setembro 2014 archive

Dilma e Aécio, onde está o programa de vocês? Não assino cheque em branco

Muita gente tem falado sobre programa de governo nessa campanha. Isso é bom? Não. Por quê? Porque todos falam do único programa apresentado: o de Marina e Beto. Dilma e Aécio não apresentaram suas propostas. Têm medo de serem confrontados, de abordarem temas polêmicos. Como podem governar um país sem programa? Você assinaria um cheque em branco e entregaria a um desconhecido? Pois é o que eles estão querendo que milhões de brasileiros faça. Como entregar o governo para Aécio, se ele fez um aeroporto nas terras de um parente? Não sei se ele propõe fazer mais disso ou não. Como manter o Brasil nas mãos de um partido que teve mensalão e quebrou a Petrobras, uma das mais importantes empresas do mundo? Sem programa, penso que Dilma continuará sendo conivente com a corrupção e apadrinhando Sarney, Collor, Calheiros…

Meus amigos, votem de forma consciente. Votem como agem nas suas vidas. Exemplo: se um filho teu fala que o irmão fez algo, você sempre vai ouvir a versão dos dois filhos. Certo? Pois na política é o mesmo: vocês precisam ir atrás da verdade, não acreditar em boatos, em mentiras. Quem mente em campanha – como Dilma e Aécio têm feito – mente para um país inteiro quando governa.
Acessem o programa de governo e tirem suas conclusões.

http://marinasilva.org.br/programa/

Emprego na indústria tem em julho maior queda desde 2009

RIO E BRASÍLIA – A recente alta de 0,7% na produção industrial não foi suficiente para estancar a redução de postos de trabalho no setor. Em julho, o emprego industrial registrou queda de 0,7%, o quarto mês seguido de resultados negativos. Na comparação com julho do ano passado, a queda foi ainda mais intensa e chegou a 3,6%, o pior resultado desde novembro de 2009, quando o setor registrara baixa de 3,7%. Segundo o IBGE, a redução de postos de trabalho foi generalizada e atingiu todos os 14 locais pesquisados.

Os piores resultados em relação a julho de 2013 ocorreram no Paraná (-5,6%) e em São Paulo (-5,1%). No Rio, a retração foi de 2,9%. Os segmentos que mais fecharam postos de trabalho foram o de calçados e couro (-7,9%) e refino de petróleo e álcool (-7%).

NO ANO, ANALISTAS PREVEEM QUEDA DE 2%

Segundo André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, tanto a produção quanto a criação de postos no setor têm resultados predominantemente negativos até julho, o que “dá a sensação” de que caminham na mesma direção.

— É preciso uma consistência do movimento da produção e uma reversão da desconfiança dos empresários para rebater lá na frente (no emprego) — disse Macedo.

O emprego costuma responder com defasagem em relação à produção, ou seja, qualquer melhora só poderia ser percebida após uma sequência de resultados positivos. No entanto, mesmo as horas pagas à indústria — consideradas um termômetro da disposição do empresariado para novas contratações — tiveram queda de 4,2% em julho na comparação com o mesmo mês de 2013, a maior queda desde outubro de 2009. Em relação a junho, a retração foi de 0,3%.

A folha de pagamento dos trabalhadores também decepcionou pelo segundo mês seguido, recuando 3,4% na comparação com o mesmo mês de 2013 e 2,9% em relação a junho.

Para Aloisio Campelo Junior, do Ibre/FGV, o setor é afetado pelo esfriamento do consumo. Segundo o economista, estímulos como a redução da alíquota de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros, móveis e eletrodomésticos da linha branca levaram a uma antecipação do consumo, mas não a um novo patamar de demanda.

— As famílias estão endividadas e reduzindo gastos. Essa desaceleração tem tido maior responsabilidade na situação ruim da indústria do que o cenário externo. As sondagens periódicas que fazemos com o empresariado captam essa insatisfação com o consumo — disse.

Ele cita também o quadro externo adverso, com a crise na Argentina, que provocou queda brusca na exportação de automóveis para o país vizinho no começo do ano. Luciano Rostagno, economista-chefe do banco Mizuho no Brasil, explicou que o setor sente o impacto da lentidão econômica em países desenvolvidos: ao mesmo tempo em que lida com a demanda menor por produtos brasileiros, a crise na Europa e nos EUA intensifica a disputa de produtos estrangeiros pelo consumidor brasileiro.

