outubro 2015 archive

O corporativismo político que atrasa o Brasil e o RS

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Ontem o RS deparou-se com duas notícias: a impressionante rejeição da CCJ da Assembleia gaúcha do parecer de cassação do deputado Basegio e a cassação do vereador Cássio Trogildo. Quais as diferenças? Quais as semelhanças? As diferenças não sei, sinceramente. A semelhança: o povo perde, a política perde, a credibilidade se esvai e a esperança no futuro balança.

Cássio tinha provas contundentes contra ele pelo uso da máquina pública na eleição municipal de 2012, em Porto Alegre. Durante a campanha, gravações de sua equipe oferecendo asfalto em troca de voto foram divulgadas. Estamos no final de 2015. Ele permaneceu no cargo por três anos! Protegido pelo corporativismo.  Pergunto: quem compra voto tem que compromisso com o povo? Qual o resultado do trabalho dele para os porto-alegrenses nesses 3 anos? O que ele ganhou mantendo seu mandato durante esse tempo?

Já o caso do deputado Basegio, aquele que vimos espantados em vídeo contando o dinheiro que cobrava como “pedágio”de seus funcionários, é repugnante! O deputados Ciro Simoni (PDT), Gilmar Sossella (PDT), Alexandre Postal (PMDB), Gabriel Souza (PMDB) e João Fischer (PP) votaram contra o parecer que pedia a cassação de Basegio. O deputado Jorge Pozzobom (PSDB) se absteve e Silvana Covatti (PP) ficou ausente durante a votação. Como seu ausentam ou se abstêm de uma votação dessas? Medo? Foram eleitos para quê? Como votam pela reprovação da cassação de alguém que debochou da democracia, das leis e da ética que deveria balizar a política? Guardem esses nomes meus caros! Eles apoiarão alguém em 2016!

Fico aqui pensando… Basegio ameaçou falar muito sobre as práticas da Assembleia caso fosse cassado. Será por isso que foi protegido, blindado? Sossela é o mesmo deputado que também teve seu mandato cassado (resiste com mandado de segurança) por forçar funcionários a comprarem convites para uma atividade de campanha sua, em 2014, por módicos R$ 2.500,00. Eles julgam a eles mesmos! E a medida que tomam são eles mesmos!

Mas, se Basegios, Sosselas, Simonis, Silvanas, Gabrieis, Alexandres, Jorges, Cassios e outros como eles insistirem nessa política baixa, vergonhosa, eu resistirei. Eu não desisto. Embora esmoreça! Mas não desistirei, porque quero um futuro melhor para minhas filhas!

Em tempo 1: Luiz Fernando Mainardi (PT) , Stela Farias (PT) , Juliano Roso (PCdoB) , Elton Weber (PSB) e Maurício Dziedricki (PTB) votaram a favor da cassação de Basegio. Um suspiro!em de dinheiro e organização criminosa.

Em tempo 2:Os danos aos cofres públicos podem chegar a R$ 2,4 milhões. O que, considerada a multa prevista na Lei de Improbidade Administrativa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial, atingiria a cifra de R$ 7,4 milhões. Assim, conforme compreensão do Superior Tribunal de Justiça, o valor do dano e da multa civil, somaria a importância total de R$ 7,5 milhões a ser levada em conta para fins de decretação de indisponibilidade de bens.

Aumento de 5,8% na conta de luz da CEEE começa a valer neste domingo

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O reajuste na tarifa da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE) começa a valer neste domingo. O aumento, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na última terça-feira (20), é de 5,82% para os consumidores residenciais e de 7,78% para os clientes de alta tensão (indústrias).

O reflexo integral será sentido na fatura de dezembro, uma vez que em novembro, primeiro mês de faturamento, há uma proporcionalidade da tarifa associada à data da leitura e ao período de consumo de cada unidade.

Apesar do reajuste extraordinário aplicado em fevereiro e da adoção do sistema de bandeiras tarifárias — medida do governo federal que onera mensalmente as contas de luz quando as termelétricas são acionadas —, a variação de custo que a empresa teve ao longo do ano com energia comprada e encargos setoriais colaboraram para aumento de custos, segundo a Aneel.

A CEEE atende 1,6 milhão de unidades consumidoras em 72 municípios do Rio Grande do Sul.

