agosto 2016 archive

Educação igual para todos

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A educação é um dos direitos garantidos por lei a todas as crianças. Mas, quando se trata daquelas que possuem dificuldades cognitivas e/ou comportamentais, nem sempre é fácil ter acesso a essa garantia. Mesmo com a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência), sancionada em 2015, que estabelece que todos os alunos devem ser aceitos na sala de aula e contar com profissionais capacitados a atender suas demandas, ainda faltam pessoas qualificadas para desenvolver esse trabalho.

Sendo a escola o lugar em que a aprendizagem se inicia, torna-se fundamental que todas as crianças tenham oportunidade de frequentá-la, sem restrições, como iguais. Mas o que vemos hoje são pais e mães de crianças com necessidades especiais tendo de ultrapassar diversas barreiras para que seus filhos tenham acesso à escola e educação – direito esse que, como já disse, é garantido por lei a todas as crianças.

Por tudo isso, e sendo essa nova determinação do governo um impulsionador de mudanças nas escolas, os cursos de especialização nas áreas de pedagogia e psicologia são importantes para que nossos filhos estejam bem cuidados. É fundamental que nossas crianças sejam atendidas por profissionais capacitados para lidar com suas dificuldades e fazer com que elas possam avançar nos estudos, juntamente com seus colegas. E essa importância não é apenas para as crianças portadoras de deficiência, mas para todas.

Porque para aprender aquilo que é necessário, o aluno – seja ele especial ou não – precisa sentir-se acolhido e compreendido pelo educador. Aí se encontra a necessidade não só da dedicação e do amor pela profissão, como em qualquer outra área, mas também de um conhecimento aprofundado nas necessidades dessas crianças. Esse profissional, capacitado para essa tarefa, é o Neuropsicopedagogo, figura que será cada vez mais comum nas escolas.

Os neuropsicopedagogos atuam no sentido de conduzir as crianças no desenvolvimento do seu intelecto e também dar apoio aos pais e aos demais educadores sobre a forma mais adequada de lidar e superar as dificuldades enfrentadas pelos alunos portadores de deficiências motoras ou cognitivas como autismo, déficit de atenção, hiperatividade e dificuldades de aprendizagem.

Assim, são fundamentais para a melhoria da condição de acesso à educação dessas crianças e jovens que necessitam ainda mais atenção, cuidado e carinho nesse processo tão doloroso quanto importante que é o aprendizado e o crescimento.

Chega de hipocrisia na segurança pública

Todos estamos preocupados com a violência batendo na nossa porta. As notícias – sejam dos jornais ou das conversas com amigos e vizinhos – apontam novas vítimas a cada dia. Estupro, latrocínio, roubo, assalto, assassinato, acerto de contas… Tem de tudo. E vejo apenas indignação nas redes sociais e nas conversas. É justo.

Quero, aqui, que façamos um exercício. O que cada um de nós tem a ver com isso tudo? 

Você que fuma maconha, que defende sua legalização, acha que nada tem a ver com isso tudo? Você, aliás, que usa qualquer tipo de entorpecente EVENTUALMENTE tem, sim, responsabilidade. Ainda é crime. E, enquanto for, você é culpado, também pelos estupros e mortes e toda forma de violência.

Você que tem gato da TV a cabo, de luz, também é responsável. Por quê? Porque gera renda na ilegalidade e deixa de pagar imposto. E não é pelo imposto! É pelo certo, pelo justo, pela lei. Enquanto houver quem financie o mundo paralelo, haverá crime.

Você que empresta carro para o filho que sabe dirigir mais ainda não tem carteira de motorista; você que bebe e dirige; você também é culpado. A sensação de impunidade que você tem é a mesma dos “bandidos” profissionais.

Você que compra peças de carro no desmanche, que compra celular roubado, que usa um perfil fake para acusar é disseminar boatos na internet… Todos são responsáveis por esse drama que vivemos.

Você, que há poucos dias comemorava a violência enquanto era “bandido matando bandido” também tem responsabilidade. Não se celebra a morte de ninguém. Violência nunca foi e nunca será solução.

Governantes têm culpa é muita. Não geram emprego, não geram renda, não garante o que manda a Constituição. Mas colocar a culpa apenas nele é repetir um modelo padrão de distanciamento: o medo me atinge, mas a responsabilidade não.

O tráfico de drogas movimenta milhões e milhões de reais. É um mundo imenso e organizado. Ou damos um fim no consumidor, no cara que financia esse sistema, ou não teremos chance. Não terceirize a culpa. Uma mudança na sociedade não depende do governo A ou B, da política ou de qualquer setor isolado. Depende de todos, absolutamente todos.

