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Endividamento das famílias gaúchas atinge 63,2% em fevereiro, diz Fecomércio-RS

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Mais do mesmo: famílias endividando-se, salários parcelados, inflação em alta, professores paralisados… E o governo segue sem agir! Federal e estadual. Ninguém parece querer enfrentar a crise como deveria: com ousadia, gerando emprego e renda, garantindo estabilidade, atraindo investimentos, fomentando o desenvolvimento local. Nada de ideia, nada de rumo… E, sem rumo, onde vamos parar?

O nível de endividamento das famílias gaúchas chegou a 63,2% em fevereiro, contra 50,9% registrados no mesmo período do ano passado. O índice integra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), divulgada nesta segunda-feira pela Fecomércio-RS.

“A expansão do percentual de gaúchos endividados verificada nos últimos meses foi a esperada diante do atual quadro da economia brasileira, permanecendo, no entanto, em patamar inferior ao de 2010 e 2011, quando o índice superou 70%”, avaliou, em nota, o presidente da entidade, Luiz Carlos Bohn.

Conforme a Fecomércio-RS, a queda do emprego, a redução da renda e a inflação elevada são os elementos que determinaram o crescimento das dívidas.

“A desaceleração recente do consumo e do crédito, associada à inflação elevada, ao aumento de juros, à diminuição da confiança das famílias e ao aumento da precaução do lado da oferta, tem impactado na busca por crédito”, ponderou Bohn.

A pesquisa divulgada nesta segunda-feira também mostra que a parcela da renda comprometida com dívidas cresceu na média de 12 meses, passando de 31,5%, em janeiro de 2016, para 31,8%, em fevereiro deste ano. O tempo de comprometimento, ainda na média de 12 meses, permaneceu em 7,7 meses.

De acordo com o levantamento, o cartão de crédito segue como o principal meio de dívida dos gaúchos, apontado por 80,7% dos endividados, seguido por carnês (26,8%), crédito pessoal (13,4%) e cheque especial (11,8%).

Na comparação com fevereiro do ano passado, o percentual de famílias com contas em atraso avançou de 17,6% para 28,7%. Além disso, conforme a Fecomércio-RS, a média de famílias que não terão condições de regularizar nenhuma parte de suas dívidas em atraso no prazo de 30 dias avançou para 10,1% neste mês, contra 8,5% do segundo mês de 2015.

Fonte: Zero Hora

Desemprego chega a 7,6% e bate recorde para o mês nos últimos sete anos

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A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em 7,60% em janeiro de 2016. É o pior para o mês desde 2009. Em dezembro de 2015, a taxa de desocupação foi de 6,9%.

A renda do trabalhador caiu 1,3%. Na comparação com janeiro de 2015, houve recuo de 7,4%.

E o que nossos governantes, em todas as esferas, têm feito para mudar isso? Qual a proposta para gerar emprego e renda?

Após 4 meses, redução dos salários de Dilma e do vice ainda é só promessa

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Brasil em crise. Quase 10 milhões de desempregados. Indústria e comércio demitindo ainda mais. E Dilma, como sempre, prometendo e não cumprindo. A matéria abaixo é do jornal Estadão. Não se trata da economia que seria feita, mas do valor da palavra, do compromisso, do sinal, da liderança, da honradez. Tudo o que Dilma insiste em mostrar que não tem. Ela e a turma que governa com ela e desfruta de tudo isso, quanto o Brasil vai afundando.

A presidente Dilma Rousseff aproveitou a reforma ministerial, em outubro, para anunciar que reduziria o seu próprio salário e o de todos os ministros em 10%. Passados quatro meses, no entanto, a promessa ainda não foi cumprida e a presidente, o vice Michel Temer e os 31 ministros continuam recebendo um salário de R$ 30.934,70. Os motivos para o atraso vão desde a falta de empenho do governo em aprovar a medida até os longos trâmites que as propostas precisam atravessar no Legislativo.

Anunciada em 2 de outubro, a medida foi encaminhada ao Congresso sob a forma de uma mensagem presidencial três dias depois. Na primeira instância pela qual precisava passar, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, o parecer por sua aprovação só foi apresentado pela relatora Simone Morgado (PMDB-PA) em 16 de novembro e aprovado no colegiado apenas no dia 9 de dezembro.