Fonte: Zero Hora

Aos 76 anos, idosa faz Enem pela sétima vez: ‘nunca vou desistir’

Otimismo e persistência não faltam para a aposentada de 76 anos Osmarina Duarte de Sousa, que mora na Zona Sul de Teresina. Mesmo depois de participar de seis edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a idosa não desanimou e pela sétima vez vai enfrentar a maratona de provas do exame que será realizada neste fim de semana.

A aposentada que mora no bairro Deus Quer, Zona Sudeste da capital piauiense, esbanja descontração. Ela contou ao G1 que tem feito o que pode para se preparar para o exame. Além das aulas no turno da noite, ela divide os afazeres de casa e aproveita o tempo livre para revisar os conteúdos. É comum, segundo ela, ficar até tarde da noite estudando.

“Nunca vou desistir de estudar. Faço preparatório todos os anos, estudo muito e os professores me ajudam. As pessoas perguntam o que eu ainda estou fazendo na escola, mas a vida é assim não se pode parar de estudar. Acordo de manhã cedo e cuido dos afazeres de casa, depois volto aos estudos. Estudar muito é só o que eu tenho feito”, contou.

Osmarina Duarte foi alfabetizada ainda nos seus 60 anos e vê no Enem uma porta para um futuro melhor. Ela conta que seu sonho sempre foi entrar na faculdade e que não tira da cabeça o desejo e a vontade de ser professora de geografia.

“Eu era analfabeta. Trabalhei por muito tempo na roça com meus pais e não tive tempo para estudar como hoje os jovens têm. Vim morar no Piauí, terminei os estudos e aqui continuo me preparando para o vestibular. Meu sonho é esse, entrar na faculdade, e estou muito confiante de que vou conseguir esse ano, e se conseguir ficarei muito feliz”, disse.

Osmarina Duarte fez cursos preparatórios e estuda em casa sozinha (Foto: Fernando Brito/G1)

Questionada se sua história de determinação, por estar focada nos estudos, serve de exemplo para outros estudantes, ela foi modesta. Preocupada com candidatos que não tenham dado a importância necessária ao exame, ela aconselha e pede que os estudantes mais jovens aproveitem ao máximo o tempo que tiverem livre.

“Existem muitas pessoas que têm maior facilidade em aprender, tirar boas pontuações no Enem, e passar. Já outras, como eu (risos), têm dificuldade. O tempo e a idade não voltam mais. Quanto mais você puder aproveitar para estudar, melhor. Quando vai passando o tempo você vai perdendo o pique e tudo fica perdido. É preciso que os jovens se preocupem com os estudos”, contou dando conta que não para porque precisa exercitar a mente.

Realização das provas
As provas do Enem acontecem neste fim de semana, no sábado (24) e domingo (25). No primeiro dia, as provas com questões de ciências humanas e ciências da natureza terã duração máxima de 4 horas e 30 minutos. Já no segundo dia, o tempo de duração é de 5 horas e 30 minutos para serem respondidas questões de  linguagens, matemática e redação.

O candidato só pode sair do local das provas após duas horas do início do exame. Os candidatos que quiserem levar o caderno de questões para casa tem que esperar até 30 minutos antes do término da prova.

Abertura dos portões
Por conta do horário de verão, no Piauí, os portões dos locais de aplicação das provas serão abertos uma hora mais cedo porque a realização do exame segue o horário de Brasília. Enquanto nos estados que aderiram ao horário de verão os portões se abrem ao meio dia e fecham às 13h, no Piauí os portões serão abertos às 11h e fechados ao meio dia.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) orienta que os candidatos cheguem com pelo menos uma hora de antedecência e que visitem o local de realização da prova dias antes para que o candidato não perca o caminho.

Cartão de inscrição do candidato
Neste ano o Inep não enviou pelos Correios o cartão de confirmação da inscrição. O acesso ao cartão do candidato está sendo feito através da internet. É através dele que o candidato fica sabendo em qual escola vai fazer o exame.

O cartão deve ser baixado ou consultado diretamente no site do Inep. Segundo o órgão, o cartão não é obrigatório ou requisito para fazer a prova, mas é preciso que o candidato leve anotado dados como o endereço, andar, número da sala e o número do candidato, além dos documentos de identificação.

Documentos obrigatórios
Segundo o edital do Enem, os documentos de identidade previstos são: documento de cédula de identidade (RG) expedida pelas Secretarias de Segurança Pública, pelas Forças Armadas, pela Polícia Militar, e pela Polícia Federal; identidade expedida pelo Ministério da Justiça para estrangeiros; identificação fornecida por ordens ou conselhos de classes que por lei tenham validade como documento de identidade; Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), emitida após 27 de janeiro de 1997; Certificado de Dispensa de Incorporação; Certificado de Reservista; passaporte; Carteira Nacional de Habilitação com fotografia, na forma da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997; e identidade funcional em consonância com o Decreto nº 5.703, de 15 de fevereiro de 2006.

