novembro 2015 archive

Jardel e a política

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Tem uma frase de Monteiro Lobato, se não me engano, que diz: “a ocasião não faz o ladrão; o ladrão nasce pronto; a ocasião faz o roubo”. Triste essa frase. Mais triste ainda é que ela pode ser um bom resumo da política brasileira. Não de agora, de sempre!

Há, hoje, quem defenda os militares e uma nova intervenção. Se esquecem que a dívida externa foi multiplicada por eles.  Eles roubaram, torturaram, mataram, mas o povo, de memória os quer de volta. Hoje, pagamos caro pelas ações dos militares. Pensem isso!

Voltando ao hoje. Jardel é o reflexo de um sistema político falido. Carente de novas lideranças. Que aposta em famosos para ter votos.  Não tem ideologia, projeto de futuro, plano de governo, ideais. É o poder pelo poder!

Mas a culpa não é apenas dos partidos – que, aliás, se multiplicam a cada ano. A culpa é, também, dos eleitores. Quem votou no Jardel sabe alguma proposta dele? Ou votou porque ele foi um ídolo gremista? Futebol é futebol! política é política!

Enquanto o povo não aprender a votar, teremos diariamente escândalos como os de Jardel, Cunha, Delcídio, Renan, Collor… Eles estão onde estão pelo voto, foram conduzidos pelo povo aos seus cargos. Botem a mão na consciência!

Sabe que não fico tão espantado com casos como este, fico triste, pois perdemos mais uma chance de votar correto, moralizar a política e melhorar nosso futuro!

Espero de coração que nas eleições municipais 2016 façamos a coisa correta, votar por popularidade ou por protesto é jogar a chance de um município melhor para nossos filhos!

Delcídios, Cunhas, Baségios: pra onde caminha o Brasil?

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Que dia para a democracia brasileira. Que dia triste. Pela primeira vez na história da República, um senador, no exercício de seu mandato, foi preso. No RS, ontem, também pela primeira vez em 180 anos, um deputado no exercício de seu mandato foi cassado pelos seus colegas. Isso tudo no meio de um mar de escândalos. Como li há poucos dias, a lama que destruiu o Rio Doce, há tempos vem destruindo o Brasil.

Não há muito o que falar após vermos as imagens do deputado Baségio contando dinheiro. Não há o que falar após ver as manobras de Eduardo Cunha, que não tem nenhuma legitimidade para exercer um mandato de representação pública, menos ainda para presidir a Câmara dos Deputados. E também não há o que falar de Delcídio Amaral, líder do Governo Dilma no Senado, após ouvir suas conversas.

Quando pensaríamos que um Senador, alguém eleito pelo povo para nos representar, iria bolar uma rota de fuga para um homem que saqueou nossos recursos??? É a certeza da impunidade? É o fato de acharem que estão blindados pelo foro privilegiado? É deboche escrachado do povo brasileiro? Confesso que não encontro resposta que me faça entender.

Sinto vergonha e tristeza. Vergonha porque centenas, milhares de pessoas perderam a vida lutando para que tivéssemos nossa democracia. E é essa democracia que estão trucidando, dilapidando, desmanchando. Sempre às custas do povo, que paga a conta sempre.

Meus amigos, todos estes que estão protagonizando o noticiário político e policial do nossos país tem a legitimidade do voto. Foram eleitos. Ou, então, estão em cargos indicados por quem foi eleito pelo voto. Isso nos faz responsáveis por tudo isso. Somos nós os eleitores.

Se queremos mudar o Brasil – E QUEREMOS – temos que começar a mudar nosso voto. Não vender voto, denunciar a corrupção, não acreditar em mentiras, acompanhar a política. Depende de cada um de nós um Brasil livre de Cunhas, Baségios, Delcídios e todos que compactuam com eles.

Ônibus depredados no Gre-Nal renderão prejuízo de R$ 20 mil

O que entristeceu no Gre-Nal não foi o resultado. Sabemos que clássico é isso! Mas me entristece ver o pós-jogo e o vandalismo. Não, esses não são torcedores! Sequer merecem ser chamados assim. Que sejam identificados. Punidos. Responsabilizados. A paz tem que prevalecer sempre!

