Campos, Marina e Beto Albuquerque iriam acabar com o Bolsa Família. Agora diz que Temer acabará. E tenta ser a boazinha, aumentando em 9% o auxílio. Esse aumento não recupera sequer a inflação. O reajuste da tabela do IR beira o ridículo, para usar uma palavra que ela vem usando.

Dilma segue mencionando que é necessário é realizar uma reforma tributária capaz de transformar a atual estrutura de impostos e contribuições de recessiva, “que prejudica os mais pobres”, em progressiva. Em 14 anos o PT não fez por quê?

Para de mentir, Dilma. Pare de enganar o povo brasileiro. Mentira tem perna curta. E as mentiras de 14 anos estão, uma a uma, sendo desmascaradas!

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