A mensagem presidencial transformou-se, então, em um projeto de decreto legislativo, que precisaria ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde chegou em 15 de dezembro. Na semana seguinte o Congresso entrou em recesso e o relator da CCJ só foi designado no dia 29 de janeiro. O escolhido foi o deputado Décio Lima (PT-SC) que, procurado pelo Estado, não sabia da indicação. “Eu não estou sabendo que sou o relator. Se fui designado relator, ainda não fui informado”, afirmou.

Para o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), a culpa não é do governo. “Não é culpa do governo. É mais uma das matérias que ficam na gaveta da Câmara”, disse. O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o rebateu. “Quando o governo quer votar, articula, pede urgência. Se não, é porque não é urgente”, afirmou o peemedebista.

Comissionados. Dos 3 mil cargos comissionados que o governo cortaria, apenas 528 foram extintos até agora. O Planejamento diz que a medida está em curso e sendo feita de maneira gradual. Dos cargos já extintos pelo governo,16 foram na Casa Militar; 24 na Embratur; cinco na Fundação Alexandre Gusmão; 74 no Ministério da Justiça; 34 no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; 216 no Ministério do Planejamento; 24 no Ministério do Turismo; 112 na Secretaria de Governo; e 23 na Suframa. Além disso, o ministério destaca que nesta semana há previsão de publicação de novos decretos, com redução de aproximadamente mais 140 cargos.

Além de não ter reduzido os salários e cortado os cargos comissionados, outras medidas prometidas pela presidente também não foram efetivadas. No mesmo evento, Dilma anunciou a criação de uma central de automóveis para unificar o atendimento aos ministérios, além de metas de gastos com água e energia, limites para uso de telefones, diárias e passagens aéreas. Segundo o Planejamento, a unificação dos carros oficiais está prevista para começar a operar em setembro de 2016. “É importante frisar que não se trata de uma central de transporte por ministério, e sim para a administração, pois atenderá as necessidades dos órgãos, de forma conjunta”, informou.

A presidente também prometeu que os gastos de custeio e contratações do Executivo seriam reduzidos em 20% e que haveria uma Comissão Permanente para a Reforma do Estado. A comissão foi instituída em outubro e a designação de sua composição foi definida em novembro. Segundo informou o Ministério do Planejamento, desde então, a pasta realiza “reuniões periódicas de diagnóstico e revisão das estruturas junto aos ministérios”.

Nem mesmo o relatório que o governo pretendia elaborar até 15 de janeiro para apresentar o resultado das medidas ficou pronto. Segundo o Planejamento, do total de 2.149 unidades administrativas de serviços gerais, apenas 676 enviaram os dados de redução de gastos. A redução informada até agora é da ordem de R$ 339 milhões.

Mais de 100 milhões não possuem rede de esgoto

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Quando saneamento básico for prioridade para os políticos brasileiros, tenho convicção de que muitos problemas serão superados. Não há como vencer a guerra contra o mosquito da dengue, por exemplo, se não temos rede de esgoto universal.

O Brasil é gigante em números: 100 milhões não possuem rede de esgoto e 13 milhões são analfabetos. Talvez esses dados mostrem o tamanho do nosso desafio! Nosso, sim, porque somos nós que elegemos quem governa, quem legisla, quem determina onde será gasto o NOSSO dinheiro!

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Um total de 156,4 milhões de brasileiros que vivem em áreas urbanas tinha acesso à rede pública de abastecimento de água em 2014. O número equivale a 93% dos moradores das áreas urbanas do País. No quesito saneamento, 57,6% eram atendidos por redes coletoras de esgoto, o que significa 96,8 milhões de habitantes. Considerando que o Brasil tem mais de 205 milhões de habitantes, isso significa que mais de 100 milhões de brasileiros não possuem acesso à rede de esgoto.

 
Os dados são da 20ª edição do Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgotos referentes ao ano de 2014. O levantamento do Ministério das Cidades buscou informações sobre o abastecimento de água em 5.114 municípios, que abrangem 168 milhões de pessoas (98% da população urbana do País). Sobre o esgoto sanitário, o estudo obteve dados de 4.030 cidades, nas quais vivem 158,5 milhões de brasileiros (92,5% da população urbana).
Segundo o diagnóstico, R$ 12,2 bilhões foram investidos efetivamente nos serviços de água e esgoto em 2014. O número representa um crescimento de 16,7% em relação a 2013. Os serviços de esgoto receberam 46% do total investido. No mesmo ano, mais de 2,4 milhões de pessoas foram incluídas no serviço de abastecimento e 3,5 milhões na área de saneamento.