Alimentação
Água e comida não são proibidas. O candidato deve se preocupar com sua própria alimentação durante a prova.

Punição para faltas no Enem
Quem for liberado da taxa e faltar nos dois dias do exame em 2015 terá obrigatoriamente que pagar a inscrição em 2016.

Funções do Enem
O Enem é usado como critério de entrada em diversos programas federais. A prova substitui vestibulares no acesso a instituições federais de ensino superior. Também são exigidas as notas do Enem para o candidato que pretende uma bolsa de estudos pelo ProUni, para quem quer uma vaga gratuita no ensino técnico pelo Sisutec ou para quem vai tentar financiamento estudantil pelo Fies.

Quem tem mais de 18 anos pode usar o exame nacional para obter o diploma do ensino médio. E quem já está na faculdade precisa de boas notas no Enem para concorrer a bolsas de estudos no exterior pelo Ciência sem Fronteiras.

Fonte: G1

Aluno do Cruzeiro com leucemia provoca comoção na internet

HENRIQUE

 

Um carioca de 11 anos tem emocionado pessoas tão diversas quanto jogadores de Fluminense e Botafogo, roqueiros do Skank e Jota Quest, atores como Marcello Antony e Francisco Cuoco, além de anônimos em todo o país. Todos se preocupam com ele, todos querem ajudá-lo, embora só o conheçam por uma única foto, em que o pequeno, com uma camisa de futebol e bandana na cabeça, faz um coração com as mãos cheias de espuma. O drama na vida de Henrique Gravatá, aluno do 6º ano do Colégio Cruzeiro, começou em 2014, quando a leucemia bateu à porta. Há três meses, ele e sua família estão à espera de um doador de medula óssea compatível. Criada há poucas semanas, uma página de apoio no Facebook tem quase 8 mil pessoas interessadas em acompanhar o caso. Até o juiz federal Sergio Moro gravou um vídeo para o menino, como antecipou segunda-feira a coluna de Ancelmo Gois.

— Essa é para o Henrique Gravatá. Muito trabalho por aqui, você nem pode imaginar. Mas hoje tirei um tempinho para me cadastrar como doador de medula. Isso pode salvar uma vida. Força, Henrique, estamos torcendo por você — disse o juiz, ao lado da mulher, Rosângela.

Henrique está internado, e seus pais, Raul e Marta, o acompanham no hospital. Não querem dar entrevista. Por mensagem, disseram apenas que o caçula dos dois filhos precisa de “paz e tranquilidade” para se recuperar. No Cruzeiro, professores e amigos estão apreensivos, fazendo o possível para ajudá-lo à distância. Assim como Moro, muitos se inscreveram no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), órgão vinculado ao Instituto Nacional do Câncer (Inca) e responsável por cadastrar todos os voluntários. Coordenador do Redome, o médico Luis Fernando Bouzas dá uma boa notícia: já foram encontrados dois doadores para Henrique, um no Brasil, outro no exterior. A compatibilidade de ambos ainda será testada. Se tudo der certo, em até dois meses o transplante será feito.

— Mas a campanha pelo Henrique não precisa parar, pois existem de 800 a 900 pacientes brasileiros à procura de doador compatível. As chances de encontrar um doador aumentaram muito nos últimos tempos. Em 2003, não passavam de 15%. Hoje, a probabilidade é de 80% — explica Bouzas.

O Brasil tem 3,8 milhões de pessoas cadastradas no Redome. É um número significativo, que torna o país o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo. Desde que o cadastro foi criado, o número de inscritos não para de aumentar — eram somente 30 mil no ano 2000. O Redome tem acesso aos outros bancos de doadores internacionais, que totalizam 27 milhões de pessoas no planeta. Do total de 272 transplantes feitos no Brasil no ano passado, 30% foi com material genético vindo do exterior — bem menos que há vinte anos, quando quase 90% dos procedimentos tinham origem em doações importadas. A mudança de panorama, no entanto, ainda tem um gargalo, segundo Nelson Hamerschlak, hematologista do Hospital Albert Einstein.