Governo autoriza envio da Força Nacional para reforçar segurança no RS

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No Brasil, parece que primeiro deixamos ocorrer uma tragédia para, depois, agir. Perdemos muitas vidas nos últimos anos. Vimos o presídio central ter o seu “melhor” pavilhão ser implodido pelo governador Tarso Genro. A violência cresceu. A crise econômica e o desemprego pioraram esse cenário. Nenhum governo, nos últimos tempos, chamou para si a responsabilidade da segurança pública.

Quero, portanto, reconhecer a medida do governador Sartori. Pode ser ter demorado – e acredito que demorou – mas tomou uma medida. Não podemos culpar um só homem. Não é uma situação que acontece desde 1º de janeiro de 2015. Vamos seguir pressionando e cobrando medidas. Esse é nosso papel.

Ao  presidente Michel Temer, à Força Nacional de Segurança, ao governo do Estado e à prefeitura cabe garantir nossa segurança. Que venha a Força Nacional e que sejam planejadas ações de longo e médio prazo.

Corpo esquartejado e decapitado encontrado no Bairro Mario Quintana

Ainda chocado e cada dia mais assustado com a violência sem medida em Porto Alegre. “Apenas 20 dias depois do encontro do corpo de um jovem decapitado e esquartejado no Bairro Mario Quintana, Zona Norte de Porto Alegre, a cena se repetiu na madrugada desta quinta-feira. Moradores da Estrada Martim Felix Berta ouviram barulho de carro e os cachorros latindo na sequência, pouco antes da 1h. Quando saíram para ver o que acontecia, a surpresa macabra: havia um corpo em pedaços sobre um tapete à beira da calçada.” O trecho é de uma reportagem do jornal Diário Gaúcho.

Quando teremos mudança? Quando teremos ação? Até quando ficaremos reféns da violência?

Segurança pública é responsabilidade do Estado, da União e da prefeitura. Mas não vejo essas três esferas de poder dialogando para mudar a realidade. Estamos na mão de quem?

Atuais vereadores de POA adiam votação de relatório sobre projeto do Uber

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Mais uma vez a Câmara de Vereadores de Porto Alegre não cumpre seu papel. E, mais uma vez, protela uma decisão importante. O projeto que regulamenta o UBER foi, novamente, adiado. Desta vez por pedido de um vereador: “Não dá pra aceitar o Uber do jeito que está aí. Quero analisar o parecer sobre o projeto e sobre as emendas que nós protocolamos”, disse o vereador Clàudio Janta.

O que fazem nossos vereadores? Há quanto tempo a discussão já existe e está sendo feita? Quando virá a próxima manobra?

Chega de política de manobras! Queremos solução! Queremos uma política que responda às demandas da sociedade no tempo em que a vida acontece. Fico indignado com esse tipo de jogo político. O único prejudicado é o povo.

Fique atento. Temos a chance de mudar isso nestas eleições!

 

Até onde vamos? Motoristas podem “furar” sinaleiras depois das 22h

Somos cada dia mais reféns da violência, da falta de ação e de planejamento. A cada dia vemos nos jornais notícias e relatos de assaltos, latrocínios, mortes. Até quando? Será que a violência em Porto Alegre pode aumentar? Será que vivermos sob o regime do medo?

Desde o início do ano, 24 pessoas morreram vítimas de assaltantes em Porto Alegre. Por conta disso, há uma série de medidas que estão sendo “liberadas”. Por exemplo, passar no sinal vermelho após às 22h. Mais, há uma lista de “cuidados” que a população deve tomar:

– Procure guiar, sempre que possível, na pista central porque as laterais ficam mais propícias ao ataque.

– Mantenha os vidros fechados.

– Durante o trajeto, procure seguir por ruas movimentadas.

– Procure locais iluminados para estacionar.

– Ao chegar à garagem, verifique se não há pessoas suspeitas no entorno. Se for necessário, dê uma volta.

– Evite ficar aguardando alguém no interior do veículo. É preferível circular até seu passageiro chegar ou estacionar em local seguro.

– Evite ostentar joias, dinheiro e aparelhos celulares.

– Procure estar atento a tudo que está acontecendo ao seu redor, se não há alguém lhe seguindo.

– Estabeleça um roteiro iluminado e movimentado. De preferência, ande acompanhado.

– Evite passar junto ou atrás de terrenos baldios e matas.

– Evite manter o estabelecimento aberto em horários de menor movimento.

– Tenha um tipo de apoio, como câmeras de segurança.

– Mantenha a porta da garagem sempre fechada.

– Atenda à porta somente depois de prévia identificação.

– Não deixe a luz acesa durante o dia.

– Revise as fechaduras, principalmente à noite.

– Evite ostentar joias, dinheiro e aparelhos celulares.

– Mantenha-se sempre atento ao que está ocorrendo dentro do transporte coletivo.