O Gre-Nal 408 deixou um saldo negativo: 13 ônibus que faziam o deslocamento da torcida do Grêmio para o Beira-Rio foram depredados e cerca de R$ 20 mil será repassado aos clubes. Na lista dos estragos, segundo nota emitida pela EPTC, estão “janelas e vidros quebrados, câmeras de monitoramento danificadas, lâmpadas, fios, balaústres arrancado e até uma porta que caiu após ser alvo de chutes dos vândalos, entre outros equipamentos”.

– É inconcebível este tipo de atitude por parte de algumas pessoas que nem podem ser chamadas de torcedores, mas baderneiros, irresponsáveis, mais preocupados em destruir o que encontram pela frente do que realmente torcer pelos seus clubes. Os usuários do transporte coletivo são os mais prejudicados. Mas os vândalos não pensam nisso, só querem mesmo é causar danos – afirmou diretor-presidente da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), Vanderlei Cappellari, explicando que os ônibus ficarão alguns dias sem circular.

O valor do prejuízo, como combinado previamente entre Grêmio, Inter e EPTC, será cobrado dos clubes. Estes, por sua vez, se identificarem os autores, poderão cobrar diretamente do torcedor.

– Nosso posicionamento é de que as despesas sejam pagas pelas pessoas que fizeram a depredação. Tem imagem, cadastro. Não faz sentido Inter e Grêmio terem de pagar – disse o vice de Administração do Inter, Alexandre Limeira.

Foto: Alexandre Ernst / Agência RBS

O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan, confirmou que o acerto prévio era de que o prejuízo fosse pago pelos clubes. Porém, como houve o cuidado de fazer cadastramento e monitoramento, provavelmente, o este valor será repassado ao torcedor:

– Essa é a situação. Vamos ver se é possível indenficar os autores. Se tiver, vamos atrás dessas pessoas – explicou o dirigente gremista.

Fonte: Diário Gaúcho

Somos todos humanos

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Li no facebook de algum amigo que compartilhou o texto abaixo. Me fez refletir. Espero que aconteça o mesmo com vocês. O bem precisa de um marketing melhor! Nós precisamos de um marketing melhor para nossos bons pensamentos.

Vi dezenas de postagens criticando quem mostrou solidariedade ao povo francês. Contrapunham com a tragédia de Mariana. Onde chegamos? Comparar tragédias? Qual é maior? Qual nos choca mais? Qual nos fere mais? Tragédias são tragédias sempre. E que bom que ainda causam comoção. Que bom que ainda nos fazem pensar. Tragédias acontecem desde sempre e continuarão a acontecer. Resta saber como nós vamos reagir a elas. Com solidariedade, com esperança, com descrença, com violência, com ódio, com amor, com braços estendidos, com rosto fechado, de peito aperto, de costas? A resposta para tudo está em nossas mãos, em nossos corações.

 

Pra cada terrorista que perpetrou a matança hoje em Paris tem dezenas de taxistas levando as pessoas de graça pelas ruas e outras dezenas de parisienses abrindo suas casas para desconhecidos. Para cada executivo da Vale tem dezenas de pessoas doando água e alimentos para os atingidos em Mariana e Governador Valadares. Para muitas tragédias em zonas de conflito (não vou dizer todas) tem uma equipe do Médicos Sem Fronteiras trabalhando graças a doações de pessoas como eu e você. Para cada executivo da indústria cultural querendo barrar a liberdade na rede existem dezenas de pessoas legendando episódios de seriados e filmes de graça, compartilhando música e informação. Para cada pessoa que escreve hashtag bolsomito tem um exército de miçangueiros sendo treinados nos bancos de Humanas. Para cada Eduardo Cunha tem dezenas de coletivos indo as ruas defender os direitos das minorias. Para cada calça saruel que é confeccionada em grandes lojas que utilizam mão de obra escrava tem dezenas de jovens criando moda própria e sustentável. Para cada playboy queimando morador de rua tem gente da mesma idade recolhendo alimentos para asilos, creches e orfanatos. Para cada menina que sofre bullyng por causa do peso ou do cabelo surgem novas meninas gritando foda-se. Para cada pensamento de ódio tem bilhares de pessoas emitindo pensamentos bons em forma de oração, mantra, reza, batuque, energia, vibração ou só pensamento mesmo.