— Isso é um problema para uma indústria pouco competitiva como a nossa — disse Rostagno, que prevê contração de 2% na produção este ano.

O economista Rogério César de Souza, do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), espera recuperação do emprego industrial nos próximos meses, em razão da base fraca de comparação do fim do ano passado, mas projeta queda de 2% na geração de postos de trabalho no setor este ano. Se a previsão for confirmada, será o pior resultado desde 2009.

— O emprego é o ponto mais visível do momento adverso da indústria. Ela tem dificuldade para vender seus produtos lá fora porque são pouco competitivos, enfrentou longo período de câmbio valorizado, convive com uma concorrência acirrada aqui dentro, altos custos e não está com boas expectativas — afirma.

PARA MANTEGA, ‘ROTATIVIDADE É NORMAL’

Ainda assim, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, disse que a economia dá sinais de “recuperação moderada” no terceiro trimestre e citou a alta de até 8% nas consultas ao banco, a primeira etapa no pedido de financiamento, entre junho e agosto em relação a igual período do ano passado.

Indagado sobre a queda no emprego no setor industrial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que a indústria enfrenta “rotatividade que é normal em alguns momentos”. Segundo ele, o que importa é o saldo geral.

— Nós temos uma rotatividade que é normal. Em alguns momentos, (é) um pouco maior a saída em algum setor. Mas o que interessa é o saldo geral. No saldo geral, o emprego continua aumentando e o nosso desemprego continua sendo um do menores do mundo — afirmou Mantega.

Colaborou Cristiane Bonfanti
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CTG que vai sediar casamento gay é incendiado em Santana do Livramento

Que absurdo. Até quando conviveremos com a intolerância? Toda forma de preconceito deve ser punida com rigor. E, mais do que nunca, precisamos investir em educação. 

Confiram matéria da Zero Hora.

O Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Sentinelas do Planalto foi atingido por um incêndio na madrugada desta quinta-feira em Santana do Livramento. O fogo atingiu o palco do espaço, exatamente o local que vai receber um casamento gay e de outros 28 casais heterossexuais no sábado.

Uma moradora conta ter visto quatro homens — um negro de chapéu e outros três brancos — em um Gol branco em um bar próximo do CTG, cerca de 400 metros da agremiação. Os homens teriam esperado o patrão do CTG, Gilbert Gisler, o Xepa, sair do local. Após a saída do patrão, que mora ao lado do CTG, os homens teriam ido até o local com garrafas pet contendo uma mistura que acredita-se ser coquetel molotov. Eles saíram do bar rindo e em seguida começou o fogo.

Um outro morador também viu o fogo. Ele conta ter visto um carro parado com os faróis acesos no alto do morro um pouco acima do CTG. Os faróis teriam se apagado e, em seguida, iniciado o fogo, visto primeiramente na altura do telhado.

Os homens teriam atirado as garrafas por trás do CTG. O incêndio atingiu o palco do espaço, o que reforça as suspeitas de que o fogo foi provocado. Aparentemente, o incêndio não danificou a estrutura do galpão. Segundo Loner Baron, que fez a instalação elétrica no CTG, os danos foram leves.

Pouco depois das 2h, o patrão do CTG entrou no local e encontrou a bandeira da agremiação intacta (foto abaixo). Ela foi colocada em cima de uma roda de carreta na frente do galpão. A bandeira tem a figura de uma ferradura e um quero-quero, que é o chamado Sentinela do Planalto.

O patrão não quis dar entrevista, mas pediu, abalado e consolando pessoas chocadas com o incêndio, ajuda para reconstruir o CTG. Pessoas que trabalharam na decoração, limpeza e com os enfeites no CTG eram as mais abaladas com o incêndio.

Até por volta das 2h30min, os bombeiros fizeram o rescaldo do incêndio, ainda com fumaça saindo do CTG. Além dos bombeiros, equipes da Polícia Civil, perícia e do 2º Regimento de Polícia Montada da Brigada Militar estiveram no local.

Solange Ramires, 24 anos, e Sabriny Benites, 26 anos formam o primeiro par de lésbicas do país a se casar dentro de um centro de tradições gaúchas (CTG). As duas irão se somar a mais 28 casais heterossexuais que trocarão alianças na cerimônia marcada para sábado. O evento tem repercussão internacional, a se julgar pelo interesse demonstrado por jornalistas de outros países. Estão convidadas autoridades do governo do Estado, do Poder Judiciário e do Ministério Público.