— Aumentou o número de hospitais que fazem transplantes e, consequentemente, também a oferta de leitos, com maior número de procedimentos. Mas precisamos de mais leitos, especialmente no SUS — disse o especialista, que também integra o conselho científico da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia.

São 85 centros de transplante credenciados no Brasil todo, mas apenas 32 fazem transplantes com doador não-aparentado, caso de todos os procedimentos que têm origem no banco de dados do Redome. O restante só faz transplantes com doador da mesma família ou quando no caso dos procedimentos autólogos, quando pacientes usam a medula óssea do próprio corpo, a exeplo do ator Reynaldo Gianecchini, recuperado de um linfoma. O número de leitos é baixo em relação ao de doadores e de pessoas à espera de transplante: menos de 100 estão disponíveis para procedimentos que não envolvam parentes.

— O ideal era que fizéssemos cerca de 640 transplantes por ano. Estamos identificando cada vez mais doadores, precisamos aumentar o número de leitos e também de equipes médicas. O Ministério da Saúde tem feito um esforço grande. A curva de transplantes não-aparentados aumenta 20% todos os anos — afirma Bouzas.

Cada doador custa ao governo R$ 400 só na etapa do cadastro, em que são realizados exames de sangue. Por ano, são 300 mil doadores a mais, motivados a curar pessoas com 80 tipos de doença diferentes — as mais comum, no caso dos transplantes de medula, são leucemia aguda, linfoma e anemia grave.

Enquanto o transplante de Henrique não acontece, os amigos do Cruzeiro continuam mobilizados. Lucimar Soares Motta, coordenadora pedagógica do Cruzeiro, contou por e-mail que “os alunos da escola se envolveram com bastante intensidade, desde o momento da primeira internação, com as doações de sangue e plaquetas, no retorno dele às aulas, com uma emocionante recepção e, agora, no cadastro no banco de medula óssea”. Henrique não é o primeiro aluno com leucemia da escola. “Em se tratando de ajudar uma causa tão nobre, que nos impacta diretamente, o colégio está sempre envolvido e engajado, como já aconteceu em outras situações, inclusive neste ano, envolvendo nossos alunos e colaboradores”, escreveu Lucimar.

Em sua página no Facebook, o advogado Raul Gravatá, pai de Henrique, escreveu palavras carregadas de esperança: “Quando ele adoeceu e recebeu o diagnóstico de leucemia, com o coração apertado por tamanha dor, nós agradecemos a Deus por ele poder se tratar, estar em um bom hospital, ter médicas que nos deram esperança. Nós agradecemos a Deus quando ele, já na manutenção do tratamento, recaiu. Choramos juntos, e depois agradecemos a Deus por ele estar de pé e assim também ficamos, com fé, acreditando em sua cura, em nada duvidando. Quando recebemos a notícia de que a cura somente virá pelo transplante de medula óssea, agradecemos a Deus por ter amigos como vocês. Obrigado àqueles que conhecemos desde sempre, àqueles que conhecemos em uma parte da nossa vida e àqueles que ainda iremos conhecer, todos conectados pelo bem à mais poderosa força do Universo, o Criador. Raul e Martinha.”

Fonte: O Globo

Quinhentos condenados foram soltos do Presídio Central em 2015

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Todos nós nos sentimos inseguros, certo? E deve piorar. Ao ouvir a entrevista de um dos juízes mais renomados e realistas do RS, me pergunto: onde vamos parar? Desde 2010 o Estado vem liberando aqueles que deveriam estar em presídios. Desde 2010! Se o governo passado não relatava isso, o atual não apresenta um plano para resolver a situação. Nós, no entanto, seguiremos cada dia mais reféns dos bandidos.

A falta de vagas no complexo prisional do Rio Grande do Sul já colocou nas ruas 500 condenados ao regime semi-aberto somente em 2015. Eles deixaram o Presídio Central, em Porto Alegre, segundo o juiz da Vara de Execuções Criminais da Capital, Sidinei Brzuska. Em entrevista ao Gaúcha Atualidade, nesta segunda-feira (19), o magistrado afirmou que já são dois mil presos que deveriam estar em cadeias e que estão soltos.

Uma decisão judicial impede que presos novos passem mais de 24 horas no Presídio Central. Como eles não podem ser levados para a cadeia, em Porto Alegre, estão sendo mantidos em delegacias. Segundo o diretor do Departamento de Polícia Metropolitana (DPM), delegado Marcelo Moreira, há, neste momento, 15 presos nestas condições. Dez deles estão na Capital gaúcha. Outros dois em Canoas e três em Gravataí.