Se você acha que a Humanidade piorou muito pegue um livro de História. Volte no tempo 500, 1000 ou 2000 anos e me mostre quando tivemos paz? Hoje temos poderio bélico inigualável e informação que circula. Essa é a diferença. E pelo menos ainda há o espanto. Há 1000 anos seria tudo normal.

Em suma: não é que o Mal venceu. Ele só tem uma equipe de marketing melhor.

E olha que eu nem sou otimista…

Levantamento realizado pelo Instituto Methodus revela que 9 em cada 10 moradores da capital mudaram hábitos por medo da insegurança

Pesquisa do Instituto Methodus foi divulgada nesta quarta-feira (11)

Pesquisa do Instituto Methodus foi divulgada nesta quarta-feira (11)

A sensação de aumento da violência e o medo fazem parte das preocupações dos moradores de Porto Alegre. Agora, tudo isso foi comprovado em um levantamento realizado pelo Instituto Methodus.

Dos 431 entrevistados que responderam às perguntas, 45 % do total foi vítima de algum tipo de crime neste ano. Mais de 90% conhece alguém que sofreu violência em 2015. Sobre os tipos de violência, o roubo a mão armada é o mais citado, onde um em cada cinco entrevistados afirma ter sido roubado deste o início do ano. Para evitar passar por alguma situação de perigo, mais de 88% dos porto-alegrenses afirmam ter mudado hábitos, como evitar andar a pé pela cidade, reduzir as saídas à noite, festas e restaurantes. A preferência por compras em shoppings, em detrimento das lojas de rua, também foi registrada por 68% dos participantes.

Para o diretor do Instituto Methodus, Jefferson Jaques, os números encontrados revelam não só o difícil cotidiano dos porto-alegrenses, mas também as consequências ecnômicas da falta de segurança. 

“A mudança de hábitos é algo que eu acredito que esteja afetando, inclusive a atividade econômica, porque 89% das pessoas está evitando sair à noite. As pessoas saíam para jantar, para dançar, para fazer atividades sociais. Se as pessoas não estão mais fazendo isso, ou se estão fazendo em bem menor número, isso afeta a atividade econômica”, explicou Jaques.

A sensação de insegurança na cidade é outro fator predominante. 82% dos porto-alegrenses afirmam que se sentem nada ou pouco seguros. Quando perguntados pelo mesmo sentimento no bairro onde moram os índices caem um pouco, chegando a 62% dos entrevistados. Ainda, 54% acreditam que a violência em Porto Alegre é maior do que em outras capitais brasileiras. Um levantamento recente do Grupo Bandeirantes mostra que Porto Alegre tem 9 assaltos para cada mil habitantes, enquanto Rio de Janeiro e São Paulo registram 6 assaltos para cada mil habitantes.

Jefferson Jaques, afirma que esses resultados explicam uma mudança no modo em que os moradores observam a cidade. “Historicamente, por outras pesquisas de outros anos, a gente tinha que Porto Alegre era um pouco resguardada daquela violência toda que se via no Rio de Janeiro ou em São Paulo, e hoje as pessoas estão achando que a gente já passou do ponto dessas cidades”, observou o diretor do Instituto Methodus.

Sobre questões polêmicas, os porto-alegrenses estão divididos: cerca de 30% são totalmente contra a pena de morte, enquanto outros 30% são a favor. O panorama equilibrado se repete quanto à opinião sobre a maior facilidade no porte de armas aos cidadãos. Os entrevistados, porém, se mostraram a favor da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, com mais de 60% a favor da mudança.

Quanto a esses resultados, o diretor do Instituto Methodus ressalta que os assuntos pedem maior discussão na sociedade. “Quando a gente olha os números intermediários, existe 25% que é parcialmente a favor, enquanto apenas 10% é parcialmente contra. Então existe um balanço muito maior pelo favorecimento da pena de morte, mas é um assunto muito turbulento, muito questionado, e se entrasse numa votação ou num plebiscito, eu não sei se passaria, porque eu acho que haveria um grande debate nacional em relação a isso”, ponderou Jefferson Jacques.