O índice médio de dejetos coletados no Brasil chega a 70,9% do total gerado. Entretanto, quando se fala em esgoto tratado, esse percentual cai para 40,8%. O trabalho mostra que houve uma discreta evolução nesse ponto. O volume de esgotos tratados saltou de 3,624 bilhões de metros cúbicos em 2013 para 3,764 bilhões em 2014, um aumento de 3,9%.

O levantamento revelou que o consumo médio per capita de água no País foi de 162 litros por habitante ao dia, queda de 2,6% em relação a 2013. A população do Nordeste consumiu em média 118,9 litros (menor quantia do País), enquanto, no Sudeste, o consumo foi de 187,9 litros (maior do Brasil).

No Rio Grande do Sul, o consumo médio de água em 2014 foi de 162,9 litros por habitante. Nos últimos três anos, a média foi de 154,9 litros. O Estado, juntamente com Rio de Janeiro, Espírito Santo, Rondônia, Acre, Distrito Federal e Amazonas, é um dos que consome mais que a média do País, de 162 litros por habitante ao dia.

Dos 497 municípios gaúchos, só 108 têm redes coletoras

A condição do atendimento de esgoto sanitário no Rio Grande do Sul ainda é precária. Das 497 cidades gaúchas, somente 108 possuem redes coletoras. Na prática, isso significa que 3,1 milhões dos mais de 11,2 milhões de gaúchos têm acesso a uma rede de esgoto. Apenas os moradores de 28% dos municípios gaúchos são atendidos por esgotamento sanitário.

Nas áreas urbanas, o índice sobe para 32%. Ainda assim, só 28,67% do esgoto gerado é coletado, e apenas 49,54% dos dejetos são devidamente tratados. É um dos piores índices do Brasil, ficando à frente dos estados do Pará (15,36%), do Maranhão (37,15%) e de Minas Gerais (49,34%).

Quanto ao abastecimento de água, a situação é melhor. No total, 450 municípios possuem acesso, o que corresponde a mais de 9,3 milhões de gaúchos. No total, 85% das cidades são atendidas. Quando o recorte se refere às áreas urbanas, o índice cresce para 94,96%.

O Estado apresentou queda no percentual de investimentos para a área de saneamento básico. Em 2013, foram R$ 428,3 milhões, o equivalente a 4,1% do total aplicado, contabilizando todas as áreas. Em 2014, embora o valor bruto tenha aumentado para R$ 431,3 milhões, o percentual caiu para 3,54%. Além disso, a tarifa cobrada por metro cúbico de água no Rio Grande do Sul em 2014, de R$ 4,52, foi a maior do País, fato que já tinha ocorrido em 2013.
Fonte: Jornal do Comércio

É preciso manter viva a esperança

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Há algum tempo acompanho a política. Felizmente, tenho dialogado e conhecido muitos partidos pelo trabalho com minha empresa. Vejo a forma como agem, o que priorizam, se o discurso bate com a prática. Sou daqueles que acreditam que a política passa pelas nossas vidas mesmo que a gente insista em negar. Pela política passam as soluções para a maioria dos problemas da sociedade.

Em um determinado momento, decidi que não bastava mais assistir de fora. Decidi que era preciso ajudar a mudar a sociedade. E escolhi o PSB para isso. Principalmente pela pluralidade de vozes e pelo legado impressionante de Eduardo Campos, um verdadeiro mestre em gestão.

Sim, não se faz política sem gestão, sem conhecimento técnico. Eduardo nos deixou seu exemplo e seu legado. Espero poder trazer para Porto Alegre parte de suas ideias e poder, ao colocá-las em prática, ajudar nossa capital a crescer, se desenvolver e ter um plano para os próximos anos, para as próximas gerações.

Honraremos o legado de Eduardo da melhor forma possível: mostrando que é possível fazer mais, fazer diferente, fazer de verdade!

 

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