Na sexta-feira (26), este número era de 28. Porém, seis foram soltos por decisão judicial e outros sete, que já tinham condenação, foram encaminhados para outros presídios. 

O Presídio Central chegou a ter 5,3 mil detentos em 2010. Após a decisão de que os novos presos só poderiam ficar 24 horas na cadeia, o número caiu para 4 mil. Hoje, a quantidade de detentos chega a 4,3 mil, sendo que o Central tem uma galeria a menos, que foi destruída. Segundo Brzuska, por causa disso, o presídio está muito próximo de atingir o pico de presos registrado em 2010.

Fonte: Rádio Gaúcha

24 Toques para Ser Mais Feliz

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01 – Seja ético.
A vitória que vale a pena é a que aumenta sua dignidade e reafirma valores profundos. Pisar nos outros para subir desperta o desejo de vingança.

02 – Estude sempre e muito.
A glória pertence àqueles que têm um trabalho especial para oferecer.

03 – Acredite sempre no amor.
Não fomos feitos para a solidão. Se você está sofrendo por amor, está com a pessoa errada ou amando de uma forma ruim para você. Caso tenha se separado,curta a dor, mas se abra para outro amor.

04 – Seja grato(a) a quem participa de suas conquistas.
O verdadeiro campeão sabe que as vitórias são alimentadas pelo trabalho em equipe. Agradecer é a melhor maneira de deixar os outros motivados.

05 – Eleve suas expectativas.
Pessoas com sonhos grandes obtêm energia para crescer. Os perdedores dizem: “isso não é para nós”. Os vencedores pensam em como realizar seu objetivo.

06 – Curta muito a sua companhia.
Casamento dá certo para quem não é dependente.

07 – Tenha metas claras.
A História da Humanidade é cheia de vidas desperdiçadas: amores que não geram relações enriquecedoras, talentos que não levam carreiras o sucesso, etc. Ter objetivos evita desperdícios de tempo, energia e dinheiro.

08 – Cuide bem do seu corpo.
Alimentação, sono e exercício são fundamentais para uma vida saudável. Seu corpo é seu templo. Gostar da gente deixa as portas abertas para os outros gostarem também.

09 – Declare o seu amor.
Cada vez mais devemos exercer o nosso direito de buscar o que queremos (sobretudo no amor). Mas atenção: elegância e bom senso são fundamentais.

10 – Amplie os seus relacionamentos profissionais.
Os amigos são a melhor referência em crises e a melhor fonte de oportunidades na expansão. Ter bons contatos é essencial em momentos decisivos.

11 – Seja simples.
Retire da sua vida tudo o que lhe dá trabalho e preocupação desnecessários.

12 – Não imite o modelo masculino do sucesso.
Os homens fizeram sucesso a custa de solidão e da restrição aos sentimentos. O preço tem sido alto: infartos e suicídios. Sem dúvida, temos mais a aprender com as mulheres do que elas conosco. Preserve a sensibilidade feminina – é mais natural e mais criativa.

13 – Tenha um orientador.
Viver sem é decidir na neblina, sabendo que o resultado só será conhecido, quando pouco resta a fazer. Procure alguém de confiança, de preferência mais experiente e mais bem sucedido, para lhe orientar nas decisões, caso precise.

14 – Jogue fora o vício da preocupação.
Viver tenso e estressado está virando moda. Parece que ser competente e estar de bem com a vida são coisas incompatíveis. Bobagem … Defina suas metas, conquiste-as e deixe as neuras para quem gosta delas.

15 – O amor é um jogo cooperativo.
Se vocês estão juntos é para jogar no mesmo time.

16 – Tenha amigos vencedores.
Aproxime-se de pessoas com alegria de viver.

17 – Diga adeus a quem não o(a) merece.
Alimentar relacionamentos, que só trazem sofrimento é masoquismo, é atrapalhar sua vida. Não gaste vela com mau defunto. Se você estiver com um marido/mulher que não esteja compartilhando, empreste, venda, alugue, doe… e deixe o espaço livre para um novo amor.

18 – Resolva!
A mulher/homem do milênio vai limpar de sua vida as situações e os problemas desnecessários.

19 – Aceite o ritmo do amor.
Assim como ninguém vai empolgadíssimo todos os dias para o trabalho, ninguém está sempre no auge da paixão. Cobrar de si e do outro viver nas nuvens é o começo de muita frustração.