Apesar do sentimento de falta de segurança, a maioria dos entrevistados, entre 64% e 70%, afirmou confiar na Brigada Militar e na Polícia Civil. A maioria também acredita que a Guarda Municipal poderia auxiliar no combate à criminalidade em Porto Alegre. Os entrevistados apoiam ainda a vinda do Exército na tentativa de solução do problema, com 71% sendo pelo menos parcialmente a favor da intervenção. Consequentemente, para 42% dos entrevistados, a medida mais eficiente para reduzir a violência na Capital é o aumento do efetivo policial.

O levantamento foi exposto na internet e 431 porto-alegrenses responderam aos questionamentos, sendo 83% com idade entre 25 a 59 anos.

Fonte: http://goo.gl/TPS7uf

Laura Becker – Rádio Bandeirantes

Gari banca estudos e realiza sonho da filha de se tornar médica, em GO

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Trabalhando na limpeza das ruas de Goiânia, o gari Tales Pereira sempre se esforçou ao máximo para garantir a melhor educação possível para a filha, Aline de Castro Pereira, de 26 anos. Hoje, os dois colhem juntos o fruto de tanta dedicação. A jovem está prestes de se formar médica e credita ao pai a maior parte do mérito da realização desse sonho.

Tales teve de criar a filha sozinho, pois a mãe de Aline morreu quando ela ainda era criança, vítima de câncer no estômago. A doença motivou o desejo da jovem pela carreira médica, que pretende se especializar em gastroenteorologia.

Durante todo o ensino médio, a jovem estudou em colégio particular, bancado pelo pai. O resultado veio com aprovação em três vestibulares: Escola Superior de Ciências da Saúde, no DF, Universidade Federal do Tocantins (UFT) e Universidade Federal de Goiás (UFG), onde fez o curso.

Ela se recorda do momento em que soube da aprovação. “Ele [pai] ficou na expectativa com um radinho de pilha, à moda antiga, esperando sair a lista. Quando eu vi na internet, foi muita emoção”, lembra.

No convite para a formatura, a foto com o pai tem destaque especial. Uma dedicatória também foi feita. “Ao meu pai, agradeço profundamente por ter vivido cada dia comigo se desdobrando para ajudar a cumprir minhas obrigações e se preocupando com meu bem estar e me amparando com as mais diversas formas de amor. Você é meu maior exemplo de luta e determinação para vencer na vida”, diz o texto.

O carinho deixa o gari emocionado. “É muito emocionante. A gente fica todo derrubado. Fiz minha parte e ajudei. Agora ela vai colher os frutos. Ela é uma joia. Para chegar onde chegou, é uma guerreira”, elogia.

Fonte: G1

Uber em Porto Alegre: o velho dilema do avanço contra o retrocesso

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Nem chegou a ser realidade, mas a polêmica entre o analógico e o digital já toma conta de Porto Alegre. A questão agora é o UBER, que deve chegar em nossa capital em dezembro. Por trás dessa simples discussão, há outras muito m ais profundas! Sobre isso quero falar!

Aqui no Rio de Janeiro, o UBER tem funcionado. Em São Paulo e Brasília também. Acho justo o movimento. Acho adequado que as inovações surjam. Gosto da concorrência de mercado para melhorar os serviços, diminuir os preços e gerar concorrência. Portanto, sou a favor do UBER. Mas, mais do que isso, sou a favor do debate que o UBER nos força a ter.

Pena que, mais uma vez, a prefeitura de Porto Alegre não quer debater! E já se posiciona contra! Como ser contra algo que sequer existe?! Como ser contra algo que pode nos fazer dar um primeiro passo rumo à melhoria do transporte público? Como ser contra o movimento natural do mundo?!

Apesar de otimista, às vezes acho mesmo que temos a síndrome do caranguejo, que anda para o lado e não para a frente. Não evoluímos! Vejam o exemplo de Brasília: o governador de lá bancou uma decisão inédita e disse que vão regulamentar o serviço. Por que a EPTC é contra sem sequer ouvir a população?

Tenho medo dessa política ranzinza, retrógrada, que não pensa no bem do cidadão e da cidade. Se a EPTC se preocupasse em garantir a qualidade dos táxis, a postura adequada dos motoristas e coibisse os crimes que alguns cometem no exercício de sua profissão de taxista, não haveria a necessidade do UBER. Se ele existe, é porque o serviço prestado atualmente é ruim! Mas a EPTC não pensa nisso!