 

Eu me pergunto: quais os cuidados que o poder público está tomando? Se é para evitarmos vias escuras, por que os governos não iluminam as ruas? Por que é sempre o cidadão que tem pagar a conta, mudar os hábitos?

Sigo acreditando que o melhor enfrentamento para a crise é a geração de emprego e renda. A violência diminui quando as pessoas têm oportunidade e escolha. Ou Porto Alegre e o RS mudam de caminho e de postura, ou os índices de violência aumentarão muito e cada vez mais. Chega de divulgar listas de cuidados que nós devemos ter. É hora de vermos uma lista de medidas efetivas para mudarmos a situação.

Desemprego atinge mais de meio milhão de gaúchos

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Reportagem do jornal Zero Hora traz dados muito ruins para o RS. Com avanço do desemprego em todo o país, atingimos, aqui, 8,7% de desempregados. É a maior da região sul. São 530 mil pessoas em busca de trabalho. Segundo o jornal, é como se toda a população de Santa Maria e de Novo Hamburgo estivessem sem emprego. Outro dado que assusta, é a comparação com o primeiro trimestre deste ano. De lá pra cá, mais 75 mil pessoas perderam o emprego no Rio Grande do Sul. Já com relação ao período de abril a junho de 2015, o aumento foi de 180 mil desempregados.

Volto, então, à campanha de 2014, quando falávamos nisso: no desemprego. Negavam. Me chamavam de pessimista. Minha experiência, porém, me mostrava que estava certo. E que o alerta era urgente. Mas não é tempo de olharmos para o passado. É tempo de mudarmos o futuro. Entre as propostas de nossa campanha está a geração de emprego e renda de forma planejada. Porto Alegre precisa voltar a crescer e gerar emprego. Um País forte depende de municípios fortes.

A crise vai passar? Vai. Os empregos serão gerados? Sim. Mas não num curto prazo de tempo. Acredito que a partir de 2017 as coisas devem começar – devagar – a melhorar. Desde que haja, claro, planejamento.

Confira nossos compromissos assumidos

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Não basta prometer. É preciso assumir compromissos. E assumir compromissos verdadeiros e cabíveis. Muito candidato promete o que não é de sua competência. Outros, apresentam dezenas de propostas. Eu tenho cinco propostas claras:

1. Propor o Plano Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social;

2. Propor o plano de Geração de Emprego e Renda;

3. Propor o Plano Municipal da Juventude Empreendedora;

4. Movimentar a economia da zona sul e do extremo sul de Porto Alegre;

5. Consolidar a zona leste de Porto Alegre como um pólo de tecnologia.

Peço teu apoio, tua confiança e teu voto

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Hoje inicia mais um desafio em minha vida: a campanha para vereador de Porto Alegre. E como tantos outros, este desafio quero dividir com todos os meus amigos e simpatizantes, pois esta batalha não será vencida sem muito apoio e sem a compreensão de todos. Aliás, a política é prática coletiva. Se não for assim, acaba mal.

Quero, portanto, deixar aqui minha mensagem como candidato: Porto alegre há muito tempo perdeu o protagonismo no desenvolvimento econômico-social. Vivemos um momento de muitas demandas se sobressaem e poucas soluções. Todos buscamos melhor saúde, segurança e educação. Mas não vemos caminhos para isso. Há anos, muito se promete e pouco, muito pouco se entrega.

É hora de mudança! A política não pode ser mais feita pelas pequenas demandas. Deve ser, sim, de projetos. Temos que criar uma política de desenvolvimento econômico-social, com geração de emprego e renda para nossas famílias. Esse é o primeiro passo para resgatarmos a dignidade e a autonomia dos núcleos familiares. A partir disso, os outro problemas podem ser superados.

Nossa proposição – e digo nossa porque conversei com centenas de pessoas – é trabalhar com projetos de geração de emprego e renda. Claro que vamos tratar das pequenas demandas do cotidiano. Isso é obrigação de todo vereador. Mas propomos ir além. Precisamos mudar nosso foco. Chega da troca de favores, de conseguir a vaga na creche ou no hospital em troca de apoio. Vamos, sim, trabalhar por projetos que façam do cidadão um ser independente e que possa cobrar dos vereadores o seu papel e as suas obrigações.

Acredito que ter emprego e renda é dar melhor alimento ao filho e assim usar menos o sistema de saúde publica; ter emprego e renda é poder manter nossos filhos próximos a nós e não vivermos a angústia de os vermos sendo levado pelo tráfico;  ter emprego e renda é mostrar aos nossos filhos que o estudo liberta e dá uma vida melhor e que o conhecimento é a única coisa que jamais vão nos tirar.

Assim que vejo a politica: de forma propositiva e que faça a diferença nas vidas das pessoas. Vamos que vamos. Conto com teu voto, tua confiança e teu apoio! #NelsonNaibert40010

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