20 – Celebre as vitórias.
Compartilhe o sucesso, mesmo as pequenas conquistas, com pessoas queridas. Grite, chore, encha-se de energia para os desafios seguintes.

21 – Perdoe!
Se você quer continuar com uma pessoa, enterre o passado para viver feliz. Todo mundo erra, a gente também.

22 – Arrisque!
O amor não é para covardes. Quem fica a noite em casa sozinho, só terá que decidir que pizza pedir. E o único risco será o de engordar.

23 – Tenha uma vida espiritual.
Conversar com Deus é o máximo, especialmente para agradecer. Reze antes de dormir. Faz bem ao sono e a alma. Oração e meditação são fontes de inspiração.

24 – Muita Paz, Harmonia e Amor… sempre!

Roberto Shinyashiki

Como a solidariedade muda a vida de dona Amélia e seus 10 netos

Os 10 netos já estavam ilhados sobre uma cama de casal quando Amélia Moura, 62 anos, tomou coragem para deixar sua residência no bairro Itaí, em Eldorado do Sul, na Região Metropolitana. Mesmo com a água já batendo na altura dos joelhos, ela achava que as crianças poderiam não ter tudo o que precisavam em abrigos longe de casa . Talvez passassem fome, talvez sentissem frio. Estava enganada, como ela mesma diz.

Na manhã desta quarta-feira, dona Amélia, 10 netos, duas noras e uma filha completavam 24 horas no ginásio do bairro Loteamento — os homens da casa se dividem entre o trabalho e a segurança do terreno deixado provisoriamente. Elas dividem o abrigo com outras 56 famílias, cerca de 250 desalojados pela chuva.

Os adultos tomavam chimarrão e cuidavam de Iago, sete meses, e Ágata, um ano. As outras oito crianças, que seguem uma escadinha que vai de quatro a 12 anos, corriam de um lado para outro com bonecas Barbie, máscara do Batman, miniatura do Homem-Aranha, piano, desenhos para colorir e até um — bem disputado — patinete. O pouco de conforto só é possível de uma maneira:

— Se não fossem as doações, estaríamos perdidos, sem ter a quem socorrer. Só saí de casa pela vida dos meus netos. Recolhemos os documentos e viemos com a roupa do corpo. Agora olha tudo o que já temos aqui — diz Amélia.

O “tudo que temos aqui” parece pouco, mas é suficiente. São cinco colchões, roupas para todas as crianças, cobertores, travesseiros, térmica, cuia e água quente, e quatro refeições diárias.

— Tem bolinho e suco a torto e direito. Acho que as crianças nunca comeram tanto — complementa a avó, rindo aliviada.


E se faltar algum item, a coordenação do abrigo logo apela via Facebook, Whatsapp, seja lá como for e, em poucas horas, carregamentos chegam ao local. De acordo com a assistente social Cléa Silvério, felizmente, basta pedir. A solidariedade tem vindo com pressa.

Até sexta-feira, as refeições da população abrigada no ginásio do município estão programadas. São empresas, entidades e grupos de amigos que ofereceram ajuda e se dividem entre café da manhã, almoço, café da tarde e jantar. E, se der fome nos intervalos, uma despensa improvisada também guarda alguns quilos de comida.

— O poder público não tem agilidade, depende de liberação, é mais burocrático. É por isso que a doação e a solidariedade das pessoas se torna tão importante. Com isso, o socorro vem mais rápido e ameniza o quanto antes os prejuízos de quem mais precisa — afirma Cléa.

* Zero Hora

PSB terá candidato a presidente nas próximas eleições

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Em reunião realizada na manhã desta quarta-feira (14), em Brasília, a Executiva Nacional do PSB decidiu ter candidato à Presidência da República nas próximas eleições. Além de manter a posição de “independência crítica e propositiva” em relação ao governo Dilma Rousseff, o PSB segue com o propósito de oferecer uma alternativa à velha polarização que há mais de 20 anos vigora no País. “Desde 2013 somos independentes deste governo liderado por Dilma. Apontamos falhas, apresentamos caminhos e soluções. Não nos ouviram. Perdemos as eleições de 2014, mas não desistiremos. Lutamos para combater os juros altos, os cortes em programas sociais, a redução dos direitos trabalhistas, o ajuste fiscal ineficiente, a inflação de dois dígitos. Por isso optamos pela candidatura própria à Presidência da República”, disse o vice-presidente nacional do Partido e presidente do PSB/RS, Beto Albuquerque.