 

Para Solange e Sabriny, é a oportunidade de formalizar uma paixão iniciada há cinco anos. Com o documento de casadas, pretendem contrair um empréstimo para comprar a casa própria.

Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/noticia/2014/09/ctg-que-vai-sediar-casamento-gay-e-incendiado-em-santana-do-livramento-4595805.html

Mercado prevê alta na inflação medida pelo IPCA

Para Dilma e para o PT não existe inflação. Para as famílias, que convivem com a estagnação do salário e com a queda do poder de consumo, a inflação existe e é muito maior que os índices… Está na hora de mudar, de colocar essa gente para fora do poder.
A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 6,27% para 6,29%, este ano, de acordo com pesquisa feita semanalmente pelo Banco Central (BC). Para 2015, a estimativa segue em 6,29%.

Na última sexta-feira (5), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o IPCA chegou a 6,51% em 12 meses, encerrados em agosto, acima do teto da meta, que é 6,5%. O centro da meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5%.

Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. E quando mantém a taxa básica, como fez na semana passada, o comitê indica que elevações anteriores foram suficientes para produzir os efeitos esperados na inflação. Atualmente, a Selic está em 11% ao ano.

A projeção das instituições financeiras para a Selic ao final de 2014 foi mantida em 11% ao ano. Para o fim de 2015, houve ajuste na mediana das expectativas (que desconsidera os extremos nas projeções) de 11,75% para 11,63% ao ano.

A pesquisa semanal do BC também traz a mediana das expectativas para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 3,65% para 3,80%, este ano, e de 5,53% para 5,52%, em 2015. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa foi mantida em 3,81%, este ano, e ajustada de 5,54% para 5,58%, em 2015. A estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) foi ajustada de 5,52% para 5,50%, este ano, e permanece em 5,25%, em 2015.

Fonte: Agência Brasil

O PT e a cultura do medo agora invertida

A mudança assusta. Ao mesmo tempo, a mudança é o que move o mundo. Somos fruto da evolução do pensamento, da ciência, da tecnologia. Somos fruto da manutenção de valores. Somos, na verdade, a união perfeita da mudança do que está errado, com a manutenção do que está correto.

As perguntas, agora, são: o que está correto? O que está errado? A política precisa mudar. Os brasileiros precisam manter seus valores. A democracia precisa ser aperfeiçoada, precisa de mudanças. A democracia não é plena em si mesma. É disso que estamos tratando nessas eleições.

Por que mudar?

Porque a mãe brasileira não tem como trabalhar, pois não tem creche para deixar seu filho. Dilma prometeu universalizar o acesso às creches. Parece que 4 anos não foram o suficiente para termos o mínimo de creches no Brasil.

Porque o governo federal não nos oferece saúde e segurança. Temos que pagar serviços particulares. E esses serviços particulares sobem de preço muito mais do que a inflação e o governo Dilma aprova esse aumento.

Porque a inflação que governo Dilma mede não é a inflação que o pai de família vê no supermercado. O preço de tudo sobre, mas a inflação segue dentro do programado.

Por trás de promessas, existe a fé, a crença das pessoas. Por trás da mentira, existe a decepção o trabalho redobrado.

Por que precisamos mudar? Porque um ciclo se esgotou. Um ciclo de 8 anos, depois um ciclo de 12 anos. Chega de promessas, chega de mesmice, chega de governar para um só partido e não para um país.

Precisamos evoluir. Não precisamos temer a mudança. E sabem por quê? Porque a mudança nos faz crescer, nos faz acreditar. Enquanto o PT estava na oposição e era vítima do medo instaurado pelo PSDB, eles reagiam. Hoje, fazem o mesmo que seus adversários fizeram em 2002 com Lula. Ou seja, são iguais, querem o poder pelo poder.

Marina e Beto não têm medo da mudança. Mudaram seus planos e suas vidas para que o Brasil viva uma grande mudança de rumo, de condição, de democracia verdadeira. Não se renda ao medo. Conhecedores do passado, sabemos que ele não nos serve mais. Conhecedores da tática do medo, temos que temer, de verdade, a manutenção de um sistema falido, corrupto e de política suja. Eu tenho medo dessa política; não tenho medo do novo! Tenho medo da turma da Dilma e da Papuda; tenho medo da turma que teve o mensalão mineiro. Não tenho medo de Marina, não tenho de Beto. Eu confio na mudança!

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