Sou pré-candidato a vereador de POA em 2016

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Não é à toa que hoje estou aqui com vocês. É o dia do AMIGO e estamos entre tantos amigos para dar a largada oficial a um sonho coletivo. Um desejo coletivo de mudança.Quando decidi entrar para a política em 2012, me somei à campanha da deputada Manuela, que concorria à prefeitura de Porto Alegre. De lá para cá já se passaram quatro anos. A vontade de ajudar a mudar a política, desde então, só fez aumentar.

Decidi enfrentar o desafio, porque é isso que faço desde que me conheço por gente. O meu melhor exemplo, minha mãe, me ensinou que se temos vontade, então podemos e devemos seguir em frente. Conversei, então, com diversos partidos. Recebi alguns convites. Um dos mais recentes me levaria para Brasilia, para contribuir com o País. Optei pelo PSB, partido que tem se mostrado bastante democrático e plural. Acredito ter feito a escolha certa.

Concorri pela primeira vez em 2014. Disputei uma vaga na Assembleia Legislativa. Foi um grande aprendizado. Com acertos erros. Aprendizados e algumas decepções. Tudo, porém, me deixou mais forte e mais disposto a seguir na luta.Aquela foi uma eleição especial. Tínhamos Eduardo Campos nos inspirando e falando da urgente coragem pra mudar. Perdemos aquele que seria o melhor presidente da nossa história. Tinha potencial para isso. Herdamos o legado e a ousadia de acreditar em uma política coletiva, diferente, feita com coragem de enfrentar os velhos nomes e os velhos feudos.

Aliás, vocês lembram em quem vocês votaram para vereador em 2012? Acompanharam o que os vereadores fizeram desde então? Somos tão responsáveis pela péssima qualidade política que vivemos hoje quanto os políticos. Ainda vemos gente vendendo voto, trocando por asfalto, cargos, remédios, favores… Ou mudamos nossa postura, ou seremos reféns dessa velha política. Ao nos permitirmos trocar nosso voto por um remédio, isentamos o Estado de sua responsabilidade.  Saúde é direito constitucional. Não pode ser moeda de troca. Assim como a educação, assim como a segurança, assim como o desenvolvimento econômico e social.

Lembro que na campanha de 2014 eu falava muito de geração de emprego e renda. É o que tenho feito há mais de 20 anos no mercado de trabalho. Direta e indiretamente, já ajudei a criar quase 50 mil empregos. Há dois anos isso parecia loucura. Uns diziam que a economia ia bem demais! Que não havia crise. Que vivíamos o pleno emprego. Deu no que deu!

Sigo coerente e lutando pelo desenvolvimento econômico e social de Porto Alegre, pelo desenvolvimento das vocações regionais, pela geração de emprego e renda para todos os níveis de qualificação. Quero porto-alegrenses independentes, com dignidade garantida. E dignidade só se garante com emprego e renda. Ao ter isso, o pai e a mãe de família podem manter seus filhos na escola, podem lhes dar segurança, educação, exemplo. Dignidade não se compra. Se conquista. Está na hora disso: de tornar o povo independente! Autônomo! Capaz de tomar suas próprias decisões. Quando formos assim, teremos a política  a serviço do povo que é o que ela deveria ser desde sempre e para sempre.

Obrigado a todos por terem vindo hoje aqui, por estarem comigo nessa caminhada. É duro o caminho. Mas quem acreditaria que o menino pobre, crescido no morro, criado apenas pela mãe iria se transformar em um empresário bem sucedido, professor, mestre? Pois sigo o mesmo menino daquela época: cheio de sonhos, de coragem e de verdade no coração.

E lembrem-se: 1 AMIGO VALE 10. Não teremos uma campanha com muitos recursos. Mas a minha verdade e a tua verdade podem fazer a diferença. Conquista o voto de mais 10 amigos e iremos de braços dados para o Plenário da Câmara de Vereadores. Não para ser mais um. Mas para ser, de verdade, a voz daqueles que são parte desse processo e desse sonho.

 

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