Segundo Beto, o momento que o Brasil vive é fruto de um política ultrapassada, que coloca os interesses partidários acima de um projeto de país. “Chegamos a um momento em que a velha gangorra PT X PSDB não pende para lado algum e o trabalhador, o povo brasileiro, está farto de pagar a conta de uma briga que não é sua. O PSB quer ajudar o País, quer trabalhar, quer avançar, mas no rumo certo, comprometido com o povo”, destacou.

Sobre a posição de independência ao governo federal, o ex-deputado federal argumenta que tanto oposição quanto situação estão perdidos. “Não queremos nem estar no desgoverno do toma-lá-dá-cá, nem junto com a turma do ‘quanto pior melhor’. A oposição está cometendo muitos erros, a pretexto de fazer justiça com as próprias mãos, tratando o impeachment como um debate de mesa de bar. Tanto é que o Supremo Tribunal Federal está colocando obstáculos”, afirmou.

Na reunião, ficou definido, ainda, que o PSB terá candidatura própria nas capitais e nas principais cidades-polo do Brasil.

Ônibus é incendiado e vira alvo de tiros na zona norte de Porto Alegre

Falta o que para chamarmos a Força Nacional de Segurança? Mais uma tragédia? Mais mortes?

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Um ônibus foi incendiado por volta das 22h desta quinta-feira na altura do número 999 da Avenida Saturnino de Brito, no bairro Vila Jardim, zona norte de Porto Alegre. Segundo informações da Brigada Militar, criminosos teriam ateado fogo no coletivo da linha 429 Protásio-Iguatemi e atirado contra o veículo.

Por conta disso, a empresa Viação Alto Petrólis (VAP), suspendeu as operações da linha até às 7h desta sexta-feira. A direção se reuniu com a Brigada Militar e só liberou a saída dos veículos das garagens após ter garantias de segurança.

Os bombeiros foram acionados para apagar o fogo no local. De acordo com a EPTC, ninguém ficou ferido. O motorista conta que havia aproximadamente 10 pessoas no veículo na hora do ataque.

– Eu estava chegando e percebi que tinham quatro pessoas na parada de ônibus, dois homens e duas mulheres. Eu parei, eles entraram no ônibus e já colocaram arma na minha cabeça, mandando eu descer e correr. Eu corri e logo comecei a ouvir os tiros – afirmou o funcionário, que não quis se identificar.

Uma moradora de um prédio no bairro Jardim Itu-Sabará, que pediu para não ter o nome divulgado, conta que a confusão começou por volta das 20h30min.

– Ouvi cinco tiros. Deu uma pausa de 30 minutos e houve três tiros novamente. De repente, um ônibus parou e começou uma rajada de tiros, acho que eram de metralhadora. Atearam fogo no veículo. Eu vi os passageiros saindo correndo em direção a um posto de gasolina, e os criminosos entraram para a vila. Comecei a ligar para polícia e bombeiros, pois as labaredas estavam muito altas. Foi horrível — relatou.

Segundo testemunhas, os criminosos teriam dito que a ação é para vingar a morte de Lorram Silva Rosa da Silva, conhecido como Mãozinha. Ele foi morto em confronto com o 1º Batalhão de Operações Especiais (BOE) nesta quinta-feira, no Beco da Paz, onde outras três pessoas teriam sido presas.

A Polícia Civil não descarta a possibilidade de represália, mas, por enquanto, afirma que não há nada que comprove a motivação.

Os ônibus da linha 429 – Iguatemi-Protásio voltaram a circular na manhã desta sexta-feira, mas com desvios por conta da  insegurança. No início do dia, os coletivos da linha não saíram das garagens, pois a empresa Vap informou que os coletivos só sairiam se houvesse a garantia de segurança por parte da Brigada Militar.

Pouco antes das 7h, a BM garantiu a presença de uma viatura na região e os ônibus começaram a deixar a garagem. Porém, a linha opera com rota alternativa, não circulando pela Avenida dos Prazeres, na zona leste da Capital.

A linha T4, da Carris, também chegou a circular com desvios no início do dia, operando com rota alternativa na região da Avenida Saturnino de Brito. O itinerário já foi normalizado.