Transporte público e mobilidade urbana exigem pensamentos modernos, avançados. Quantos táxis adaptados para cadeirantes existem em POA? Não enchem uma mão! Quantos táxis velhos, centenas e centenas! Quantos taxisats fumam dentro dos carros? Centenas! Por que a EPTC, ao invés de vetar o UBER (uma ideia ainda) não cria um selo de BOM TAXISTA? Por que os taxistas não se aperfeiçoam? Conheço muitos que jamais serão trocados pelo UBER porque prestam serviço de ótima qualidade, responsável, ético, justo.

A concorrência não é desleal. Mas nos instiga, nos força ao movimento, ao pensamento. Infelizmente parece que alguns preferem que POA seja a capital do passado, do atraso…

Agora, para terminar, pensem: se você, empregado, for relapso, não fizer seu serviço bem feito, desrespeitar o seu chefe ou seu colega e, ainda, assim, tiver a certeza de que nada o tirará do emprego, mudará? É isso que alguns taxistas pensam: que podem tudo, porque são intocáveis! Lembrem da polêmica da criação das “teles”. Ela se repete hoje…

Sugestão de leitura: http://zh.clicrbs.com.br/rs/porto-alegre/noticia/2015/11/conheca-as-principais-diferencas-entre-o-servico-da-uber-e-o-de-taxistas-de-porto-alegre-4898831.html

Por que as pedaladas de Dilma são diferente da sua pedalada?

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Há alguns meses que os jornais de todo o país falam nas “pedaladas fiscais” de Dilma. As pedaladas nada mais são do que um jogo de cena, o famoso “empurrar as dívidas com a barriga”. Aquele jogo de cintura que o cidadão brasileiro faz todo mês, em especial nos últimos meses, já que a inflação voltou com tudo.

Acontece, porém, que há sérias (e injustas) diferenças entre as pedaladas de Dilma e as minhas, as suas. Dilma segue impune! A gente não! Dilma não paga os juros das suas pedaladas com o dinheiro dela, mas com o nosso dinheiro. A gente paga paga os juros com o nosso dinheiro. Ou seja, pagamos duas vezes!

Se atrasamos a conta de luz, celular, telefone, colégio, plano de saúde… eles cortam o serviço, certo? O que ocorre se Dilma pedala? Nada! Ela segue impune! Isso é injusto!

Nós fazemos ginástica todo mês, porque o salário acaba cada vez mais cedo. Falta grana todo mês! Mas a gente não pode pedalar livremente. Já Dilma…

Pensem sobre isso! Dilma pedalou, mentiu, forjou dados para ganhar uma eleição. Cometeu um crime de responsabilidade fiscal. Se fosse um cidadão comum, pagaria por isso. Por que com ela é diferente?

 

Por que Eduardo Cunha não cai?

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Muitos de vocês devem se perguntar o mesmo que eu: diante de tantas provas, de tantas manifestações pedindo seu afastamento, por que Eduardo Cunha segue na presidência da Câmara dos Deputados? Por muito menos, Severino Cavalti deixou a Presidência da Câmara e Renan Calheiros renunciou ao cargo de presidente do Senado. Ora vejam! Renan está de volta! E Severino debocha da política brasileira. Diz ele que “piorou muito”.

Me digam se há algum outro motivo se não o medo dos deputados federais de denunciar Cunha e ele, por vingança, revanche ou crise de lucidez, denunciar todos os seus colegas. Há algum outro motivo que justifique essa vergonha?

Para mim, que sou do povo, é simples: Eduardo Cunha não tem condições de permanecer no cargo. Aliás, sequer tem condições de ser um representante do povo! Mas foi eleito democraticamente. Então, que seus eleitores reflitam, porque são responsáveis por darem poder a um homem tão sem escrúpulos.

Como povo, também, não perco a fé a esperança de ver deflagrado o processo de cassação de Cunha. E que ele, seja por qual motivo for, denuncie todos aqueles que têm o rabo preso e que tiram os recursos da saúde do povo brasileiro, da educação e da segurança, para encherem seus bolsos e cuecas de dinheiro, suas garagens de carros importados…

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