O PT e a cultura do medo agora invertida

A mudança assusta. Ao mesmo tempo, a mudança é o que move o mundo. Somos fruto da evolução do pensamento, da ciência, da tecnologia. Somos fruto da manutenção de valores. Somos, na verdade, a união perfeita da mudança do que está errado, com a manutenção do que está correto.

As perguntas, agora, são: o que está correto? O que está errado? A política precisa mudar. Os brasileiros precisam manter seus valores. A democracia precisa ser aperfeiçoada, precisa de mudanças. A democracia não é plena em si mesma. É disso que estamos tratando nessas eleições.

Por que mudar?

Porque a mãe brasileira não tem como trabalhar, pois não tem creche para deixar seu filho. Dilma prometeu universalizar o acesso às creches. Parece que 4 anos não foram o suficiente para termos o mínimo de creches no Brasil.

Porque o governo federal não nos oferece saúde e segurança. Temos que pagar serviços particulares. E esses serviços particulares sobem de preço muito mais do que a inflação e o governo Dilma aprova esse aumento.

Porque a inflação que governo Dilma mede não é a inflação que o pai de família vê no supermercado. O preço de tudo sobre, mas a inflação segue dentro do programado.

Por trás de promessas, existe a fé, a crença das pessoas. Por trás da mentira, existe a decepção o trabalho redobrado.

Por que precisamos mudar? Porque um ciclo se esgotou. Um ciclo de 8 anos, depois um ciclo de 12 anos. Chega de promessas, chega de mesmice, chega de governar para um só partido e não para um país.

Precisamos evoluir. Não precisamos temer a mudança. E sabem por quê? Porque a mudança nos faz crescer, nos faz acreditar. Enquanto o PT estava na oposição e era vítima do medo instaurado pelo PSDB, eles reagiam. Hoje, fazem o mesmo que seus adversários fizeram em 2002 com Lula. Ou seja, são iguais, querem o poder pelo poder.

Marina e Beto não têm medo da mudança. Mudaram seus planos e suas vidas para que o Brasil viva uma grande mudança de rumo, de condição, de democracia verdadeira. Não se renda ao medo. Conhecedores do passado, sabemos que ele não nos serve mais. Conhecedores da tática do medo, temos que temer, de verdade, a manutenção de um sistema falido, corrupto e de política suja. Eu tenho medo dessa política; não tenho medo do novo! Tenho medo da turma da Dilma e da Papuda; tenho medo da turma que teve o mensalão mineiro. Não tenho medo de Marina, não tenho de Beto. Eu confio na mudança!

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