Fonte: Zero Hora

Ensino integral é tema de debate na Comissão de Educação

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A reestruturação do modelo de ensino em vigor no Brasil, o aumento da carga horária nas escolas e a estruturação da carreira dos professores, especialmente os do ensino básico, foram as principais questões debatidas na audiência pública desta quarta-feira (7) na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado, presidida pelo Romário (PSB-RJ). O tema da audiência foi ensino integral, em que especialistas e senadores analisaram o programa Mais Educação, principal estratégia para a ampliação da jornada escolar nas escolas públicas – meta 6 do Programa Nacional de Educação (PNE).

A audiência foi convocada com o objetivo de identificar os obstáculos e propor soluções para o que é considerado o desafio da implementação do ensino integral no Brasil. Tramita pela CE um projeto de lei de autoria do senador Wilson Matos (PSDB-PR) e relatoria de Cristovam Buarque (PDT-DF) que tem o objetivo de tornar obrigatório o tempo integral nas escolas (PLS 255/2014) por meio da alteração da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), no âmbito da qual foi criado o PNE.

Para a diretora executiva da associação Cidade Escola Aprendiz, Natacha Costa, o Brasil precisa reestruturar o modelo de ensino no país para que seja instituída, de fato, uma educação integral no Brasil – com interdisciplinaridade, gestão democrática do conhecimento, ensino por meio de projetos e a ampliação da experiência educativa. Segundo ela, um dos principais defeitos da atual estrutura de ensino é a desconexão entre as escolas e as comunidades das quais fazem parte.

“Ao contrário do que aconteceu no âmbito da saúde, por exemplo, em que houve uma articulação com o território, com agentes comunitários, o mesmo não ocorreu com a educação. A escola não conhece o perfil dos seus alunos. A escola está isolada”, criticou Natacha.

A diretora da Cidade Escola Aprendiz enfatizou que atual carga horária nas escolas públicas – de 4h30 – é insuficiente para suprir as necessidades pedagógicas dos estudantes, assim com o modelo adotado está defasado – de divisão do tempo de acordo com disciplinas.

“A educação integral é uma agenda de qualidade, que demanda integração social, afetiva, intelectual, física e simbólica. As aprendizagens são múltiplas e a escola não pode ser marcada por uma lógica de obrigatoriedade sem sentido. Daí os dados de evasão. A escola passa a não fazer sentido nem para o presente nem para o futuro daquele estudante”, explicou.

Dados de pesquisas sobre o tema mostram que 90% dos brasileiros, quando informados sobre o que é o ensino integral, acreditam que o modelo é necessário para o futuro.

“Precisamos fazer da educação uma política do Estado brasileiro, terminando com esses ciclos que levam juntos todas as construções feitas até então”, criticou a professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Jaqueline Moll, sobre programas com o Mais Educação, que são descontinuados, em muitos casos, pela atuação partidária dos governos. Estima-se que o programa tenha chegado a escolas de mais de 5,5 mil municípios brasileiros, atingindo uma capilaridade importante.

Dados apresentados pelo coordenador-geral de Educação Integral da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), Leandro Fialho, mostram que, de 2008 a 2015, a educação em tempo integral foi ampliada de 1,3 mil escolas para 58,6 mil. No entanto, essa ampliação esbarra em obstáculos, como falta de espaço, materiais, alimentação e a própria falta de atratividade da carreira dos professores.

“Ainda assim, há muito o que se avançar. O filho do trabalhador não tinha condição de ter educação em tempo integral. O Mais Educação é um programa indutor, mas precisamos efetivar educação integral como política pública no Brasil. Não é só o MEC [Ministério da Educação], precisamos de esforço coletivo, da sociedade. Temos um passivo educacional”, argumentou Fialho.

A secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, Sueli Maria Baliza Dias, exemplificou experiências bem-sucedidas na educação com a adoção do ensino integral. Em seu município, 65 mil estudantes fazem parte do Mais Educação.

“O resultado que nós obtivemos desse programa é fantástico, nós já temos alunos que são campeões de olimpíadas de xadrez e matemática. Podemos ver que os alunos realmente se desenvolvem ainda mais, se tornando alunos e pessoas melhores”, contou Sueli.

O programa Mais Educação, debatido pela comissão, é uma estratégia do MEC criada para induzir a construção de uma agenda de educação integral nas redes estaduais e municipais de ensino. A proposta amplia a jornada escolar nas escolas públicas, para, no mínimo, 7 horas diárias. Nesse período, seriam oferecidas atividades optativas em diversos campos, como acompanhamento pedagógico, educação ambiental, esportes, direitos humanos, artes, cultura digital, uso de mídias, educação econômica e investigação científica.

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